gridAssets — ativos, alarmes e medição
Guia interativo
revisado em 02/10/2026
A ficha de cada usina, subestação e linha do SIN: alarme de agora, KPIs do mês, validez da medição, previsão e rede do ponto de conexão.
Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.
1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)
O que é: A ficha de cada usina, conjunto, subestação e linha do SIN, montada com dado público do ONS, da CCEE e da ANEEL: o que acontece agora, os números do mês e de onde vem cada um.
Faça agora: Digite o nome de uma usina na busca do topo da home e abra a ficha. Exemplo: “Caetité D”, eólica de 50,4 MW na Bahia.
2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo
Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
Abra a ficha. O quadro Cadastro, no topo, diz quem é o ativo: CEG, potência, operador, grupo, conjunto e ponto de conexão (na Caetité D, SE Igaporã III, 230 kV). Na linha Proprietário (cadastro ANEEL), quando o empreendimento tem mais de um CNPJ titular, a ficha mostra o sócio majoritário com o percentual e o número de sócios — “sócio majoritário (x %, 1 de N sócios)”, desde 23/09/2026; a dívida continua casada pelo CNPJ da SPE. Abrir neste estado →
Escolha o período. O link abre agosto de 2026 (parâmetro ?mes=2026-08 na URL); na tela, as setas ‹ › do quadro KPIs trocam o mês e os botões M · D · I alternam mês, dia e intervalo. Abrir neste estado →
Ler os tooltips e trocar o mês no quadro KPIs. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 11.1 s Passe o mouse sobre Corte e sobre Razão do Corte: o tooltip diz como o número é calculado e em que norma se apoia. Abrir neste estado →
Desça até Melhoria potencial — recuperação SAGER e, logo abaixo, Validez dos dados por semi-hora: o mês inteiro, célula a célula. Abrir neste estado →
Validez por semi-hora e recuperação SAGER. capturado em 20/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 10.2 s Siga para o ponto de conexão: na ficha da SE, o quadro Corte do vizinho mostra quanto as usinas que já chegam ali foram cortadas, por razão e por barra. Clique numa barra para ver as usinas dela. Abrir neste estado →
Corte do vizinho: do total da SE à barra e às usinas. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 9.2 s Compartilhe o estado: a URL guarda o mês (?mes=), o dia (?dia=), o intervalo (?ini= e ?fim=) e o quadro (#…). Quem abrir o link cai no mesmo lugar.
Abra um grupo, operador ou financiadora: desde 25/09/2026 a página abre na aba “Todos”, com as usinas de TODAS as fontes numa lista só, e as abas por fonte (EOL, UFV, UHE, UTE, SE, LT) ficam ao lado para filtrar. Engie: 157 ativos, 18,9 GW — Todos 194 itens, EOL 88, UFV 52, UHE 16, UTE 1, SE 14, LT 23 (lido na tela em produção em 26/09/2026). Se uma fonte falha na consulta, o aviso aparece acima da lista; ela não some calada. Desde 02/10/2026 a lista de ativos, as SEs, as LTs e o SAGER do grupo ficam em quadros com barra própria (clique no título para recolher); todos começam abertos — recolhendo tudo, a página do grupo cabe em cerca de duas telas (Voltalia: 1,9 tela, medido no build de 02/10/2026). Abrir neste estado →
Página do grupo Engie no gridAssets aberta na aba Todos, com as abas por fonte (EOL, UFV, UHE, UTE, SE e LT) e o mapa dos ativos print capturado em 30/10/2026 · tela pública de usinas.brazilgrid.com Na ficha de uma LT, o esquema do topo liga as duas subestações das pontas pelo grafo da rede (casadas pelo CÓDIGO do cadastro do ONS) e diz, embaixo de cada nome, quantas OUTRAS LTs ativas saem de lá — clique no nome para ir à estrela da SE. LT 345 kV Xavantes – M. Fornasaro C1 (SP): Xavantes +6 LTs ativas, M. Fornasaro +3 (lido na tela em produção em 26/09/2026). Abrir neste estado →
Ficha da LT 345 kV Xavantes – M. Fornasaro no gridAssets: as duas subestações das pontas, casadas pelo grafo da rede, com o número de outras LTs ativas de cada uma print capturado em 30/10/2026 · tela pública de usinas.brazilgrid.com Numa térmica, a ficha ganha quadros próprios. Na UTE Norte Fluminense (RJ, gás), em agosto de 2026: em Específico térmica, o “CVU declarado CCEE” traz uma linha por parcela com o último CVU declarado e a semana operativa, e o gráfico semanal em degrau da CCEE (por parcela) ao lado do CVU do ONS (por unidade de planejamento) — passe o mouse numa semana para ver os dois valores, que não se somam; logo abaixo, o “Por que gerou” mostra a barra do que a usina gerou e, logo abaixo, a do que o ONS programou; mais abaixo vêm “Restrição de operação — constrained-on e constrained-off (CCEE)”, que traz também a linha de unit commitment (MWh da CCEE em todas as horas do mês e o R$ oficial do encargo, lado a lado, nunca somados ao constrained-on — passe o mouse no rótulo para ver a fonte e a data), e “O combustível chegou?”, com o ponto de entrega de gás da ANP. Abrir neste estado →
Térmica: CVU declarado CCEE × ONS, verificado × programado, constrained-on e unit commitment da CCEE e o gás no ponto. capturado em 23/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 15.9 s Em qualquer app da plataforma, a aba vertical “Sugestão”, na borda direita, no meio da altura, abre um formulário: escreva o que faltou ou poderia ser melhor (de 3 a 2.000 caracteres), deixe o e-mail só se quiser resposta e clique em Enviar — o endereço da página em que você está vai junto, para a equipe abrir o mesmo estado. Cancelar ou Esc fecham só o formulário: a aba nunca some. Ela não aparece em app embutido (minimapa, card da landing, ?embed=). Abrir neste estado →
3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro
O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.
KPIs Abrir neste estado →
- O que significa
- Os números do período escolhido: geração real (verificada pelo ONS), geração potencial, fator de capacidade, medições inválidas, disponibilidade, curtailment e a razão do corte.
- Fonte e data
- ONS — geração verificada, geração estimada e restrição com razão, somadas por usina. O carimbo “ÚLT. DADO HÁ …” no quadro diz até quando vai o dado; horários em BRT (UTC−3).
- Armadilha
- No mês corrente o quadro é parcial (ex.: “PARCIAL 408H / 720H”) — não compare com mês fechado. O curtailment conta a semi-hora em que o ONS marca geração restrita no arquivo por usina OU publica a razão (REL, CNF, ENE) — a união dos dois sinais desde 20/09/2026. A parte ainda sem razão publicada aparece em cinza como “razão a publicar pelo ONS”: o MWh já está certo, só falta o nome.
Régua de Perdas (cascata de perdas) Abrir neste estado →
- O que significa
- A energia da usina da bruta até a contabilizada no Centro de Gravidade da CCEE, em duas linhas: a modelada e a medida. Desde 26/09/2026 a caixa do corte se divide em duas quando a usina ficou em zero sob restrição enquanto irmãs do mesmo conjunto geravam: essa parte sai de “Corte” e vira “Parada sob restrição” (selo EST) — candidata a indisponibilidade própria, não a ordem de corte.
- Fonte e data
- Cada caixa leva a etiqueta da origem — medido, calculado, estimado ou típico de literatura. A CCEE entra com o mês contabilizado mais recente, indicado no canto do quadro (ex.: “CG · 2026-07”).
- Armadilha
- A CCEE contabiliza depois do ONS: a caixa da CCEE pode estar num mês anterior ao das outras ou marcada como estimada. Confira a etiqueta antes de comparar caixas. As duas caixas somam o corte de sempre: o potencial e a coluna oficial não mudam. Em agosto de 2026, na frota eólica e solar, a parada sob restrição foi 469.505 MWh, 8,2 % do corte (medido em produção em 26/09/2026); na Morro dos Ventos II (RN), 9.609,1 dos 11.163 MWh. Desde 26/09/2026 cada caixa traz no tooltip a SUA divisão por razão (REL, CNF, ENE) em MWh e em % da própria caixa; na Parada, a razão é o rótulo do CONJUNTO naquele instante.
Potência Máxima Demonstrada — Quadros A e B e piso de detecção Abrir neste estado →
- O que significa
- Desde 26/09/2026, dentro do quadro (eólica e solar): o Quadro A mostra o p95 do melhor ano por faixa de recurso (vento ou irradiância), com a banda do teto e o joelho; o Quadro B, mês a mês, o teto e a faixa de baixo contra o melhor ano da própria usina, com o % de corte do mês no rodapé e os degraus acima do piso marcados. O estado “abaixo do pico” só acende acima do PISO de detecção da usina (3 × a variação típica mês a mês).
- Fonte e data
- ONS — geração verificada semi-horária da usina e o recurso da própria série; critério interno do BrazilGrid, sem norma. Na frota medida em produção em 26/09/2026, o joelho mediano é 900 W/m² nas solares e 10 m/s nas eólicas.
- Armadilha
- O chip “DC/AC não inferido” fica sempre visível: o teto de uma solar é cego à degradação do módulo. Degrau é rótulo de FORMA, cinza, não alarme — quase toda usina tem algum na série, e a maioria cai em mês de corte pesado (olhe o % de corte no rodapé antes de concluir que o ativo piorou). Com o piso, 97 solares e 63 eólicas saíram de “abaixo do pico”.
Validez dos dados por semi-hora Abrir neste estado →
- O que significa
- O mês inteiro em células de 30 minutos: verde válido, vermelho inválido sem estimativa (a Geração de Referência vai a zero e o corte daquela semi-hora não é contabilizado), azul preenchido via SAGER. O contorno mostra a razão do corte — e fica CINZA quando o ONS ainda não publicou a razão daquela semi-hora (“razão a publicar pelo ONS”, na tela desde 20/09/2026).
- Fonte e data
- Flag de dado inválido publicado pelo ONS, semi-hora a semi-hora; a base (Rotina Operacional RO-AO.BR.13) está citada no rodapé do quadro, com o “dado até”.
- Armadilha
- O flag é de telemetria — falha de recebimento pelo supervisório por mais de seis minutos —, não de sensor: a medição costuma existir no registrador da usina. A janela de contestação no SAGER é curta (3 dias úteis); o painel mostra a data-limite.
Falhas & desligamentos Abrir neste estado →
- O que significa
- O que está fora na subestação de conexão e no caminho até a rede básica, com vigência. Desde 26/09/2026 o quadro separa FALHA FORÇADA (vermelho, conta como alarme) de INTERVENÇÃO PROGRAMADA (azul, informativo): o PDI do ONS é programação, então aparece como “N programadas em curso” e não acende o alarme.
- Fonte e data
- ONS (COIG / PDI), com o horário da última verificação no cabeçalho do quadro.
- Armadilha
- “Nenhuma em curso” vale para a janela indicada no quadro. Para explicar um corte REL passado, cruze a data do evento com o período dos KPIs. Em 26/09/2026 00:40 UTC havia 23 falhas forçadas (COIG) e 648 intervenções programadas (PDI) vigentes; antes, as 416 do PDI com desligamento acendiam o alarme e o chip de intervenção de 83 usinas — hoje ele acende só por falha forçada (14 usinas naquela hora).
Corte do vizinho (ficha da SE) Abrir neste estado →
- O que significa
- Quanto as eólicas e solares já conectadas à SE foram cortadas, por razão (REL, CNF, ENE), mês a mês e por barra; o clique numa barra abre as usinas dela.
- Fonte e data
- ONS (restrição × geração verificada), soma por usina, janela de 12 meses ou 90 dias, com “dado até” no quadro.
- Armadilha
- O total conta a semi-hora com geração restrita marcada pelo ONS ou com razão publicada; a parte ainda sem razão entra em cinza, como “razão a publicar pelo ONS”. O valor sem esse filtro, a telemetria inválida e o efeito de agregar por usina em vez de por conjunto aparecem no rodapé como não contabilizados — nunca somar ao total.
Alertas ativos agora Abrir neste estado →
- O que significa
- Chips sempre visíveis: apagados quando não há nada, acesos quando há evento em curso (chuva, vento, raio, fogo, medição inválida, risco SAGER…).
- Fonte e data
- Cada chip diz a sua fonte e o critério no tooltip, com o horário do dado que o acendeu.
- Armadilha
- Chip de raio apagado significa que o satélite não detectou descarga naquele momento — não que a operação está segura.
Para entrar (ficha da SE) — quem responde por cada setor de tensão Abrir neste estado →
- O que significa
- Quem é o dono do módulo geral da subestação, o interlocutor de quem quer entrar ali — e, desde 20/09/2026, POR SETOR DE TENSÃO: a mesma SE pode ter um responsável no pátio de 230 kV e outro no de 500 kV. A coluna “Responde pelo setor” mostra os dois.
- Fonte e data
- ONS — cadastro de módulos e condomínio de subestação. Medido em 20/09/2026: 713 SEs com módulo geral de rede básica, 780 pares (SE, tensão) e 67 SEs com módulo em dois ou mais setores.
- Armadilha
- Em 61 SEs (8,6%) algum setor tinha dono diferente do que a tela mostrava antes — na BACFO a SE aparecia como AXIA Nordeste (pátio de 230 kV) e quem responde pelo 500 kV é a ISA Energia Brasil. O dono principal da SE não mudou: olhe a linha do SEU setor antes de procurar interlocutor.
Continuidade DEC/FEC por causa (quadro Distribuição) Abrir neste estado →
- O que significa
- Quanto tempo (DEC) e quantas vezes (FEC) o conjunto de unidades consumidoras ficou sem energia em 12 meses, contra o limite anual — e, desde 20/09/2026, decomposto por CAUSA dos dois lados da fronteira. O expurgo aparece em bloco separado, nunca somado ao oficial. Desde 26/09/2026 o mesmo DEC/FEC aparece no conjunto, no grupo e no operador, no fim do quadro Distribuição (BDGD): conta os conjuntos de unidades consumidoras por estado contra o limite (acima, dentro, indeterminado, sem limite) e com violação já certa no ano, e lista do mais perto do limite para o mais longe.
- Fonte e data
- ANEEL — indicadores de continuidade por conjunto de unidades consumidoras; a competência e a data do arquivo estão no rodapé do quadro.
- Armadilha
- DEC = DECIP + DECIND (interrupção programada + não programada), identidade que fecha em 3.259 dos 3.262 conjuntos (99,91%); resíduo acima de 0,05 h aparece na tela. As quatro parcelas do expurgo são DISJUNTAS desde 20/09/2026 — antes elas se sobrepunham e somavam 9,00 h onde o real é 8,66 h (conjunto OESTE, da Coprel). No agregado o DEC NÃO é somado nem tirado média — cada conjunto é uma área com limite próprio; a usina entra pelo PIOR conjunto a que se liga. Grupo Engie, competência 07/2026 (arquivo ANEEL de 05/09/2026): 7 conjuntos, 2 acima do limite em 12 meses e 1 com violação já certa (Lajinha 1, 16,55 h no ano contra limite de 14 h) (lido em produção em 26/09/2026).
Energia não suprida (quadro Saúde da rede da SE) Abrir neste estado →
- O que significa
- Quanta energia o estado deixou de receber no mês por causa de perturbação com corte de carga, em MWh — o custo do corte, que os indicadores de robustez contam mas nunca valoram. Na tela desde 20/09/2026.
- Fonte e data
- ONS — registro de interrupção de carga, por estado, com o mês no quadro; a UF do conjunto de unidades consumidoras da ficha também foi corrigida em 20/09/2026.
- Armadilha
- “—” é mês SEM publicação de interrupção, não mês sem corte: até 19/09/2026 esse vazio virava zero em 3.214 de 6.334 linhas. E a contagem de cortes do indicador de robustez do ONS é inflada: 6.624 publicados contra 1.652 reais em 90 meses (fator 4,01).
Por que gerou — verificado × programado pelo ONS (térmica) Abrir neste estado →
- O que significa
- Duas barras com as mesmas cores por motivo de despacho (mérito, inflexibilidade pura, unit commitment, razão elétrica, geração de substituição…) e escala comum: em cima o que a usina gerou, embaixo o que o ONS programou. O chip “verificado − programado” diz, com sinal, quanto a usina ficou acima (positivo) ou abaixo (negativo) do programado. Na tela desde 22/09/2026.
- Fonte e data
- ONS — Geração Térmica por Motivo de Despacho (horária), somada no mês; a linha de procedência embaixo do quadro diz “dado de DD/MM/AAAA BRT”. Na GNA II, agosto de 2026: 247,2 GWh verificados contra 439,7 GWh programados, chip −192,6 GWh, 100% por inflexibilidade pura (API em produção, 22/09/2026).
- Armadilha
- É atribuição por termo, não balanço: quando a soma dos termos do ONS não fecha o total programado, o resíduo aparece com sinal (acima de 0,5%) e nunca é redistribuído; termo sem publicação é “sem informação”, nunca zero. O antigo quadro “Despacho por componente” saiu da tela em 22/09/2026 porque contava duas vezes (+6,7%).
CVU (Específico térmica) Abrir neste estado →
- O que significa
- O custo variável unitário da usina em R$/MWh. A etiqueta verde “sem. DD/MM/AA” embaixo do valor diz que ele é o CVU SEMANAL do ONS daquela semana operativa; etiqueta cinza é o CVU declarado no PMO (NEWAVE), usado só quando falta o semanal. O quadro Margem Operacional compara o CVU com o CMO do mês.
- Fonte e data
- ONS — CVU semanal por unidade de planejamento; NEWAVE do PMO como reserva. Na GNA II, lido em 22/09/2026: R$ 927,35/MWh na semana de 19/09/2026, contra R$ 768,85 do PMO de agosto de 2026.
- Armadilha
- Até 22/09/2026 a consulta do CVU semanal falhava calada e a ficha mostrava sempre o do PMO. Compare a etiqueta antes de comparar duas usinas: semanal e PMO não são a mesma régua.
Restrição de operação — constrained-on e constrained-off (CCEE) Abrir neste estado →
- O que significa
- Constrained-on: geração que o ONS mandou fazer por restrição da rede, fora da ordem de mérito. Constrained-off: geração que a térmica deixou de fazer por restrição. Energia (MWh) e encargo recebido (R$) lado a lado, os 12 últimos meses mês a mês e, nas horas de constrained-on, por que a usina gerou segundo a CCEE. Na tela desde 22/09/2026.
- Fonte e data
- CCEE — geração horária por usina (dados abertos; MWh = soma mensal nossa) e encargos recebidos por usina (R$ oficial, copiado sem transformação). As duas bases não andam juntas: o rodapé mostra o “dado até” de cada uma. Na Norte Fluminense, 08/2025–07/2026, lido em 22/09/2026: constrained-on 443 MWh (3 horas, em fevereiro de 2026) e R$ 141 mil; constrained-off 8.125 MWh e R$ 1,9 milhão; MWh até 07/2026, R$ até 02/2026.
- Armadilha
- Não divida R$ por MWh: o encargo é líquido da receita de PLD, então energia × CVU não reproduz o valor pago. Não existe código de razão (REL/CNF/ENE) para constrained-on. Barra tracejada é mês sem dado horário (ausência, não zero). Só aparece para térmica com CVU declarado na CCEE.
O combustível chegou? — ponto de entrega de gás (ANP) Abrir neste estado →
- O que significa
- O ponto de entrega do gasoduto de transporte que atende a usina, com o volume solicitado, programado e realizado no período, a alocação, quem entrega (carregador e contrato) e o r de Pearson entre o volume diário do ponto e a geração diária da usina (“O ponto explica a geração?”). Na tela desde 22/09/2026.
- Fonte e data
- ANP — movimentação diária de gás natural em gasodutos de transporte (dados consolidados, 2021-01 a 2026-08); o par ponto↔usina é curado à mão. Na Norte Fluminense, agosto de 2026, lido em 22/09/2026: r = 0,995 em 2.066 dias pareados, 34.262,2 mil m³ realizados contra 33.579,1 mil m³ solicitados (alocação 102%), Petrobras e J&F como carregadores.
- Armadilha
- Volume zero no ponto NÃO é falta de gás: o gás pode chegar por campo, GNL próprio ou distribuidora, que a ANP não publica (a Uruguaiana gerou em 52 dias, até 549 MW, sem volume no ponto). Usina sem ponto recebe a resposta “não atendida por gasoduto de transporte regulado pela ANP” — cobertura de 19 das 52 térmicas a gás (9,50 de 18,28 GW). Não existe margem de escoamento de gás: a ANP publica fluxo, não capacidade.
Econômico — dívida e cobertura (indicativo): DSCR Abrir neste estado →
- O que significa
- O índice de cobertura do serviço da dívida da usina, montado só com dado público: (receita 12 m − opex 12 m) ÷ serviço da dívida 12 m, com faixa de sensibilidade e estresse. Desde 23/09/2026 a TUST do opex sai com o desconto no fio publicado pela CCEE: a linha “TUST com desconto de X% no fio (CCEE)” diz o percentual e o mês.
- Fonte e data
- Dívida: SND/B3 (CVM) e leilões da ANEEL; receita: ONS; opex: EPE; desconto no fio: CCEE, cadastro mensal da parcela de usina (percentual de desconto). Na Caetité D, lido em produção em 24/09/2026: desconto de 50% publicado para 07/2026, parcela única.
- Armadilha
- É indicador com dado público, não parecer de crédito. Sem publicação da CCEE a TUST entra cheia e a linha diz “TUST sem informação de desconto (tarifa cheia)” — nunca 50% presumido. No conjunto, no grupo e no operador o quadro diz em quantas usinas o desconto foi aplicado e em quantas não há informação; quando uma entrada não carrega, o DSCR aparece como “não calculado”, nunca zero.
Ramal de linha — terminal indireto (ficha da LT) Abrir neste estado →
- O que significa
- Nos ramais de linha o ONS publica o terminal “para” vazio: o ramal termina numa derivação de outra LT ou num nó do modelo, não numa subestação. Desde 23/09/2026 o cabeçalho da LT mostra esse terminal lido do nome do equipamento, com o selo “terminal indireto” e o link da LT de origem (no exemplo, o ramal de Jaru deriva da LT Samuel – Ji-Paraná C-1).
- Fonte e data
- ONS — cadastro de linhas de transmissão, nome do equipamento, carga de 23/09/2026; a ficha carimba fonte, data e método. Medido em produção em 24/09/2026: 48 de 2.339 LTs correntes, todas ramais — 16 derivações em LT (15 com a LT de origem casada) e 32 nós do modelo.
- Armadilha
- O terminal indireto nunca vira terminal de subestação. O quadro Leilões do ramal fica sem lote próprio e lista, rotuladas como dela, as obras da LT de origem.
4Etapa 4 — Teoria e fórmulas
Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.
Curtailment — por usina, com o gate do ONS (flag ∪ razão)
Curtailment (MWh) = Σ_t max(Est_t − Ver_t ; 0) × 0,5 h
somando só as semi-horas t sob restrição, pelo gate do ONS:
flag de geração restrita = 1 OU razão publicada (REL, CNF, ENE)
antes de 2024 a flag não existe — vale só a razão
Est = geração estimada pelo ONS (MW) · Ver = geração verificada (MW)
Curtailment % = Curtailment ÷ Σ Est do período
O máximo é aplicado usina a usina e semi-hora a semi-hora: a semi-hora em que a usina gerou acima do estimado não desconta o corte de outra. O filtro de razão separa corte de erro de estimativa — sem ele, a mesma conta sobre toda a série eólica e solar dá 128,24 TWh em vez de 85,32 TWh (+50%; medição em produção de 13/09/2026, série 01/10/2021–12/09/2026). Desde 20/09/2026 o gate é a UNIÃO de dois sinais do próprio ONS: a flag de geração restrita do arquivo por usina, que chega em D−1 e existe de 2024 em diante, e a razão do arquivo por conjunto. A união entrou porque a flag sozinha apagava corte que a fonte rotula — 104 semi-horas e 274,638 MWh da UFV Assú V, medido em produção em 20/09/2026. A série 2024–2026 não muda; o que mudou foi 17 e 18/09/2026, que apareciam com corte ZERO (lendo como “dia sem corte”) e passaram a mostrar 488.424 MWh. É o termo Gfrust (geração frustrada) da fórmula de ressarcimento.
Base: Fórmula GESS da REN ANEEL 1.109/2024: min[max(Econt − Gver; 0); Gfrust]; apuração semi-horária da RO-AO.BR.13 (ONS); tooltip Curtailment do quadro KPIs; gate flag ∪ razão (B322) em produção desde 20/09/2026.
Fator de capacidade em três leituras
FC entregue = Geração verificada ÷ (Potência nominal × horas do período)
FC potencial = Geração de Referência ÷ (Potência nominal × horas)
FC perdido = Curtailment ÷ (Potência nominal × horas)
O entregue é o fator de capacidade oficial do ONS (marcado com ★ no quadro) e cai quando a usina é cortada. O potencial diz quanto ela geraria sem restrição; o perdido é a parte atribuída à restrição apurada pelo ONS, aberta por razão (REL, CNF, ENE).
Base: Tooltips do quadro KPIs; disponibilidade baseada em produção da IEC 61400-26 (eólica) e da IEC TS 61724-3 (solar).
Por que a soma por usina dá mais que a do ONS (diferença de método)
Σ_u max(Est_u − Ver_u ; 0) ≥ max(Σ_u Est_u − Σ_u Ver_u ; 0)
soma por usina soma por conjunto (apuração do ONS e régua do contador)
O ONS soma as usinas do conjunto antes de aplicar o máximo; usina a usina, a que gerou acima da própria estimada não compensa a que foi cortada. A desigualdade garante que a soma por usina dá mais, mas não diz que essa diferença é energia: a maior parte é erro da geração estimada de cada usina (revisão BrazilGrid B343, 24/09/2026, com teste de corte sintético de verdade conhecida). No SIN, série inteira, a soma por usina dá 3,4% a mais (2,88 TWh; gridCurt em produção, 24/09/2026 20:30 UTC). Por isso o contador usa a soma por conjunto, e o corte por usina serve para analisar o ativo, nunca como total.
Base: RO-AO.BR.13 (apuração por conjunto); REN ANEEL 1.030/2022 Art. 16 §4º (frustração da usina = rateio da do conjunto); revisão BrazilGrid B343.
Medição inválida, Referência zerada e o que dá para recuperar
Cores: verde = válida · vermelho = flag 1 E estimada 0 (Referência zerada, corte fora da conta) · azul = flag 1 E estimada > 0 (substituída pelo ONS, corte contabilizado) · cinza = não ingerido
Semi-hora silenciada: flag de dado inválido = 1 E geração estimada = 0
Med. inválidas % = semi-horas silenciadas ÷ semi-horas do período
Recuperável = max(P_usina × FC das irmãs válidas − Ver ; 0) × 0,5 h × PLD da hora
Quando a telemetria falha e o ONS não tem estimativa, a Geração de Referência da usina vai a zero e o corte daquela semi-hora sai da conta. Flag 1 com estimativa maior que zero não é problema: o ONS já substituiu o valor. Para estimar o recuperável, reconstruímos a referência pelo fator de capacidade das usinas irmãs válidas do mesmo conjunto — é referência para conferir a sua série, não para enviar como medição. O contorno da célula mostra a razão do corte (REL, CNF ou ENE). Célula vermelha com contorno é corte que não entrou na conta; célula azul com contorno é corte que entrou. O flag de dado inválido é de telemetria, não de sensor: significa que o envio falhou por mais de seis minutos na semi-hora. Na maioria dos casos a medição existe no registrador da usina.
Base: RO-AO.BR.13 Rev.09: item 5.2.2.5 (referência zerada), 5.2.2.6 (dado substituto com medição própria) e 7.1 (dado idêntico entre usinas do conjunto é critério de invalidez); quadro Melhoria potencial — recuperação SAGER.
Preencher a série no SAGER com as usinas irmãs
Ordem de preferência do dado substituto: 1) registro da própria usina → 2) melhor irmã do mesmo conjunto → 3) piso meteorológico
Ranking das irmãs: cobertura do período · MWh recuperáveis · correlação histórica · distância
Janela ordinária de contestação: 3 dias úteis
Quando a medição não chega, o ONS aceita reconstrução a partir de séries de usinas do mesmo conjunto — as irmãs. O painel ranqueia as irmãs por cobertura do período e por MWh recuperáveis, com a correlação histórica e a distância de cada uma, e classifica a defensibilidade da escolha. Baixe a série combinada já no formato de envio, ou o modelo em branco se preferir preencher com o seu próprio registro — e depois envie o seu CSV para conferência. A janela ordinária de contestação é de 3 dias úteis. Fora dela, o período só volta a ser apurável se uma janela retroativa for aberta por norma. O app rastreia por conta própria as revisões que o ONS faz depois do envio — a Geração de Referência restaurada aparece no painel, com data.
Base: RO-AO.BR.13 Rev.09: item 5.2.2.6 (dado substituto, com a medição própria em primeiro lugar) e 7.1 (dado idêntico entre usinas do conjunto é critério de invalidez); quadro Melhoria potencial — recuperação SAGER.
Franquia REL: o que é ressarcível
Horas REL do ano = minutos em restrição REL publicados pelo ONS, no conjunto, acumulados desde 1º de janeiro
Ressarcível no regime ordinário = só o que passa da franquia anual
Franquia 2026 aplicada pelo ONS: 110 h (eólica) · 55 h (solar)
Base normativa: 78 h (eólica) · 30 h 30 min (solar)
REL (indisponibilidade externa de rede) é ressarcível acima da franquia; a franquia é anual, não mensal. CNF só pela Lei 15.269/2025, para eventos de 01/09/2023 a 25/11/2025, via Termo de Compromisso — pagamento hoje suspenso por cautelar da ANEEL. ENE (sobreoferta) não é ressarcível. Onde o ONS não publica os minutos, contamos a semi-hora inteira e o quadro avisa.
Base: REN ANEEL 1.030/2022 Art. 16 §2 e §3 (eólica) e Art. 20-D §2 e §3 (solar); painel do ONS de horas de indisponibilidade média das funções de transmissão, ciclo 2021/2025, consultado em 13/09/2026; Lei 15.269/2025 Art. 1º-B; Despacho ANEEL 148/2026.
Taxa de corte da SE (Corte do vizinho)
Taxa = Corte ÷ (Corte + Geração verificada)
Corte = Σ curtailment (com razão de restrição) das eólicas e solares conectadas à SE, em 12 meses ou 90 dias
É a fração da energia possível que a vizinhança elétrica perdeu. Na Igaporã III: 728,0 ÷ (728,0 + 1.553,6) = 31,9% — a missão 3 da trilha do desenvolvedor.
Base: Mesma definição de curtailment da ficha da usina; dados do ONS.
A 4ª fatia: “razão a publicar pelo ONS”
Razão da semi-hora = razão do arquivo POR CONJUNTO do ONS
sem ela → razão do arquivo INTRA-SEMI-HORA do ONS
sem as duas → PEND (“razão a publicar pelo ONS”), fatia CINZA
O MWh do corte NÃO muda: só a divisão entre REL, CNF e ENE fica provisória
O corte é apurado no arquivo por usina, que chega em D−1; o nome da razão vem do arquivo por conjunto, que pode atrasar — foi o que aconteceu em 17 e 18/09/2026. Quando atrasa, a semi-hora entra como PEND, em cinza de propósito: PEND não é uma razão, é a ausência de uma. Sem essa fatia, quem abrisse o total em REL/CNF/ENE veria menos energia do que o contador ao lado, e duas réguas diferentes lado a lado leem como defeito de dado. O quadro carimba até quando a razão oficial do ONS foi publicada.
Base: RO-AO.BR.13 (ONS); arquivos de restrição por usina, por conjunto e intra-semi-hora do ONS; regra do BrazilGrid em produção desde 20/09/2026.
Verificado × programado por motivo de despacho
Programado = Σ termos do ONS (mérito, inflexibilidade pura e embutida, unit commitment, razão elétrica, …) + resíduo
Desvio = Geração verificada − Geração programada (MWh no mês)
> 0 → a usina gerou acima do programado (redespacho para cima)
< 0 → abaixo
% do termo = termo ÷ total, calculado separado no verificado e no programado
As duas barras usam a mesma identidade do ONS, uma sobre o verificado e outra sobre o programado, e a mesma escala: o comprimento mostra o redespacho. O resíduo (a parte que os termos publicados não explicam) só aparece acima de 0,5% e sempre com sinal. A janela de 12 meses ganha a mesma leitura na linha “Em 12 meses”.
Base: ONS — Geração Térmica por Motivo de Despacho, colunas verificadas (val_verif*) e programadas (val_prog*); decomposição do BrazilGrid em produção desde 22/09/2026 (B327).
Constrained-on térmico: energia e dinheiro, lado a lado
Energia on (MWh) = Σ_h GERACAO_RESTRICAO_OPERATIVA_CONST_ON (horas publicadas pela CCEE)
Energia off (MWh) = Σ_h ENERGIA_AJUSTADA_ENCARGO_RESTRICAO_OPERATIVA (desde 06/2024)
R$ = encargo de serviços do sistema recebido pela usina (valor oficial)
Unit commitment (linha própria, nunca somada ao constrained-on): MWh = Σ_h GERACAO_UNIT_COMMITMENT (todas as horas do mês); R$ = ENCARGO_REST_OP_UNIT_COMT (valor oficial)
Atribuição da hora: geração = mérito + inflexibilidade + unit commitment + … + constrained-on + resíduo
MWh e R$ vêm de bases diferentes da CCEE e nunca são convertidos um no outro. A divisão por motivo é a atribuição que a própria CCEE publica, hora a hora; na validação em produção de 22/09/2026, sobre a base inteira, ela fechou exata em 66,8% das horas — no resto, o resíduo aparece somado em módulo. A base tinha 142 parcelas térmicas, 2.621.941 MWh de constrained-on e R$ 1.835,5 milhões de encargo on.
Base: CCEE — geração horária por usina e encargos por usina (dados abertos); modelo agg_ccee_restricao_operativa_usina_mes validado em produção em 22/09/2026; unit commitment de fact_ccee_unit_commitment_parcela_mes.
Gás: alocação e o elo ponto ↔ usina
Alocação (%) = Σ volume realizado ÷ Σ volume solicitado × 100 (nunca média de percentuais diários)
Elo = r de Pearson (volume diário no ponto, geração diária da usina), nos dias pareados
r ≥ 0,90 → acompanha a usina · parcial · ponto compartilhado · sem variação · sem base
A alocação é contratual — quanto do solicitado o transportador confirmou para o carregador —, não o uso físico do duto. O r separa “o ponto acompanha a usina” de “o ponto é da usina”: dos 19 pares curados, 14 têm r ≥ 0,90, 2 são parciais e em 3 o ponto não explica a usina (medição de 22/09/2026). Nenhum par é casado por município: essa regra acerta 34% e chega a ligar uma usina ao ponto de outra.
Base: ANP — movimentação diária em gasodutos de transporte; seed curado seed_xwalk_anp_ponto_usina (23 linhas: 19 pares e 4 rejeições documentadas), 22/09/2026 (B324).
Corte, parada sob restrição e restrição não vinculante
Só nas semi-horas com razão de restrição, por usina:
vinculante = corte > 0 e a usina gerou; ou usina E conjunto inteiro em zero
parada = corte > 0, verificada ≤ 0 e alguma irmã do conjunto gerando no mesmo instante
não vinculante = rotulada, mas corte = 0 (gerou ≥ estimada) — só contagem
Caixa “Corte” = Σ vinculante · Caixa “Parada sob restrição” = Σ parada · as duas somam o val_curtailment
A ordem do ONS vale para o conjunto: se ela não zerou as irmãs, o zero desta usina é mais provável indisponibilidade própria do que corte. Por isso a parte parada é preservada numa caixa própria, nunca apagada, e a ordem de zerar o conjunto inteiro continua sendo corte. Se a consulta do gate falhar, a régua volta à caixa única de sempre e registra a falha.
Base: ONS — restrição por usina (val_curtailment, com o gate por razão); regra BrazilGrid em produção desde 26/09/2026 (B212).
5Etapa 5 — De onde vêm os dados
A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.
Geração verificada, geração estimada, razão e flag (semi-horários, por usina)
- Fonte e data
- ONS — Dados Abertos: restrição de operação por constrained-off de usinas eólicas e fotovoltaicas, com geração verificada, geração estimada, razão da restrição (REL, CNF, ENE) e flag de dado inválido.
- Como obtemos e com que frequência
- Coleta automática diária do repositório público do ONS para o nosso banco de dados, transformada até a tabela por usina que todos os apps leem; horários exibidos em BRT (UTC−3). O dado costuma chegar até dois dias antes de hoje (em 19/09/2026: até 17/09/2026 23:30 BRT).
- Limitação
- O ONS reescreve meses já fechados quando recalcula a referência, sem mudar a contagem de linhas. Conferimos partições antigas contra a fonte e reingerimos as divergentes — por isso um número medido antes de uma reingestão pode não se reproduzir depois. Desde ago/2026 o ONS publica duas flags de invalidez; usamos a do supervisório (a de toda a série) e guardamos a final à parte.
Cadastro: potência, conjunto, ponto de conexão, garantia física
- Fonte e data
- ONS (cadastro de usinas e conjuntos) e ANEEL (SIGA: potência fiscalizada e garantia física), ligados pelo CEG.
- Como obtemos e com que frequência
- Coleta periódica; a ficha junta as fontes pelo CEG da usina.
- Limitação
- Cadastro e operação do ONS são dois relógios: quando o ONS reagrupa ou recodifica um conjunto, a restrição antiga fica no código antigo. Uma tabela de apelidos de conjunto evita perder esse histórico.
Geração contabilizada e PLD
- Fonte e data
- CCEE — geração contabilizada no Centro de Gravidade e PLD horário por submercado.
- Como obtemos e com que frequência
- Coleta periódica dos dados públicos da CCEE.
- Limitação
- A CCEE contabiliza depois do ONS: o mês mais recente pode ainda não estar publicado, e o quadro marca a caixa como estimada ou projetada.
Falhas, desligamentos e alertas
- Fonte e data
- ONS (PDI — desligamentos programados; COIG — ocorrências de geração), satélite GOES-19 (raios GLM, fogo FDCF, chuva RRQPEF, convecção DSIF) e INPE (queimadas).
- Como obtemos e com que frequência
- Coleta contínua ao longo do dia; cada chip mostra o horário do dado que o acendeu.
- Limitação
- Satélite detecta, não garante: ausência de detecção não é ausência de evento. O PDI é programação e pode trazer datas futuras. O PDI é programação (intervenção agendada), não falha: desde 26/09/2026 ele é informativo e só a falha forçada do COIG conta como alarme.
Despacho térmico por motivo e CVU semanal
- Fonte e data
- ONS — Dados Abertos: Geração Térmica por Motivo de Despacho (horária, verificada e programada) e CVU semanal por unidade de planejamento; NEWAVE do PMO para o CVU de reserva.
- Como obtemos e com que frequência
- Coleta automática do repositório público do ONS; a ficha soma o mês e mostra o “dado de” na linha de procedência.
- Limitação
- O ONS publica termos que nem sempre fecham o total: o resíduo fica à vista. Térmica que o ONS não despacha centralizadamente não tem essa decomposição.
Restrição de operação das térmicas (constrained-on/off)
- Fonte e data
- CCEE — dados abertos de geração horária por usina (colunas de restrição operativa) e de encargos de serviços do sistema recebidos por usina.
- Como obtemos e com que frequência
- Coleta periódica; energia somada por mês pelo BrazilGrid, R$ copiado. As duas bases têm datas diferentes (Norte Fluminense em 22/09/2026: MWh até 07/2026, R$ até 02/2026).
- Limitação
- A energia de constrained-off é identificada por evidência estatística, não pelo dicionário da CCEE, e só existe desde 06/2024. Só térmica com CVU declarado aparece.
Entrega de gás no ponto
- Fonte e data
- ANP — movimentação diária de gás natural em gasodutos de transporte (dados consolidados), 68 meses, de 2021-01 a 2026-08: 215 pontos de entrega.
- Como obtemos e com que frequência
- Carga mensal no nosso banco, todas as colunas publicadas guardadas; o par ponto↔usina vem de uma tabela curada com a evidência de cada par.
- Limitação
- A ANP renomeou colunas no meio da série e escreve negativos como “- 55,49”; “-” e “#N/D” viram ausência, nunca zero. Dia sem publicação é ausência, não entrega zero.
6Etapa 6 — Melhorias possíveis
O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
- Espanhol no gridAssets. Medido em 19/09/2026, a interface abria em português mesmo com ?lang=es. Desde 20/09/2026 a escolha de idioma viaja da landing para os apps (cookie bg_lang em .brazilgrid.com), então escolher espanhol na landing e abrir o gridAssets mantém o espanhol; quadro que ainda saia em português é tradução faltando, não a escolha se perdendo.
- Base ressarcível oficial em toda a série. A frustrada pela Geração de Referência Final do ONS só aparece onde o ONS publica essa coluna; o quadro mostra a cobertura. Ela cresce à medida que o ONS publica.
- Franquia aplicada de anos anteriores. Só o valor aplicado de 2026 está arquivado com fonte; os anos anteriores usam a base normativa, rotulada como tal. Arquivar os ciclos anteriores do painel do ONS fecha essa lacuna.
- Aviso de mês revisado pelo ONS. Hoje vigiamos e reingerimos os meses que o ONS reescreve; mostrar na ficha quando um mês foi revisado ajudaria quem compara números de datas diferentes.
- Fechar a razão de 17 e 18/09/2026. Os dois dias entraram com o corte certo pela flag do ONS, mas parte da divisão por razão veio do arquivo intra-semi-hora. Quando o ONS publicar o arquivo por conjunto daqueles dias, a fatia cinza vira REL, CNF ou ENE sozinha.
- Gás das térmicas sem ponto na ANP. 33 das 52 térmicas a gás recebem gás de campo, GNL de terminal próprio ou da distribuidora, que a ANP não publica; fontes indiretas (terminais de GNL, distribuidoras estaduais) fechariam parte dessa lacuna.