Manual dos Apps

Como usar cada tela, do primeiro clique ao envio da série — dados públicos do ONS, sem cadastro e sem instalação

Todos os aplicativos são abertos e leem dados públicos (ONS, CCEE, ANEEL, INMET, CEMADEN, GOES). Nada é instalado e nenhum dado da sua operação é enviado para cá. Os horários aparecem sempre em BRT (UTC−3). Este manual não substitui os Procedimentos de Rede do ONS: quando o app cita um item de norma, o item é o que vale. Em qualquer app, a aba “Sugestão” na borda direita manda um recado direto para a equipe — o e-mail é opcional, só se quiser resposta.

Índice

  1. gridAssets — ativos, alarmes e medição Guia interativo
  2. gridAssets · país — Chile, Colômbia, Peru, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia Guia interativo
  3. gridCurt — o corte do SIN e o relatório do seu parque Guia interativo
  4. gridMap — o mapa do sistema Guia interativo
  5. gridOne — mapa e analítica na mesma tela Guia interativo
  6. gridBESS — armazenamento Guia interativo
  7. gridAlerts — raios e tempo severo no Telegram Guia interativo
  8. Trilhas por perfil — missões com resposta
  9. Medição inválida, Referência zerada e o que dá para recuperar
  10. Preencher a série no SAGER com as usinas irmãs
  11. Glossário curto

gridAssets — ativos, alarmes e medição

Guia interativo

revisado em 02/10/2026

A ficha de cada usina, subestação e linha do SIN: alarme de agora, KPIs do mês, validez da medição, previsão e rede do ponto de conexão.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: A ficha de cada usina, conjunto, subestação e linha do SIN, montada com dado público do ONS, da CCEE e da ANEEL: o que acontece agora, os números do mês e de onde vem cada um.

Faça agora: Digite o nome de uma usina na busca do topo da home e abra a ficha. Exemplo: “Caetité D”, eólica de 50,4 MW na Bahia.

Buscar e abrir a ficha de uma usina. capturado em 22/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 9.6 s

Abrir a busca →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. Abra a ficha. O quadro Cadastro, no topo, diz quem é o ativo: CEG, potência, operador, grupo, conjunto e ponto de conexão (na Caetité D, SE Igaporã III, 230 kV). Na linha Proprietário (cadastro ANEEL), quando o empreendimento tem mais de um CNPJ titular, a ficha mostra o sócio majoritário com o percentual e o número de sócios — “sócio majoritário (x %, 1 de N sócios)”, desde 23/09/2026; a dívida continua casada pelo CNPJ da SPE. Abrir neste estado →

  2. Escolha o período. O link abre agosto de 2026 (parâmetro ?mes=2026-08 na URL); na tela, as setas ‹ › do quadro KPIs trocam o mês e os botões M · D · I alternam mês, dia e intervalo. Abrir neste estado →

    Ler os tooltips e trocar o mês no quadro KPIs. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 11.1 s
  3. Passe o mouse sobre Corte e sobre Razão do Corte: o tooltip diz como o número é calculado e em que norma se apoia. Abrir neste estado →

  4. Desça até Melhoria potencial — recuperação SAGER e, logo abaixo, Validez dos dados por semi-hora: o mês inteiro, célula a célula. Abrir neste estado →

    Validez por semi-hora e recuperação SAGER. capturado em 20/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 10.2 s
  5. Siga para o ponto de conexão: na ficha da SE, o quadro Corte do vizinho mostra quanto as usinas que já chegam ali foram cortadas, por razão e por barra. Clique numa barra para ver as usinas dela. Abrir neste estado →

    Corte do vizinho: do total da SE à barra e às usinas. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 9.2 s
  6. Compartilhe o estado: a URL guarda o mês (?mes=), o dia (?dia=), o intervalo (?ini= e ?fim=) e o quadro (#…). Quem abrir o link cai no mesmo lugar.

  7. Abra um grupo, operador ou financiadora: desde 25/09/2026 a página abre na aba “Todos”, com as usinas de TODAS as fontes numa lista só, e as abas por fonte (EOL, UFV, UHE, UTE, SE, LT) ficam ao lado para filtrar. Engie: 157 ativos, 18,9 GW — Todos 194 itens, EOL 88, UFV 52, UHE 16, UTE 1, SE 14, LT 23 (lido na tela em produção em 26/09/2026). Se uma fonte falha na consulta, o aviso aparece acima da lista; ela não some calada. Desde 02/10/2026 a lista de ativos, as SEs, as LTs e o SAGER do grupo ficam em quadros com barra própria (clique no título para recolher); todos começam abertos — recolhendo tudo, a página do grupo cabe em cerca de duas telas (Voltalia: 1,9 tela, medido no build de 02/10/2026). Abrir neste estado →

    Página do grupo Engie no gridAssets aberta na aba Todos, com as abas por fonte (EOL, UFV, UHE, UTE, SE e LT) e o mapa dos ativos
    Página do grupo Engie no gridAssets aberta na aba Todos, com as abas por fonte (EOL, UFV, UHE, UTE, SE e LT) e o mapa dos ativos print capturado em 30/10/2026 · tela pública de usinas.brazilgrid.com
  8. Na ficha de uma LT, o esquema do topo liga as duas subestações das pontas pelo grafo da rede (casadas pelo CÓDIGO do cadastro do ONS) e diz, embaixo de cada nome, quantas OUTRAS LTs ativas saem de lá — clique no nome para ir à estrela da SE. LT 345 kV Xavantes – M. Fornasaro C1 (SP): Xavantes +6 LTs ativas, M. Fornasaro +3 (lido na tela em produção em 26/09/2026). Abrir neste estado →

    Ficha da LT 345 kV Xavantes – M. Fornasaro no gridAssets: as duas subestações das pontas, casadas pelo grafo da rede, com o número de outras LTs ativas de cada uma
    Ficha da LT 345 kV Xavantes – M. Fornasaro no gridAssets: as duas subestações das pontas, casadas pelo grafo da rede, com o número de outras LTs ativas de cada uma print capturado em 30/10/2026 · tela pública de usinas.brazilgrid.com
  9. Numa térmica, a ficha ganha quadros próprios. Na UTE Norte Fluminense (RJ, gás), em agosto de 2026: em Específico térmica, o “CVU declarado CCEE” traz uma linha por parcela com o último CVU declarado e a semana operativa, e o gráfico semanal em degrau da CCEE (por parcela) ao lado do CVU do ONS (por unidade de planejamento) — passe o mouse numa semana para ver os dois valores, que não se somam; logo abaixo, o “Por que gerou” mostra a barra do que a usina gerou e, logo abaixo, a do que o ONS programou; mais abaixo vêm “Restrição de operação — constrained-on e constrained-off (CCEE)”, que traz também a linha de unit commitment (MWh da CCEE em todas as horas do mês e o R$ oficial do encargo, lado a lado, nunca somados ao constrained-on — passe o mouse no rótulo para ver a fonte e a data), e “O combustível chegou?”, com o ponto de entrega de gás da ANP. Abrir neste estado →

    Térmica: CVU declarado CCEE × ONS, verificado × programado, constrained-on e unit commitment da CCEE e o gás no ponto. capturado em 23/09/2026 · gravação da tela pública de usinas.brazilgrid.com · 15.9 s
  10. Em qualquer app da plataforma, a aba vertical “Sugestão”, na borda direita, no meio da altura, abre um formulário: escreva o que faltou ou poderia ser melhor (de 3 a 2.000 caracteres), deixe o e-mail só se quiser resposta e clique em Enviar — o endereço da página em que você está vai junto, para a equipe abrir o mesmo estado. Cancelar ou Esc fecham só o formulário: a aba nunca some. Ela não aparece em app embutido (minimapa, card da landing, ?embed=). Abrir neste estado →

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

KPIs Abrir neste estado →

O que significa
Os números do período escolhido: geração real (verificada pelo ONS), geração potencial, fator de capacidade, medições inválidas, disponibilidade, curtailment e a razão do corte.
Fonte e data
ONS — geração verificada, geração estimada e restrição com razão, somadas por usina. O carimbo “ÚLT. DADO HÁ …” no quadro diz até quando vai o dado; horários em BRT (UTC−3).
Armadilha
No mês corrente o quadro é parcial (ex.: “PARCIAL 408H / 720H”) — não compare com mês fechado. O curtailment conta a semi-hora em que o ONS marca geração restrita no arquivo por usina OU publica a razão (REL, CNF, ENE) — a união dos dois sinais desde 20/09/2026. A parte ainda sem razão publicada aparece em cinza como “razão a publicar pelo ONS”: o MWh já está certo, só falta o nome.

Régua de Perdas (cascata de perdas) Abrir neste estado →

O que significa
A energia da usina da bruta até a contabilizada no Centro de Gravidade da CCEE, em duas linhas: a modelada e a medida. Desde 26/09/2026 a caixa do corte se divide em duas quando a usina ficou em zero sob restrição enquanto irmãs do mesmo conjunto geravam: essa parte sai de “Corte” e vira “Parada sob restrição” (selo EST) — candidata a indisponibilidade própria, não a ordem de corte.
Fonte e data
Cada caixa leva a etiqueta da origem — medido, calculado, estimado ou típico de literatura. A CCEE entra com o mês contabilizado mais recente, indicado no canto do quadro (ex.: “CG · 2026-07”).
Armadilha
A CCEE contabiliza depois do ONS: a caixa da CCEE pode estar num mês anterior ao das outras ou marcada como estimada. Confira a etiqueta antes de comparar caixas. As duas caixas somam o corte de sempre: o potencial e a coluna oficial não mudam. Em agosto de 2026, na frota eólica e solar, a parada sob restrição foi 469.505 MWh, 8,2 % do corte (medido em produção em 26/09/2026); na Morro dos Ventos II (RN), 9.609,1 dos 11.163 MWh. Desde 26/09/2026 cada caixa traz no tooltip a SUA divisão por razão (REL, CNF, ENE) em MWh e em % da própria caixa; na Parada, a razão é o rótulo do CONJUNTO naquele instante.

Potência Máxima Demonstrada — Quadros A e B e piso de detecção Abrir neste estado →

O que significa
Desde 26/09/2026, dentro do quadro (eólica e solar): o Quadro A mostra o p95 do melhor ano por faixa de recurso (vento ou irradiância), com a banda do teto e o joelho; o Quadro B, mês a mês, o teto e a faixa de baixo contra o melhor ano da própria usina, com o % de corte do mês no rodapé e os degraus acima do piso marcados. O estado “abaixo do pico” só acende acima do PISO de detecção da usina (3 × a variação típica mês a mês).
Fonte e data
ONS — geração verificada semi-horária da usina e o recurso da própria série; critério interno do BrazilGrid, sem norma. Na frota medida em produção em 26/09/2026, o joelho mediano é 900 W/m² nas solares e 10 m/s nas eólicas.
Armadilha
O chip “DC/AC não inferido” fica sempre visível: o teto de uma solar é cego à degradação do módulo. Degrau é rótulo de FORMA, cinza, não alarme — quase toda usina tem algum na série, e a maioria cai em mês de corte pesado (olhe o % de corte no rodapé antes de concluir que o ativo piorou). Com o piso, 97 solares e 63 eólicas saíram de “abaixo do pico”.

Validez dos dados por semi-hora Abrir neste estado →

O que significa
O mês inteiro em células de 30 minutos: verde válido, vermelho inválido sem estimativa (a Geração de Referência vai a zero e o corte daquela semi-hora não é contabilizado), azul preenchido via SAGER. O contorno mostra a razão do corte — e fica CINZA quando o ONS ainda não publicou a razão daquela semi-hora (“razão a publicar pelo ONS”, na tela desde 20/09/2026).
Fonte e data
Flag de dado inválido publicado pelo ONS, semi-hora a semi-hora; a base (Rotina Operacional RO-AO.BR.13) está citada no rodapé do quadro, com o “dado até”.
Armadilha
O flag é de telemetria — falha de recebimento pelo supervisório por mais de seis minutos —, não de sensor: a medição costuma existir no registrador da usina. A janela de contestação no SAGER é curta (3 dias úteis); o painel mostra a data-limite.

Falhas & desligamentos Abrir neste estado →

O que significa
O que está fora na subestação de conexão e no caminho até a rede básica, com vigência. Desde 26/09/2026 o quadro separa FALHA FORÇADA (vermelho, conta como alarme) de INTERVENÇÃO PROGRAMADA (azul, informativo): o PDI do ONS é programação, então aparece como “N programadas em curso” e não acende o alarme.
Fonte e data
ONS (COIG / PDI), com o horário da última verificação no cabeçalho do quadro.
Armadilha
“Nenhuma em curso” vale para a janela indicada no quadro. Para explicar um corte REL passado, cruze a data do evento com o período dos KPIs. Em 26/09/2026 00:40 UTC havia 23 falhas forçadas (COIG) e 648 intervenções programadas (PDI) vigentes; antes, as 416 do PDI com desligamento acendiam o alarme e o chip de intervenção de 83 usinas — hoje ele acende só por falha forçada (14 usinas naquela hora).

Corte do vizinho (ficha da SE) Abrir neste estado →

O que significa
Quanto as eólicas e solares já conectadas à SE foram cortadas, por razão (REL, CNF, ENE), mês a mês e por barra; o clique numa barra abre as usinas dela.
Fonte e data
ONS (restrição × geração verificada), soma por usina, janela de 12 meses ou 90 dias, com “dado até” no quadro.
Armadilha
O total conta a semi-hora com geração restrita marcada pelo ONS ou com razão publicada; a parte ainda sem razão entra em cinza, como “razão a publicar pelo ONS”. O valor sem esse filtro, a telemetria inválida e o efeito de agregar por usina em vez de por conjunto aparecem no rodapé como não contabilizados — nunca somar ao total.

Alertas ativos agora Abrir neste estado →

O que significa
Chips sempre visíveis: apagados quando não há nada, acesos quando há evento em curso (chuva, vento, raio, fogo, medição inválida, risco SAGER…).
Fonte e data
Cada chip diz a sua fonte e o critério no tooltip, com o horário do dado que o acendeu.
Armadilha
Chip de raio apagado significa que o satélite não detectou descarga naquele momento — não que a operação está segura.

Para entrar (ficha da SE) — quem responde por cada setor de tensão Abrir neste estado →

O que significa
Quem é o dono do módulo geral da subestação, o interlocutor de quem quer entrar ali — e, desde 20/09/2026, POR SETOR DE TENSÃO: a mesma SE pode ter um responsável no pátio de 230 kV e outro no de 500 kV. A coluna “Responde pelo setor” mostra os dois.
Fonte e data
ONS — cadastro de módulos e condomínio de subestação. Medido em 20/09/2026: 713 SEs com módulo geral de rede básica, 780 pares (SE, tensão) e 67 SEs com módulo em dois ou mais setores.
Armadilha
Em 61 SEs (8,6%) algum setor tinha dono diferente do que a tela mostrava antes — na BACFO a SE aparecia como AXIA Nordeste (pátio de 230 kV) e quem responde pelo 500 kV é a ISA Energia Brasil. O dono principal da SE não mudou: olhe a linha do SEU setor antes de procurar interlocutor.

Continuidade DEC/FEC por causa (quadro Distribuição) Abrir neste estado →

O que significa
Quanto tempo (DEC) e quantas vezes (FEC) o conjunto de unidades consumidoras ficou sem energia em 12 meses, contra o limite anual — e, desde 20/09/2026, decomposto por CAUSA dos dois lados da fronteira. O expurgo aparece em bloco separado, nunca somado ao oficial. Desde 26/09/2026 o mesmo DEC/FEC aparece no conjunto, no grupo e no operador, no fim do quadro Distribuição (BDGD): conta os conjuntos de unidades consumidoras por estado contra o limite (acima, dentro, indeterminado, sem limite) e com violação já certa no ano, e lista do mais perto do limite para o mais longe.
Fonte e data
ANEEL — indicadores de continuidade por conjunto de unidades consumidoras; a competência e a data do arquivo estão no rodapé do quadro.
Armadilha
DEC = DECIP + DECIND (interrupção programada + não programada), identidade que fecha em 3.259 dos 3.262 conjuntos (99,91%); resíduo acima de 0,05 h aparece na tela. As quatro parcelas do expurgo são DISJUNTAS desde 20/09/2026 — antes elas se sobrepunham e somavam 9,00 h onde o real é 8,66 h (conjunto OESTE, da Coprel). No agregado o DEC NÃO é somado nem tirado média — cada conjunto é uma área com limite próprio; a usina entra pelo PIOR conjunto a que se liga. Grupo Engie, competência 07/2026 (arquivo ANEEL de 05/09/2026): 7 conjuntos, 2 acima do limite em 12 meses e 1 com violação já certa (Lajinha 1, 16,55 h no ano contra limite de 14 h) (lido em produção em 26/09/2026).

Energia não suprida (quadro Saúde da rede da SE) Abrir neste estado →

O que significa
Quanta energia o estado deixou de receber no mês por causa de perturbação com corte de carga, em MWh — o custo do corte, que os indicadores de robustez contam mas nunca valoram. Na tela desde 20/09/2026.
Fonte e data
ONS — registro de interrupção de carga, por estado, com o mês no quadro; a UF do conjunto de unidades consumidoras da ficha também foi corrigida em 20/09/2026.
Armadilha
“—” é mês SEM publicação de interrupção, não mês sem corte: até 19/09/2026 esse vazio virava zero em 3.214 de 6.334 linhas. E a contagem de cortes do indicador de robustez do ONS é inflada: 6.624 publicados contra 1.652 reais em 90 meses (fator 4,01).

Por que gerou — verificado × programado pelo ONS (térmica) Abrir neste estado →

O que significa
Duas barras com as mesmas cores por motivo de despacho (mérito, inflexibilidade pura, unit commitment, razão elétrica, geração de substituição…) e escala comum: em cima o que a usina gerou, embaixo o que o ONS programou. O chip “verificado − programado” diz, com sinal, quanto a usina ficou acima (positivo) ou abaixo (negativo) do programado. Na tela desde 22/09/2026.
Fonte e data
ONS — Geração Térmica por Motivo de Despacho (horária), somada no mês; a linha de procedência embaixo do quadro diz “dado de DD/MM/AAAA BRT”. Na GNA II, agosto de 2026: 247,2 GWh verificados contra 439,7 GWh programados, chip −192,6 GWh, 100% por inflexibilidade pura (API em produção, 22/09/2026).
Armadilha
É atribuição por termo, não balanço: quando a soma dos termos do ONS não fecha o total programado, o resíduo aparece com sinal (acima de 0,5%) e nunca é redistribuído; termo sem publicação é “sem informação”, nunca zero. O antigo quadro “Despacho por componente” saiu da tela em 22/09/2026 porque contava duas vezes (+6,7%).

CVU (Específico térmica) Abrir neste estado →

O que significa
O custo variável unitário da usina em R$/MWh. A etiqueta verde “sem. DD/MM/AA” embaixo do valor diz que ele é o CVU SEMANAL do ONS daquela semana operativa; etiqueta cinza é o CVU declarado no PMO (NEWAVE), usado só quando falta o semanal. O quadro Margem Operacional compara o CVU com o CMO do mês.
Fonte e data
ONS — CVU semanal por unidade de planejamento; NEWAVE do PMO como reserva. Na GNA II, lido em 22/09/2026: R$ 927,35/MWh na semana de 19/09/2026, contra R$ 768,85 do PMO de agosto de 2026.
Armadilha
Até 22/09/2026 a consulta do CVU semanal falhava calada e a ficha mostrava sempre o do PMO. Compare a etiqueta antes de comparar duas usinas: semanal e PMO não são a mesma régua.

Restrição de operação — constrained-on e constrained-off (CCEE) Abrir neste estado →

O que significa
Constrained-on: geração que o ONS mandou fazer por restrição da rede, fora da ordem de mérito. Constrained-off: geração que a térmica deixou de fazer por restrição. Energia (MWh) e encargo recebido (R$) lado a lado, os 12 últimos meses mês a mês e, nas horas de constrained-on, por que a usina gerou segundo a CCEE. Na tela desde 22/09/2026.
Fonte e data
CCEE — geração horária por usina (dados abertos; MWh = soma mensal nossa) e encargos recebidos por usina (R$ oficial, copiado sem transformação). As duas bases não andam juntas: o rodapé mostra o “dado até” de cada uma. Na Norte Fluminense, 08/2025–07/2026, lido em 22/09/2026: constrained-on 443 MWh (3 horas, em fevereiro de 2026) e R$ 141 mil; constrained-off 8.125 MWh e R$ 1,9 milhão; MWh até 07/2026, R$ até 02/2026.
Armadilha
Não divida R$ por MWh: o encargo é líquido da receita de PLD, então energia × CVU não reproduz o valor pago. Não existe código de razão (REL/CNF/ENE) para constrained-on. Barra tracejada é mês sem dado horário (ausência, não zero). Só aparece para térmica com CVU declarado na CCEE.

O combustível chegou? — ponto de entrega de gás (ANP) Abrir neste estado →

O que significa
O ponto de entrega do gasoduto de transporte que atende a usina, com o volume solicitado, programado e realizado no período, a alocação, quem entrega (carregador e contrato) e o r de Pearson entre o volume diário do ponto e a geração diária da usina (“O ponto explica a geração?”). Na tela desde 22/09/2026.
Fonte e data
ANP — movimentação diária de gás natural em gasodutos de transporte (dados consolidados, 2021-01 a 2026-08); o par ponto↔usina é curado à mão. Na Norte Fluminense, agosto de 2026, lido em 22/09/2026: r = 0,995 em 2.066 dias pareados, 34.262,2 mil m³ realizados contra 33.579,1 mil m³ solicitados (alocação 102%), Petrobras e J&F como carregadores.
Armadilha
Volume zero no ponto NÃO é falta de gás: o gás pode chegar por campo, GNL próprio ou distribuidora, que a ANP não publica (a Uruguaiana gerou em 52 dias, até 549 MW, sem volume no ponto). Usina sem ponto recebe a resposta “não atendida por gasoduto de transporte regulado pela ANP” — cobertura de 19 das 52 térmicas a gás (9,50 de 18,28 GW). Não existe margem de escoamento de gás: a ANP publica fluxo, não capacidade.

Econômico — dívida e cobertura (indicativo): DSCR Abrir neste estado →

O que significa
O índice de cobertura do serviço da dívida da usina, montado só com dado público: (receita 12 m − opex 12 m) ÷ serviço da dívida 12 m, com faixa de sensibilidade e estresse. Desde 23/09/2026 a TUST do opex sai com o desconto no fio publicado pela CCEE: a linha “TUST com desconto de X% no fio (CCEE)” diz o percentual e o mês.
Fonte e data
Dívida: SND/B3 (CVM) e leilões da ANEEL; receita: ONS; opex: EPE; desconto no fio: CCEE, cadastro mensal da parcela de usina (percentual de desconto). Na Caetité D, lido em produção em 24/09/2026: desconto de 50% publicado para 07/2026, parcela única.
Armadilha
É indicador com dado público, não parecer de crédito. Sem publicação da CCEE a TUST entra cheia e a linha diz “TUST sem informação de desconto (tarifa cheia)” — nunca 50% presumido. No conjunto, no grupo e no operador o quadro diz em quantas usinas o desconto foi aplicado e em quantas não há informação; quando uma entrada não carrega, o DSCR aparece como “não calculado”, nunca zero.

Ramal de linha — terminal indireto (ficha da LT) Abrir neste estado →

O que significa
Nos ramais de linha o ONS publica o terminal “para” vazio: o ramal termina numa derivação de outra LT ou num nó do modelo, não numa subestação. Desde 23/09/2026 o cabeçalho da LT mostra esse terminal lido do nome do equipamento, com o selo “terminal indireto” e o link da LT de origem (no exemplo, o ramal de Jaru deriva da LT Samuel – Ji-Paraná C-1).
Fonte e data
ONS — cadastro de linhas de transmissão, nome do equipamento, carga de 23/09/2026; a ficha carimba fonte, data e método. Medido em produção em 24/09/2026: 48 de 2.339 LTs correntes, todas ramais — 16 derivações em LT (15 com a LT de origem casada) e 32 nós do modelo.
Armadilha
O terminal indireto nunca vira terminal de subestação. O quadro Leilões do ramal fica sem lote próprio e lista, rotuladas como dela, as obras da LT de origem.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Curtailment — por usina, com o gate do ONS (flag ∪ razão)

Curtailment (MWh) = Σ_t max(Est_t − Ver_t ; 0) × 0,5 h
   somando só as semi-horas t sob restrição, pelo gate do ONS:
      flag de geração restrita = 1  OU  razão publicada (REL, CNF, ENE)
      antes de 2024 a flag não existe — vale só a razão
   Est = geração estimada pelo ONS (MW) · Ver = geração verificada (MW)
Curtailment % = Curtailment ÷ Σ Est do período

O máximo é aplicado usina a usina e semi-hora a semi-hora: a semi-hora em que a usina gerou acima do estimado não desconta o corte de outra. O filtro de razão separa corte de erro de estimativa — sem ele, a mesma conta sobre toda a série eólica e solar dá 128,24 TWh em vez de 85,32 TWh (+50%; medição em produção de 13/09/2026, série 01/10/2021–12/09/2026). Desde 20/09/2026 o gate é a UNIÃO de dois sinais do próprio ONS: a flag de geração restrita do arquivo por usina, que chega em D−1 e existe de 2024 em diante, e a razão do arquivo por conjunto. A união entrou porque a flag sozinha apagava corte que a fonte rotula — 104 semi-horas e 274,638 MWh da UFV Assú V, medido em produção em 20/09/2026. A série 2024–2026 não muda; o que mudou foi 17 e 18/09/2026, que apareciam com corte ZERO (lendo como “dia sem corte”) e passaram a mostrar 488.424 MWh. É o termo Gfrust (geração frustrada) da fórmula de ressarcimento.

Base: Fórmula GESS da REN ANEEL 1.109/2024: min[max(Econt − Gver; 0); Gfrust]; apuração semi-horária da RO-AO.BR.13 (ONS); tooltip Curtailment do quadro KPIs; gate flag ∪ razão (B322) em produção desde 20/09/2026.

Fator de capacidade em três leituras

FC entregue  = Geração verificada ÷ (Potência nominal × horas do período)
FC potencial = Geração de Referência ÷ (Potência nominal × horas)
FC perdido   = Curtailment ÷ (Potência nominal × horas)

O entregue é o fator de capacidade oficial do ONS (marcado com ★ no quadro) e cai quando a usina é cortada. O potencial diz quanto ela geraria sem restrição; o perdido é a parte atribuída à restrição apurada pelo ONS, aberta por razão (REL, CNF, ENE).

Base: Tooltips do quadro KPIs; disponibilidade baseada em produção da IEC 61400-26 (eólica) e da IEC TS 61724-3 (solar).

Por que a soma por usina dá mais que a do ONS (diferença de método)

Σ_u max(Est_u − Ver_u ; 0)   ≥   max(Σ_u Est_u − Σ_u Ver_u ; 0)
   soma por usina                    soma por conjunto (apuração do ONS e régua do contador)

O ONS soma as usinas do conjunto antes de aplicar o máximo; usina a usina, a que gerou acima da própria estimada não compensa a que foi cortada. A desigualdade garante que a soma por usina dá mais, mas não diz que essa diferença é energia: a maior parte é erro da geração estimada de cada usina (revisão BrazilGrid B343, 24/09/2026, com teste de corte sintético de verdade conhecida). No SIN, série inteira, a soma por usina dá 3,4% a mais (2,88 TWh; gridCurt em produção, 24/09/2026 20:30 UTC). Por isso o contador usa a soma por conjunto, e o corte por usina serve para analisar o ativo, nunca como total.

Base: RO-AO.BR.13 (apuração por conjunto); REN ANEEL 1.030/2022 Art. 16 §4º (frustração da usina = rateio da do conjunto); revisão BrazilGrid B343.

Medição inválida, Referência zerada e o que dá para recuperar

Cores: verde = válida · vermelho = flag 1 E estimada 0 (Referência zerada, corte fora da conta) · azul = flag 1 E estimada > 0 (substituída pelo ONS, corte contabilizado) · cinza = não ingerido
Semi-hora silenciada: flag de dado inválido = 1  E  geração estimada = 0
Med. inválidas % = semi-horas silenciadas ÷ semi-horas do período
Recuperável = max(P_usina × FC das irmãs válidas − Ver ; 0) × 0,5 h × PLD da hora

Quando a telemetria falha e o ONS não tem estimativa, a Geração de Referência da usina vai a zero e o corte daquela semi-hora sai da conta. Flag 1 com estimativa maior que zero não é problema: o ONS já substituiu o valor. Para estimar o recuperável, reconstruímos a referência pelo fator de capacidade das usinas irmãs válidas do mesmo conjunto — é referência para conferir a sua série, não para enviar como medição. O contorno da célula mostra a razão do corte (REL, CNF ou ENE). Célula vermelha com contorno é corte que não entrou na conta; célula azul com contorno é corte que entrou. O flag de dado inválido é de telemetria, não de sensor: significa que o envio falhou por mais de seis minutos na semi-hora. Na maioria dos casos a medição existe no registrador da usina.

Base: RO-AO.BR.13 Rev.09: item 5.2.2.5 (referência zerada), 5.2.2.6 (dado substituto com medição própria) e 7.1 (dado idêntico entre usinas do conjunto é critério de invalidez); quadro Melhoria potencial — recuperação SAGER.

Preencher a série no SAGER com as usinas irmãs

Ordem de preferência do dado substituto: 1) registro da própria usina → 2) melhor irmã do mesmo conjunto → 3) piso meteorológico
Ranking das irmãs: cobertura do período · MWh recuperáveis · correlação histórica · distância
Janela ordinária de contestação: 3 dias úteis

Quando a medição não chega, o ONS aceita reconstrução a partir de séries de usinas do mesmo conjunto — as irmãs. O painel ranqueia as irmãs por cobertura do período e por MWh recuperáveis, com a correlação histórica e a distância de cada uma, e classifica a defensibilidade da escolha. Baixe a série combinada já no formato de envio, ou o modelo em branco se preferir preencher com o seu próprio registro — e depois envie o seu CSV para conferência. A janela ordinária de contestação é de 3 dias úteis. Fora dela, o período só volta a ser apurável se uma janela retroativa for aberta por norma. O app rastreia por conta própria as revisões que o ONS faz depois do envio — a Geração de Referência restaurada aparece no painel, com data.

Base: RO-AO.BR.13 Rev.09: item 5.2.2.6 (dado substituto, com a medição própria em primeiro lugar) e 7.1 (dado idêntico entre usinas do conjunto é critério de invalidez); quadro Melhoria potencial — recuperação SAGER.

Franquia REL: o que é ressarcível

Horas REL do ano = minutos em restrição REL publicados pelo ONS, no conjunto, acumulados desde 1º de janeiro
Ressarcível no regime ordinário = só o que passa da franquia anual
Franquia 2026 aplicada pelo ONS: 110 h (eólica) · 55 h (solar)
Base normativa: 78 h (eólica) · 30 h 30 min (solar)

REL (indisponibilidade externa de rede) é ressarcível acima da franquia; a franquia é anual, não mensal. CNF só pela Lei 15.269/2025, para eventos de 01/09/2023 a 25/11/2025, via Termo de Compromisso — pagamento hoje suspenso por cautelar da ANEEL. ENE (sobreoferta) não é ressarcível. Onde o ONS não publica os minutos, contamos a semi-hora inteira e o quadro avisa.

Base: REN ANEEL 1.030/2022 Art. 16 §2 e §3 (eólica) e Art. 20-D §2 e §3 (solar); painel do ONS de horas de indisponibilidade média das funções de transmissão, ciclo 2021/2025, consultado em 13/09/2026; Lei 15.269/2025 Art. 1º-B; Despacho ANEEL 148/2026.

Taxa de corte da SE (Corte do vizinho)

Taxa = Corte ÷ (Corte + Geração verificada)
Corte = Σ curtailment (com razão de restrição) das eólicas e solares conectadas à SE, em 12 meses ou 90 dias

É a fração da energia possível que a vizinhança elétrica perdeu. Na Igaporã III: 728,0 ÷ (728,0 + 1.553,6) = 31,9% — a missão 3 da trilha do desenvolvedor.

Base: Mesma definição de curtailment da ficha da usina; dados do ONS.

A 4ª fatia: “razão a publicar pelo ONS”

Razão da semi-hora = razão do arquivo POR CONJUNTO do ONS
   sem ela → razão do arquivo INTRA-SEMI-HORA do ONS
   sem as duas → PEND (“razão a publicar pelo ONS”), fatia CINZA
O MWh do corte NÃO muda: só a divisão entre REL, CNF e ENE fica provisória

O corte é apurado no arquivo por usina, que chega em D−1; o nome da razão vem do arquivo por conjunto, que pode atrasar — foi o que aconteceu em 17 e 18/09/2026. Quando atrasa, a semi-hora entra como PEND, em cinza de propósito: PEND não é uma razão, é a ausência de uma. Sem essa fatia, quem abrisse o total em REL/CNF/ENE veria menos energia do que o contador ao lado, e duas réguas diferentes lado a lado leem como defeito de dado. O quadro carimba até quando a razão oficial do ONS foi publicada.

Base: RO-AO.BR.13 (ONS); arquivos de restrição por usina, por conjunto e intra-semi-hora do ONS; regra do BrazilGrid em produção desde 20/09/2026.

Verificado × programado por motivo de despacho

Programado = Σ termos do ONS (mérito, inflexibilidade pura e embutida, unit commitment, razão elétrica, …) + resíduo
Desvio = Geração verificada − Geração programada (MWh no mês)
   > 0 → a usina gerou acima do programado (redespacho para cima)
   < 0 → abaixo
% do termo = termo ÷ total, calculado separado no verificado e no programado

As duas barras usam a mesma identidade do ONS, uma sobre o verificado e outra sobre o programado, e a mesma escala: o comprimento mostra o redespacho. O resíduo (a parte que os termos publicados não explicam) só aparece acima de 0,5% e sempre com sinal. A janela de 12 meses ganha a mesma leitura na linha “Em 12 meses”.

Base: ONS — Geração Térmica por Motivo de Despacho, colunas verificadas (val_verif*) e programadas (val_prog*); decomposição do BrazilGrid em produção desde 22/09/2026 (B327).

Constrained-on térmico: energia e dinheiro, lado a lado

Energia on (MWh) = Σ_h GERACAO_RESTRICAO_OPERATIVA_CONST_ON (horas publicadas pela CCEE)
Energia off (MWh) = Σ_h ENERGIA_AJUSTADA_ENCARGO_RESTRICAO_OPERATIVA (desde 06/2024)
R$ = encargo de serviços do sistema recebido pela usina (valor oficial)
Unit commitment (linha própria, nunca somada ao constrained-on): MWh = Σ_h GERACAO_UNIT_COMMITMENT (todas as horas do mês); R$ = ENCARGO_REST_OP_UNIT_COMT (valor oficial)
Atribuição da hora: geração = mérito + inflexibilidade + unit commitment + … + constrained-on + resíduo

MWh e R$ vêm de bases diferentes da CCEE e nunca são convertidos um no outro. A divisão por motivo é a atribuição que a própria CCEE publica, hora a hora; na validação em produção de 22/09/2026, sobre a base inteira, ela fechou exata em 66,8% das horas — no resto, o resíduo aparece somado em módulo. A base tinha 142 parcelas térmicas, 2.621.941 MWh de constrained-on e R$ 1.835,5 milhões de encargo on.

Base: CCEE — geração horária por usina e encargos por usina (dados abertos); modelo agg_ccee_restricao_operativa_usina_mes validado em produção em 22/09/2026; unit commitment de fact_ccee_unit_commitment_parcela_mes.

Gás: alocação e o elo ponto ↔ usina

Alocação (%) = Σ volume realizado ÷ Σ volume solicitado × 100   (nunca média de percentuais diários)
Elo = r de Pearson (volume diário no ponto, geração diária da usina), nos dias pareados
   r ≥ 0,90 → acompanha a usina · parcial · ponto compartilhado · sem variação · sem base

A alocação é contratual — quanto do solicitado o transportador confirmou para o carregador —, não o uso físico do duto. O r separa “o ponto acompanha a usina” de “o ponto é da usina”: dos 19 pares curados, 14 têm r ≥ 0,90, 2 são parciais e em 3 o ponto não explica a usina (medição de 22/09/2026). Nenhum par é casado por município: essa regra acerta 34% e chega a ligar uma usina ao ponto de outra.

Base: ANP — movimentação diária em gasodutos de transporte; seed curado seed_xwalk_anp_ponto_usina (23 linhas: 19 pares e 4 rejeições documentadas), 22/09/2026 (B324).

Corte, parada sob restrição e restrição não vinculante

Só nas semi-horas com razão de restrição, por usina:
   vinculante     = corte > 0 e a usina gerou; ou usina E conjunto inteiro em zero
   parada         = corte > 0, verificada ≤ 0 e alguma irmã do conjunto gerando no mesmo instante
   não vinculante = rotulada, mas corte = 0 (gerou ≥ estimada) — só contagem
Caixa “Corte” = Σ vinculante · Caixa “Parada sob restrição” = Σ parada · as duas somam o val_curtailment

A ordem do ONS vale para o conjunto: se ela não zerou as irmãs, o zero desta usina é mais provável indisponibilidade própria do que corte. Por isso a parte parada é preservada numa caixa própria, nunca apagada, e a ordem de zerar o conjunto inteiro continua sendo corte. Se a consulta do gate falhar, a régua volta à caixa única de sempre e registra a falha.

Base: ONS — restrição por usina (val_curtailment, com o gate por razão); regra BrazilGrid em produção desde 26/09/2026 (B212).

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Geração verificada, geração estimada, razão e flag (semi-horários, por usina)

Fonte e data
ONS — Dados Abertos: restrição de operação por constrained-off de usinas eólicas e fotovoltaicas, com geração verificada, geração estimada, razão da restrição (REL, CNF, ENE) e flag de dado inválido.
Como obtemos e com que frequência
Coleta automática diária do repositório público do ONS para o nosso banco de dados, transformada até a tabela por usina que todos os apps leem; horários exibidos em BRT (UTC−3). O dado costuma chegar até dois dias antes de hoje (em 19/09/2026: até 17/09/2026 23:30 BRT).
Limitação
O ONS reescreve meses já fechados quando recalcula a referência, sem mudar a contagem de linhas. Conferimos partições antigas contra a fonte e reingerimos as divergentes — por isso um número medido antes de uma reingestão pode não se reproduzir depois. Desde ago/2026 o ONS publica duas flags de invalidez; usamos a do supervisório (a de toda a série) e guardamos a final à parte.

Cadastro: potência, conjunto, ponto de conexão, garantia física

Fonte e data
ONS (cadastro de usinas e conjuntos) e ANEEL (SIGA: potência fiscalizada e garantia física), ligados pelo CEG.
Como obtemos e com que frequência
Coleta periódica; a ficha junta as fontes pelo CEG da usina.
Limitação
Cadastro e operação do ONS são dois relógios: quando o ONS reagrupa ou recodifica um conjunto, a restrição antiga fica no código antigo. Uma tabela de apelidos de conjunto evita perder esse histórico.

Geração contabilizada e PLD

Fonte e data
CCEE — geração contabilizada no Centro de Gravidade e PLD horário por submercado.
Como obtemos e com que frequência
Coleta periódica dos dados públicos da CCEE.
Limitação
A CCEE contabiliza depois do ONS: o mês mais recente pode ainda não estar publicado, e o quadro marca a caixa como estimada ou projetada.

Falhas, desligamentos e alertas

Fonte e data
ONS (PDI — desligamentos programados; COIG — ocorrências de geração), satélite GOES-19 (raios GLM, fogo FDCF, chuva RRQPEF, convecção DSIF) e INPE (queimadas).
Como obtemos e com que frequência
Coleta contínua ao longo do dia; cada chip mostra o horário do dado que o acendeu.
Limitação
Satélite detecta, não garante: ausência de detecção não é ausência de evento. O PDI é programação e pode trazer datas futuras. O PDI é programação (intervenção agendada), não falha: desde 26/09/2026 ele é informativo e só a falha forçada do COIG conta como alarme.

Despacho térmico por motivo e CVU semanal

Fonte e data
ONS — Dados Abertos: Geração Térmica por Motivo de Despacho (horária, verificada e programada) e CVU semanal por unidade de planejamento; NEWAVE do PMO para o CVU de reserva.
Como obtemos e com que frequência
Coleta automática do repositório público do ONS; a ficha soma o mês e mostra o “dado de” na linha de procedência.
Limitação
O ONS publica termos que nem sempre fecham o total: o resíduo fica à vista. Térmica que o ONS não despacha centralizadamente não tem essa decomposição.

Restrição de operação das térmicas (constrained-on/off)

Fonte e data
CCEE — dados abertos de geração horária por usina (colunas de restrição operativa) e de encargos de serviços do sistema recebidos por usina.
Como obtemos e com que frequência
Coleta periódica; energia somada por mês pelo BrazilGrid, R$ copiado. As duas bases têm datas diferentes (Norte Fluminense em 22/09/2026: MWh até 07/2026, R$ até 02/2026).
Limitação
A energia de constrained-off é identificada por evidência estatística, não pelo dicionário da CCEE, e só existe desde 06/2024. Só térmica com CVU declarado aparece.

Entrega de gás no ponto

Fonte e data
ANP — movimentação diária de gás natural em gasodutos de transporte (dados consolidados), 68 meses, de 2021-01 a 2026-08: 215 pontos de entrega.
Como obtemos e com que frequência
Carga mensal no nosso banco, todas as colunas publicadas guardadas; o par ponto↔usina vem de uma tabela curada com a evidência de cada par.
Limitação
A ANP renomeou colunas no meio da série e escreve negativos como “- 55,49”; “-” e “#N/D” viram ausência, nunca zero. Dia sem publicação é ausência, não entrega zero.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • Espanhol no gridAssets. Medido em 19/09/2026, a interface abria em português mesmo com ?lang=es. Desde 20/09/2026 a escolha de idioma viaja da landing para os apps (cookie bg_lang em .brazilgrid.com), então escolher espanhol na landing e abrir o gridAssets mantém o espanhol; quadro que ainda saia em português é tradução faltando, não a escolha se perdendo.
  • Base ressarcível oficial em toda a série. A frustrada pela Geração de Referência Final do ONS só aparece onde o ONS publica essa coluna; o quadro mostra a cobertura. Ela cresce à medida que o ONS publica.
  • Franquia aplicada de anos anteriores. Só o valor aplicado de 2026 está arquivado com fonte; os anos anteriores usam a base normativa, rotulada como tal. Arquivar os ciclos anteriores do painel do ONS fecha essa lacuna.
  • Aviso de mês revisado pelo ONS. Hoje vigiamos e reingerimos os meses que o ONS reescreve; mostrar na ficha quando um mês foi revisado ajudaria quem compara números de datas diferentes.
  • Fechar a razão de 17 e 18/09/2026. Os dois dias entraram com o corte certo pela flag do ONS, mas parte da divisão por razão veio do arquivo intra-semi-hora. Quando o ONS publicar o arquivo por conjunto daqueles dias, a fatia cinza vira REL, CNF ou ENE sozinha.
  • Gás das térmicas sem ponto na ANP. 33 das 52 térmicas a gás recebem gás de campo, GNL de terminal próprio ou da distribuidora, que a ANP não publica; fontes indiretas (terminais de GNL, distribuidoras estaduais) fechariam parte dessa lacuna.

Abrir o app →

gridAssets · país — Chile, Colômbia, Peru, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia

Guia interativo

revisado em 02/10/2026

A ficha de cada central, subestação e linha do Chile, da Colômbia, do Peru, da Argentina, do Uruguai, do Paraguai e da Bolívia, com o dado do operador ou do regulador do país, a hora local e a fonte em cada quadro.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: Sete gridAssets de país, um por host: Chile (cl.brazilgrid.com, dado do Coordinador Eléctrico Nacional — CEN), Colômbia (co.brazilgrid.com, dado da XM e da UPME), Peru (pe.brazilgrid.com, no ar desde 24/09/2026: GIS do Osinergmin e despacho do COES), Argentina (ar.brazilgrid.com, no ar desde 25/09/2026: GIS da Secretaría de Energía e série da CAMMESA), Uruguai (uy.brazilgrid.com, no ar desde 25/09/2026: rede do MIEM de 2019 e, desde 26/09/2026, a série horária de geração das 97 centrais e a restrição operativa das eólicas e solares, da ADME), Paraguai (py.brazilgrid.com) e Bolívia (bo.brazilgrid.com), no ar desde 25/09/2026 com a geometria do OpenStreetMap. Uma ficha por central (no Chile, no Peru, na Argentina, no Uruguai, no Paraguai e na Bolívia) ou recurso (na Colômbia), por subestação e por linha; no Chile e na Colômbia, também uma página por transmissora; no Uruguai, uma página por empresa (MIEM 2019) e o ranking de restrição operativa. Os quadros variam com o dado de cada país — potência máxima demonstrada, cortes ou restrições, fator de capacidade, preço nas pontas da linha, custo marginal nodal, preço spot, vertimento — e cada um diz a fonte e a data. As telas falam espanhol, português e inglês; a hora exibida é a local do país, declarada no rodapé de cada quadro.

Faça agora: Abra a central 1704, PFV Campos del Sol (Atacama), e desça até “Potência máxima demonstrada”: 378,1 MW sustentados por 2 horas em 16/12/2025, das 13h às 15h (hora do Chile) — 103,9 % da placa de 363,8 MW (API de produção lida em 24/09/2026 19:22 UTC; geração do CEN até 23/09/2026).

Tela do gridAssets: fichas de centrais, subestações e linhas do SEN chileno
Tela do gridAssets: fichas de centrais, subestações e linhas do SEN chileno print capturado em 30/10/2026 · tela pública de cl.brazilgrid.com
Tela do gridAssets: fichas de recursos, agentes e subestações do SIN colombiano
Tela do gridAssets: fichas de recursos, agentes e subestações do SIN colombiano print capturado em 30/10/2026 · tela pública de co.brazilgrid.com
Tela do gridAssets: fichas de centrais, subestações e linhas do SEIN peruano
Tela do gridAssets: fichas de centrais, subestações e linhas do SEIN peruano print capturado em 30/10/2026 · tela pública de pe.brazilgrid.com
Tela do gridAssets: fichas de usinas, estações transformadoras e linhas do SADI argentino
Tela do gridAssets: fichas de usinas, estações transformadoras e linhas do SADI argentino print capturado em 30/10/2026 · tela pública de ar.brazilgrid.com
Tela do gridAssets: restrição operativa do Uruguai e fichas de centrais, subestações e linhas
Tela do gridAssets: restrição operativa do Uruguai e fichas de centrais, subestações e linhas print capturado em 30/10/2026 · tela pública de uy.brazilgrid.com
Tela do gridAssets: fichas de usinas, subestações e linhas do Paraguai
Tela do gridAssets: fichas de usinas, subestações e linhas do Paraguai print capturado em 30/10/2026 · tela pública de py.brazilgrid.com
Tela do gridAssets: fichas de usinas, subestações e linhas do SIN boliviano
Tela do gridAssets: fichas de usinas, subestações e linhas do SIN boliviano print capturado em 30/10/2026 · tela pública de bo.brazilgrid.com

Abrir a central no gridAssets Chile →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. Entre pelo mapa ou pela lista: no gridMap ou no gridOne, com qualquer um dos sete países no seletor, clique num ativo e use o chip “Visão analítica” (ou o ↗ da lista da vista do gridOne); ou abra o /activos do país (cl., co., pe., ar., uy., py. ou bo.brazilgrid.com) e busque pelo nome. O idioma troca no topo (ES, PT, EN) e vai para a URL (?lang=). Abrir neste estado →

  2. Na ficha de uma central chilena, “Potência máxima demonstrada” mostra o maior patamar sustentado por 2 horas seguidas e o p99,5 de cada ano; “Linha do tempo de cortes” lista os eventos de redução do mês escolhido e uma matriz dia × hora. Na PFV Guanchoi, em maio de 2026: 39 eventos, 145 horas, 6.176 MWh (lido em 24/09/2026). Abrir neste estado →

  3. Ainda na central: “Caminho até a rede” diz em que subestação ela injeta e que linhas saem de lá (um nível, com o método da ligação), e “Estações meteorológicas próximas” lista as estações DMC e CEAZA com medida num raio de 150 km, com a idade da última leitura. Abrir neste estado →

  4. Na ficha de uma subestação chilena, “Geração associada” soma as centrais ligadas a ela nos últimos 30 dias com dado, e “Corte por subestação” mostra 12 meses de corte até o último mês que o CEN publicou. Na S/E Carrera Pinto: 294.771 MWh de 07/2025 a 06/2026, 257.085 deles da Campos del Sol (lido em 24/09/2026). Abrir neste estado →

  5. Na Colômbia, a ficha do recurso tem a mesma “Potência máxima demonstrada” (placa = capacidade efetiva líquida publicada pela XM, com data) e a “Linha do tempo de restrições (reconciliação negativa)”. No SNCR, em setembro de 2026 até o dia 21: 18 eventos, 365 horas, 161.727 MWh; o maior, de 10/09 22h a 16/09 0h, durou 122 horas (lido em 24/09/2026). Abrir neste estado →

  6. Na ficha de uma subestação colombiana, o “Esquema radial de linhas” desenha uma estrela com as linhas que saem dela, cada uma na direção do outro extremo; terminal que não casou com uma subestação aparece listado pelo nome da fonte, sem raio. Antioquia | Occidente 110 kV: 12 linhas, 8 com direção (lido em 24/09/2026). Abrir neste estado →

  7. Em qualquer ficha — central, recurso, subestação ou linha —, “Alertas previstos · D+1 a D+3” dá, por dia local, rajada, chuva, temperaturas e o nível de cada fenômeno; na ficha da linha, “Clima por trecho do traçado” (recolhido: abra para buscar) repete a previsão em pontos a cada 50 km do traçado e aponta onde fica o pior dia. Abrir neste estado →

  8. No Chile e na Colômbia, “Transmisoras” (na página /activos) lista as empresas donas de subestações e linhas; a página de cada uma soma subestações, linhas e km por tensão, com o minimapa das subestações dela. TRANSELEC S.A. (Chile): 76 subestações, 167 linhas, 6.892,3 km; INTERCONEXIÓN ELÉCTRICA S.A E.S.P. (ISA, Colômbia): 57, 140 e 12.013,1 km (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC). Abrir neste estado →

  9. Na ficha de uma linha chilena, “Preço nas pontas (ΔCMg)” compara o custo marginal das duas subestações nos últimos 7 dias publicados, e “Centrais nas pontas” lista as centrais ligadas a cada extremo. LONCOCHE–PULLINQUE 66 kV, de 19 a 23/09/2026: 61 horas com as duas pontas, ΔCMg médio de +10,21 USD/MWh (16,01 contra 26,22), 28 horas com diferença de 1 USD/MWh ou mais (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC). Na Colômbia os dois quadros aparecem cinza, com o motivo. Abrir neste estado →

  10. No Peru, a lista de centrais junta o GIS do Osinergmin com o catálogo do COES: a ficha diz se a posição é do GIS, indireta (outro serviço do próprio regulador, com fonte e data) ou inexistente. Mantaro não está no GIS operacional; a posição vem do serviço ELECTRICIDAD_TOTAL do Osinergmin, consultado em 24/09/2026 22:41 UTC. Abrir neste estado →

  11. Na ficha de central do Peru: a série do despacho executado do COES a cada 30 minutos, a “Potência máxima demonstrada” (a mesma régua do Chile e da Colômbia) e o custo marginal da barra, em S/./MWh, com energia e congestão. Mantaro: 657,5 MW sustentados de 12/06/2026 22:30 a 13/06 00:30 (hora de Lima), 96,9 % da placa de 678,7 MW, em 176 dias de despacho (01/04 a 23/09/2026); Huanza, barra HUANZA 220: média de 305,83 S/./MWh de 18 a 23/09/2026, 34 meias horas com congestão (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC). Abrir neste estado →

  12. Ainda no Peru: “Empresas” lista os 79 titulares que o COES publica no despacho, com a energia da janela escolhida (7 a 365 dias; nos 30 dias de 26/08 a 23/09/2026, Kallpa com 20,48 %), e cada central eólica ou solar tem o quadro “Vertimento RER”: Punta Lomitas, 774,7 MWh em 4 dias entre 17/04 e 23/09/2026, no máximo 41,85 MW numa meia hora (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC). Abrir neste estado →

  13. Na Argentina, a ficha mostra o cadastro do GIS da Secretaría de Energía (carga de 22/09/2026 06:53 UTC), a estrela de linhas da subestação e os alertas de raio e fogo; a província vem derivada da coordenada pelos limites do IGN, rotulada, e a ficha exporta CSV. HI Presidente Néstor Kirchner: 950 MW, em construção, Santa Cruz; S/E Trelew: 3 linhas de 132 kV da TRANSPA S.A., todas com o outro extremo nomeado (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC). Abrir neste estado →

  14. Na Argentina, a ficha de cada central renovável do MEM tem o quadro “Geração e energia vertida — CAMMESA (PPO)”: 12 meses de geração e de energia vertida publicadas, o % vertido e o fator de capacidade (derivados, rotulados), a vertida por CLASSE da hora (rede, frequência, outra, mista, sem ordem) e as ordens de restrição mais longas com o elemento nomeado. P.E. Diadema II (Chubut), de 24/09/2025 a 23/09/2026: 74,4 GWh gerados, 31.808 MWh vertidos (29,95 %), 30.846,7 MWh deles em horas de rede; a ordem mais longa é a linha Comodoro Rivadavia → Pico Truncado 132 kV (2.713 eventos, 1.714,5 h) (lido na tela em produção em 26/09/2026). Abrir neste estado →

    Ficha do parque eólico Diadema II no gridAssets Argentina: histórico mensal da geração e da energia vertida publicadas pela CAMMESA (PPO), desde 09/2020
    Ficha do parque eólico Diadema II no gridAssets Argentina: histórico mensal da geração e da energia vertida publicadas pela CAMMESA (PPO), desde 09/2020 print capturado em 30/10/2026 · tela pública de ar.brazilgrid.com
  15. Atucha I não está no GIS da Secretaría de Energía: a ficha a mostra com o selo “Fora do GIS — fonte indireta”, a chave BrazilGrid ATUCHA-I (não há código CAMMESA verificável) e cada dado com a sua fonte e a data da consulta — 362 MW brutos e operação comercial em 24/06/1974 (Nucleoeléctrica), parada prolongada de reacondicionamento desde 29/09/2024 (ARN) e a coordenada do Wikidata, conferida a 0,19 km da estação transformadora ATUCHA do próprio GIS (consultas de 25/09/2026). Abrir neste estado →

    Ficha da central nuclear Atucha I no gridAssets Argentina: selo “fora do GIS — fonte indireta”, potência bruta e estado de parada prolongada, cada dado com a sua fonte
    Ficha da central nuclear Atucha I no gridAssets Argentina: selo “fora do GIS — fonte indireta”, potência bruta e estado de parada prolongada, cada dado com a sua fonte print capturado em 30/10/2026 · tela pública de ar.brazilgrid.com
  16. No Uruguai, a ficha de cada uma das 97 centrais tem “Geração e restrição operativa — série horária da ADME”: geração, fator de capacidade, potência máxima demonstrada, horas sem dado e spot do sistema e capturado nos 12 meses com geração publicada; nas eólicas e solares, a restrição operativa, a taxa e a posição no ranking. Pampa (eólica, UTE): 403,7 GWh de 09/2025 a 08/2026, FC 32,5 %, restrição operativa de 16.495 MWh de 08/2025 a 07/2026 (taxa 3,94 %), nº 1 de 46 em MWh (API de produção lida em 26/09/2026 03:41 UTC). Dá para abrir o dia a dia de qualquer mês e baixar o CSV mensal ou hora a hora. Abrir neste estado →

    Ficha da central eólica Pampa no gridAssets Uruguai: série horária da ADME com geração, fator de capacidade, potência máxima demonstrada e restrição operativa dos últimos 12 meses
    Ficha da central eólica Pampa no gridAssets Uruguai: série horária da ADME com geração, fator de capacidade, potência máxima demonstrada e restrição operativa dos últimos 12 meses print capturado em 30/10/2026 · tela pública de uy.brazilgrid.com
  17. Ainda no Uruguai, a página “Restrição operativa” (/restriccion) ordena as eólicas e solares pela restrição dos últimos 12 meses ou de um ano escolhido, com taxa, geração e horas sem dado, e exporta CSV: 197,6 GWh no país de 08/2025 a 07/2026, taxa de 3,86 %, 46 das 63 centrais com restrição (API de produção lida em 26/09/2026 03:41 UTC). “Empresas” (/empresas) agrupa as centrais pela empresa do cadastro do MIEM de 2019 — 56 empresas, 15 centrais sem empresa publicada, UTE com 19 centrais e 4.274,5 GWh de 09/2025 a 08/2026. Abrir neste estado →

    Ranking de restrição operativa das eólicas e solares do Uruguai no gridAssets: total de 12 meses, taxa do país e a lista por central
    Ranking de restrição operativa das eólicas e solares do Uruguai no gridAssets: total de 12 meses, taxa do país e a lista por central print capturado em 30/10/2026 · tela pública de uy.brazilgrid.com
    Lista de empresas do gridAssets Uruguai: centrais, tipos, potência e geração de 12 meses de cada empresa do cadastro do MIEM de 2019
    Lista de empresas do gridAssets Uruguai: centrais, tipos, potência e geração de 12 meses de cada empresa do cadastro do MIEM de 2019 print capturado em 30/10/2026 · tela pública de uy.brazilgrid.com
  18. No Paraguai, Itaipu e Yacyretá aparecem com o selo “espelho binacional”: a ficha canônica fica no país cuja fonte publica a usina inteira (Itaipu no gridAssets do Brasil, Yacyretá no da Argentina), com link, e a potência de 14.000 MW e 3.100 MW fica FORA das somas do país — a lista soma 214,5 MW sem os espelhos. A ficha de Itaipu mostra a parte paraguaia da série do ONS: nos 30 dias de 25/08 a 23/09/2026, 3.244 MWméd ficaram no Paraguai e 1.491 foram cedidos ao Brasil, 68,5 % do setor de 50 Hz (lido na tela em produção em 26/09/2026). Abrir neste estado →

    Ficha de Itaipu no gridAssets Paraguai: selo de espelho binacional, link para a ficha canônica no Brasil e a parte paraguaia da série do ONS
    Ficha de Itaipu no gridAssets Paraguai: selo de espelho binacional, link para a ficha canônica no Brasil e a parte paraguaia da série do ONS print capturado em 30/10/2026 · tela pública de py.brazilgrid.com
  19. No Paraguai e na Bolívia a rede vem do OpenStreetMap: a tensão aparece com asterisco — “tensão do OSM, não confirmada” —, a linha é o TRECHO com nome do OSM (rotulado “não é o circuito”) e o outro extremo só é resolvido quando há subestação a até 1 km da ponta, nunca por nome. Subestação Carrasco (Bolívia): 500 kV*, operador ENDE Transmisión no OSM, 1 trecho com nome e 9 sem nome, nenhum extremo confirmado (base do OSM de 25/09/2026 13:22 UTC, nossa carga de 25/09/2026 23:28 UTC). Abrir neste estado →

    Ficha da subestação Carrasco no gridAssets Bolívia: tensão do OpenStreetMap marcada com asterisco como não confirmada e trechos de linha com e sem nome
    Ficha da subestação Carrasco no gridAssets Bolívia: tensão do OpenStreetMap marcada com asterisco como não confirmada e trechos de linha com e sem nome print capturado em 30/10/2026 · tela pública de bo.brazilgrid.com
  20. Na ficha de central da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia e do Peru, o seletor de período fica no topo: as setas ‹ › trocam o mês e os botões 1d · 7d · 14d · Mês mudam a janela (1, 7 e 14 dias terminam no último dia que a fonte publicou). O período vai para a URL (?mes=2026-07, ?dia=, ou ?ini=&fim= até 31 dias) e comanda os Indicadores e a série do período; o histórico mensal, mais abaixo, não muda. Sem ?mes= a ficha abre no último mês com dado DAQUELA central. Pampa (eólica, UTE), julho de 2026: 39.729,9 MWh, FC 37,7 %, restrição operativa de 711,4 MWh em 8 horas, taxa de 1,76 % (API de produção lida em 02/10/2026 07:49 BRT (10:49 UTC)). Abrir neste estado →

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

Potência máxima demonstrada Abrir neste estado →

O que significa
O maior patamar que o ativo sustentou por 2 horas seguidas em toda a série, comparado com a placa, e o p99,5 de cada ano. O chip diz “demonstrou a potência do cadastro” (entre 90 % e 105 % da placa), “nunca sustentou 90% da potência” ou “acima da potência do cadastro” (mais de 105 %).
Fonte e data
Chile: geração real horária e cadastro do CEN (central 1704: série de 11/02/2021 a 23/09/2026). Colômbia: geração real horária (Gene) e capacidade efetiva líquida (CapEfecNeta) da XM, com a data da publicação — GVIO: 1.258,8 MW em 23/07/2026, 21h–23h, 100,7 % de 1.250 MW publicados em 22/09/2026, dado até 21/09/2026. Lidos na API de produção em 24/09/2026.
Armadilha
No Chile e na Colômbia a placa do cadastro NÃO é teto físico: centenas de usinas geram acima dela há anos (placa líquida contra geração bruta, cadastro velho). “Acima da potência do cadastro” é aviso de cadastro, não defeito da usina. O chip é estrutural: nem o CEN nem a XM publicam vento ou irradiância por usina para dizer se o pico foi limitado pelo recurso.

Linha do tempo de cortes (Chile) Abrir neste estado →

O que significa
Os eventos de redução de energia renovável variável (ERV) do mês — início, fim, horas, energia e pico por hora — e a matriz dia × hora. Sem causa: o CEN não publica o motivo, então a cor é única.
Fonte e data
CEN — Reducciones ERV (energia reduzida publicada), por hora e central. Em 24/09/2026 o último mês publicado era 06/2026; a hora do CEN é o FIM do intervalo, na hora do Chile.
Armadilha
O corte chega uns 3 meses depois da geração: o mês aberto por padrão (o último com geração) costuma não ter corte publicado, e o quadro cai no último mês publicado, com aviso. Mês sem publicação aparece como “sem publicar”, não como zero; PMGD e armazenamento aparecem como “não se aplica”.

Corte por subestação e Geração associada (Chile) Abrir neste estado →

O que significa
Na ficha da subestação: o corte dos últimos 12 meses publicados das centrais ligadas a ela, mês a mês, com o percentual cortado e a lista das centrais; e a geração dessas centrais nos últimos 30 dias com dado.
Fonte e data
CEN — Reducciones ERV e geração real, somados pela ponte central → subestação do BrazilGrid (sobre o cadastro InfoTécnica do CEN). S/E Carrera Pinto: 294.771 MWh de 07/2025 a 06/2026 (lido em 24/09/2026).
Armadilha
O percentual usa só as horas em que existem corte E geração publicados; os totais em MWh somam tudo. Subestação cujas centrais não estão no ERV mostra “não se aplica”, que não é corte zero. Central sem ligação na ponte fica fora da soma: em 12 meses, 4.912,5 dos 5.837,8 GWh de ERV do país caem numa subestação (medido em 23/09/2026).

Caminho até a rede e estações próximas (Chile) Abrir neste estado →

O que significa
Da central à subestação em que ela injeta e às linhas que saem dali (um nível); e as estações da DMC e do CEAZA com medida num raio de 150 km, com distância, última leitura (radiação, vento, temperatura, umidade, chuva) e estado pela cadência da estação.
Fonte e data
Cadastro InfoTécnica do CEN + IDE Energía, com o método da ligação na tela (paño, barra ou nome). Estações: DMC (Dirección Meteorológica de Chile) e CEAZA, por hora — perto da Campos del Sol, a mais próxima é Copiapó, Cerro Antenas (DMC), a 50 km, com leitura das 15:00 UTC de 24/09/2026.
Armadilha
O caminho tem um nível só: não segue a rede até o sistema nacional, e a ligação por “nome” é a mais fraca das três. Estação a dezenas de km não mede o vento nem a nuvem da usina; a rede AGROMET está só no catálogo (sem série) e não aparece.

Linha do tempo de restrições — reconciliação negativa (Colômbia) Abrir neste estado →

O que significa
As horas em que a XM reconciliou negativamente o recurso — a geração real ficou abaixo da ideal por restrição —, em eventos e na matriz dia × hora do mês.
Fonte e data
XM — RecoNegEner (reconciliação negativa, por hora). Em 24/09/2026 o dado ia até 21/09/2026; hora = INÍCIO do intervalo, America/Bogota (UTC−5).
Armadilha
Reconciliação negativa não é o corte de renovável do Brasil: na Colômbia ela pega sobretudo térmicas e hidráulicas (em 12 meses, 0 eólicas entre 80 recursos reconciliados, medido em 23/09/2026) e a XM não publica causa por hora. Recurso que a XM nunca reconciliou mostra “sem registro”, e o mês corrente é cortado no último dia publicado, com aviso.

Esquema radial de linhas (Colômbia) Abrir neste estado →

O que significa
Uma estrela com as linhas que saem da subestação, cada raio na direção do outro extremo, com tensão e nome.
Fonte e data
UPME (topologia de linhas e subestações), na carga do BrazilGrid cuja data o quadro mostra (24/09/2026).
Armadilha
É esquema, não traçado: o raio aponta em linha reta para o outro extremo. Terminal da UPME que não casou com uma subestação aparece pelo nome cru, sem raio — não é linha a menos.

Alertas previstos · D+1 a D+3 e Clima por trecho do traçado Abrir neste estado →

O que significa
Para os próximos 3 dias locais: rajada máxima, chuva acumulada, temperaturas e o nível de vento, chuva, calor e frio (monitoramento, alerta, crítico). Na linha, a mesma previsão em pontos a cada 50 km do traçado (até 24) e o pior nível de cada dia, com os pontos onde ele ocorre.
Fonte e data
Open-Meteo (modelo numérico, selo “modelado”), na escala do motor de alertas do próprio país: percentil local do mês na climatologia ERA5 (~10 anos, célula de 0,25°) e pisos absolutos do país. LT 130 da Colômbia: 103,3 km, 3 pontos, lida em 24/09/2026 19:22 UTC.
Armadilha
É modelo, não medição. Ponto sem célula climatológica a até 40 km mostra “sem referência — não avaliado”, que não quer dizer tempo calmo (67 das 1.258 subestações do Chile, medido em 24/09/2026). Vento médio e tempestade (CAPE) não entram no previsto.

Transmisoras (Chile e Colômbia) Abrir neste estado →

O que significa
Uma página por empresa dona de subestações e linhas: contagens, km por tensão (com as linhas sem comprimento contadas à parte), o minimapa com as subestações dela e as listas; o chip do dono na ficha da SE e da LT leva até ela. No Chile, se o mesmo dono também tem centrais, a página aponta para a página de operador.
Fonte e data
Chile: cadastro InfoTécnica do CEN, coluna propietario (331 transmissoras, carga de 11/08/2026 19:44 UTC). Colômbia: UPME, coluna organizacion (32 transmissoras; 15 subestações e 3 linhas sem dono; carga de 24/09/2026 01:03 UTC). A data é a da nossa carga do cadastro, não uma data publicada pela fonte.
Armadilha
Nenhum dos dois operadores publica código de empresa: a chave é o NOME. Na Colômbia, grafias da mesma razão social (ex.: “CARIBE MAR DE LA COSTA” e “CARIBEMAR DE LA COSTA”) foram unidas por alias explícito e todas aparecem na página; grafia nova da fonte pode abrir uma página separada até o alias ser revisto. Linha sem comprimento publicado entra na contagem, não na soma de km.

Preço nas pontas (ΔCMg) e centrais nas pontas (Chile) Abrir neste estado →

O que significa
Na ficha da linha: o custo marginal médio de cada extremo, a diferença ΔCMg hora a hora (barra do gráfico com sinal) e as horas em que a diferença passou de 1 USD/MWh; e, ao lado, as centrais ligadas a cada extremo, com PMGD e o vínculo “por nome” marcados.
Fonte e data
CEN SIP (custo marginal em linha, média horária das barras de cada subestação na tensão da linha) e cadastro InfoTécnica + IDE Energía para as pontes linha → subestação → central. LONCOCHE–PULLINQUE 66 kV: 19 a 23/09/2026, ΔCMg médio +10,21 USD/MWh, máximo 243,89 (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC).
Armadilha
Diferença de preço não é congestão provada: o CEN não publica a causa, e o quadro não afirma congestão. Na mediana das 537 linhas com preço nas duas pontas, a diferença é de 0,01 USD/MWh (setembro de 2026). O SIP tem dias parciais: a tela diz quantas das 168 horas tinham as duas pontas. “Centrais nas pontas” não quer dizer que a energia passe por esta linha. Na Colômbia os dois quadros ficam cinza: o mercado é uninodal (não há preço por barra) e ainda não há ponte recurso → subestação.

Posição da central no Peru: GIS, indireta ou sem posição Abrir neste estado →

O que significa
Cada central do catálogo do COES diz de onde vem o ponto no mapa: do GIS operacional do Osinergmin (MapaSEIN_Operacion), de posição INDIRETA (o serviço ELECTRICIDAD_TOTAL do mesmo regulador, com capa, data e método) ou de nenhuma (ficha sem mapa). A home e a lista dizem quanto da energia cai em cada caso.
Fonte e data
Osinergmin (GIS MapaSEIN_Operacion, consultado em 23/09/2026 06:17 UTC, e ELECTRICIDAD_TOTAL, consultado em 24/09/2026 22:41 UTC) e COES (despacho executado do IEOD). Catálogo de 140 centrais: 126 no GIS (60,55 % da energia de 26/08 a 23/09/2026), 11 com posição indireta (39,24 %) e 3 sem posição (0,21 %) (lido na API de produção em 25/09/2026 02:51 UTC).
Armadilha
O GIS operacional não tem Mantaro, Restitución, Cerro del Águila, Chilca, Fénix nem Ventanilla — por isso o aviso em toda ficha de central. Central com posição indireta fica fora do alarme ao vivo (“no monitoreada”) e fora da camada do mapa. O GIS não data a feição: a data na tela é a da NOSSA consulta (“retrato sem data por elemento”).

Despacho, potência máxima e custo marginal nodal (Peru) Abrir neste estado →

O que significa
A série do despacho executado da central a cada 30 minutos (buraco quando o COES não publicou, nunca zero), a potência máxima sustentada por 2 horas e o custo marginal da barra da central — total, parcela de energia e parcela de congestão — em soles por MWh.
Fonte e data
COES — IEOD, Anexo A (DESPACHO_EJECUTADO, desde 01/04/2026) e CMgCP (custo marginal por barra, desde 18/09/2026). Placa = potência da fonte da posição (GIS ou ELECTRICIDAD_TOTAL). Hora de Lima, no INÍCIO da meia hora.
Armadilha
A barra do custo marginal é a de MESMO nome da central; quando não há, vale a subestação mais próxima com preço a até 20 km, rotulada “por proximidade” com a distância — não é a conexão declarada. Das 235 barras do COES, 147 casam com uma subestação pelo nome (e pela tensão, entre homônimas) e 53 por uma lista curada com a evidência de cada uma (desde 25/09/2026); 35 ficam sem subestação, com o motivo — nunca por desempate arbitrário. Kallpa aparece “acima da placa” (252 %): o GIS só publica a Kallpa IV, e o COES despacha as quatro unidades no mesmo sítio.

Vertimento RER (Peru) Abrir neste estado →

O que significa
A energia que as centrais de custo variável zero (eólicas e solares) deixaram de gerar por falta de transmissão ou porque a geração de custo zero superou a demanda, por mês e por dia, com a janela publicada e os dias sem publicação.
Fonte e data
COES — IEOD, aba VERTIMIENTO RER (MW a cada 30 minutos), publicada desde 17/04/2026 (159 dias publicados e 17 ausentes até 23/09/2026). Definição: Glosario do COES, pela Resolução Osinergmin N° 003-2025-OS/CD. No país, 1.016,8 MWh de 17/04 a 23/09/2026, em 16 dias, só na Punta Lomitas, Punta Lomitas Expansión e Wayra Extensión (medido em 25/09/2026 01:12 UTC).
Armadilha
Vertimento não é compensação: a energia vertida não é vendida, e a EDI (PR-38) é outro objeto, só para adjudicatário de leilão RER. Célula vazia é “sem registro”; “0 MWh no período” numa central da lista é dado publicado, não falha. A ligação entre a norma e a aba do IEOD é inferência nossa por nome e data (nenhum dos dois documentos cita o outro).

Argentina — ficha com o buraco do GIS Abrir neste estado →

O que significa
Ficha de central, subestação e linha com o cadastro do GIS, a estrela de linhas da subestação, os alertas de raio e fogo e o clima; na linha, o comprimento calculado do traçado aparece rotulado “calculado, não publicado”.
Fonte e data
Secretaría de Energía — datos.energia.gob.ar (CKAN), consultado em 22/09/2026 06:53 UTC (a data de modificação do arquivo é metadado, não “dado de”). 655 centrais e projetos (399 do parque MEM com código CAMMESA; Atucha I, fora do GIS, por fonte indireta rotulada; republicado em 22/09/2026; 75 isoladas; 180 projetos RenovAr), 323 subestações e 1.299 linhas. Alertas: GOES-19 e INPE, no relógio de Buenos Aires (UTC−3).
Armadilha
Desde a republicação de 22/09/2026 o GIS tem o parque do MEM com o código CAMMESA (Chocón, Piedra del Águila, Yacyretá, Atucha II, Costanera, Salto Grande…); Atucha I, ausente do GIS, entra por fonte indireta rotulada (Nucleoeléctrica, ARN e Wikidata; coordenada conferida contra a estação transformadora do GIS). Os 180 projetos RenovAr são outro catálogo: quando um projeto parece ser uma central do MEM, a ficha mostra o par como candidato — nada é fundido. O agente só é publicado no parque do MEM. Nas subestações e linhas a fonte não publica província: a província aparece derivada da coordenada pelos limites do IGN, rotulada “derivada”, e, fora do MEM, o operador diz “não publicado pela fonte”. Sem motor meteorológico na Argentina, não há alerta de chuva, vento ou temperatura, e o bot do Telegram não atende o país.

Geração e energia vertida — CAMMESA (Argentina) Abrir neste estado →

O que significa
A série mensal (desde 14/09/2020) e diária da central renovável do MEM, os KPIs de 12 meses, a vertida por classe da hora e as 8 ordens de restrição de maior duração com a causa como a CAMMESA a descreve.
Fonte e data
CAMMESA — Parte Post-Operativo (PPO), anexos enerrenov e restrenovables, ligado ao GIS pelo código CAMMESA. Cobertura em 25/09/2026: 84 fotovoltaicas, 71 eólicas e 38 das 39 hidro < 50 MW; dado até D−2; hora = fim do intervalo, hora local AR (UTC−3 = BRT).
Armadilha
Só o que a CAMMESA publica: nada de “possível − gerada” como corte, e “Pot. Limit” é consigna, não corte. Térmicas, grandes hidrelétricas e nucleares não têm série (a ficha diz “a CAMMESA não publica série por central para esta tecnologia”); projeto RenovAr sem código CAMMESA também não. Parte da vertida é de FREQUÊNCIA, não de rede — olhe a classe antes de chamar de congestão.

Restrição operativa, ranking e empresas (Uruguai) Abrir neste estado →

O que significa
A energia que a eólica ou solar poderia gerar e o Despacho Nacional de Cargas não despachou, calculada pela ADME a partir do recurso medido (Decreto 59/015), por central e por hora; a taxa é restrição ÷ (restrição + geração). O ranking ordena as centrais por MWh ou por taxa; “Empresas” soma centrais, potência e geração pela empresa do MIEM.
Fonte e data
ADME — Restricciones Operativas, Generación por central e Precio Spot Sancionado (capturados em 25/09/2026 07:29 BRT; geração até 08/2026, restrição até 07/2026); empresa, potência e situação do MIEM/DNE (retrato de 12/08/2019). Hora = fim do intervalo, hora do Uruguai (UTC−3 = BRT).
Armadilha
Restrição operativa não é o corte do Brasil: a ADME não separa rede de sobreoferta e não publica razão. Mês que a ADME não publicou (geração 11/2024 a 01/2025; restrição 08/2026) é buraco com estado, nunca zero, e fica fora da taxa; sentinela e valor negativo saem da soma e são contados. A empresa é a do cadastro de 2019, não o controlador de hoje, e grafias diferentes da fonte (“VENTUS” × “VENTUS ENERGY S.A.”) ficam separadas.

Espelho binacional e rede do OpenStreetMap (Paraguai e Bolívia) Abrir neste estado →

O que significa
Itaipu e Yacyretá entram no Paraguai como ESPELHO da ficha canônica do outro país; a série de Itaipu é a parte paraguaia do setor de 50 Hz. Na Bolívia, a ficha da central traz a injeção horária do CNDC e, desde 26/09/2026, a operação: despacho diário e por unidade, eventos (restrição de transmissão como o texto da consigna, nunca em MWh), indisponibilidades e o histórico mensal desde 2017; o trecho de linha com ponte verificada mostra o fluxo horário por área. No Paraguai, a home traz o anuário da ANDE 1999–2019 (anuário, não série operativa). Subestações e linhas dos dois países são do OpenStreetMap, com a tensão marcada “não confirmada”.
Fonte e data
Centrais: Global Energy Monitor (GIPT, release 2026-08-v3) com guard do OpenStreetMap; Itaipu: ONS (geração por setor, hora de Brasília rotulada); Bolívia: CNDC (injeção horária desde 01/01/2026, hora da Bolívia, UTC−4, fim do intervalo). Rede: OpenStreetMap (Overpass), carga de 25/09/2026 23:28 UTC — Paraguai 44 subestações e 321 trechos (142 com nome), Bolívia 56 e 244 (106).
Armadilha
Somar a potência do espelho contaria Itaipu duas vezes (no Brasil e no Paraguai). O “ficou no Paraguai” é derivado (50 Hz − cedido); hora reprovada no guard fica sem dado. O OSM é colaborativo: a tensão não é oficial, trecho sem nome não vira linha e ponta sem subestação a 1 km fica sem extremo. No Paraguai e na Bolívia o alarme de raio e incêndio existe desde 28/09/2026 no gridMap e no painel gridAlerts, sobre as usinas e as subestações com nome; a ficha do gridAssets ainda não mostra o alarme, e isso não é “sem ocorrência”.

Seletor de período e Indicadores (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Peru) Abrir neste estado →

O que significa
Um período só para a ficha da central: o bloco Indicadores (geração, fator de capacidade, potência máxima e cobertura do período e, onde a fonte publica, o corte — energia vertida da CAMMESA na Argentina, restrição operativa da ADME no Uruguai, vertimento RER do COES no Peru) e a série do período obedecem ao seletor; o histórico mensal fica à parte e não recarrega. No Paraguai não há FC (potência binacional) nem corte; na Bolívia, não há corte publicado.
Fonte e data
As mesmas séries de cada ficha (CAMMESA, ADME, ONS para Itaipu, CNDC, COES), recortadas pela janela pedida. A série começa em 14/09/2020 na Argentina, 01/01/2019 no Uruguai, 01/01/2000 no Paraguai, 01/01/2026 na Bolívia e 01/04/2026 no Peru, e termina no último dia publicado. No ar desde 01/10/2026 nos cinco países.
Armadilha
Período sem dado aparece “sem dado no período” — ausência, não zero (no Uruguai, a restrição operativa de agosto de 2026 ainda não foi publicada pela ADME: a ficha mostra o motivo, não 0 MWh). Um mês anterior ao início da série também cai em “sem dado”, e não em erro. A página de Empresas do Uruguai e do Peru e o custo marginal do Peru (7 dias) seguem com janela própria e não obedecem ao seletor.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Potência máxima demonstrada

Patamar(h) = min(g[h], g[h+1])   — 2 horas seguidas; g = geração horária publicada
Pico = maior Patamar da série, só com horas g ≤ teto
Teto físico = max(3 × placa ; 1,5 × p99,5 da própria série)   (horas acima: excluídas e contadas)
Chip: “demonstrou” se 0,9 × placa ≤ pico ≤ 1,05 × placa · “nunca sustentou 90%” se < 0,9 · “acima da potência do cadastro” se > 1,05
Curva anual = p99,5 da geração horária em cada ano civil

O mínimo de duas horas seguidas impede que um pico isolado (ou um valor corrompido) vire “potência demonstrada”. O teto é largo de propósito: só 3 × a placa cortaria horas reais de usinas com cadastro defasado. Na Colômbia a hora zero não entra — a XM não publica zero.

Base: Critério do BrazilGrid, o mesmo para Chile e Colômbia (kernel comum dos países); hora do CEN = fim do intervalo, hora da XM = início.

Eventos e corte por subestação

Evento = sequência de horas consecutivas com valor > 0 (atravessa a meia-noite)
   horas = nº de intervalos · energia = Σ MWh · pico = maior hora
Corte da SE no mês = Σ reduções (MWh) das centrais ligadas à SE
% cortado = Σ redução ÷ (Σ redução + Σ geração), só nas horas em que existem os dois

O percentual sobre a interseção evita um erro que já apareceu: somar 6 meses de corte publicado e dividir por 3 dias de geração carregada dava “67,2 % cortado”.

Base: CEN (Reducciones ERV) e XM (RecoNegEner); regra do BrazilGrid.

Nível previsto (D+1 a D+3)

Por dia local e por fenômeno (rajada, chuva em 24 h, calor, frio):
   crítico: ≥ p98 local do mês e ≥ piso mínimo do país, ou ≥ piso de alarme do país
   alerta: ≥ p95 e ≥ piso mínimo · monitoramento: ≥ p90 e ≥ l0
   calor e frio: p98 / p02, com margem de 2,5 °C para crítico
Rajada — Chile: l0 12 · mínimo 15 · alarme 30 m/s · Colômbia: 12 · 15 · 28 m/s
Linha: um ponto a cada 50 km do traçado (até 24); vale o pior nível do dia

É a escala do motor de alertas meteorológicos do próprio país, travada contra ele por teste: o chip previsto e o alarme ao vivo falam a mesma língua. O percentil é o do mês do dia previsto, na célula de clima mais próxima.

Base: Open-Meteo (previsão) e ERA5 (climatologia ~10 anos, 0,25°); pisos lidos na API de produção em 24/09/2026.

Preço nas pontas da linha (Chile)

Para cada hora h com as duas pontas publicadas:
   CMg_A(h), CMg_B(h) = média das barras da subestação NA TENSÃO da linha (sem barra na tensão: média de todas, rotulada)
   ΔCMg(h) = CMg_B(h) − CMg_A(h)   — A e B na ordem dos terminais da ficha
Hora com uma ponta só: sem Δ (nunca zero)
Horas com diferença = nº de h com |ΔCMg| ≥ 1 USD/MWh
Janela = 7 dias até o último dia publicado das DUAS pontas

O limiar de 1 USD/MWh é critério nosso, declarado na tela: fica acima do p90 da diferença (0,93 USD/MWh em setembro de 2026) e separa o desacople do ruído de perdas.

Base: CEN SIP (custo marginal em linha, 15 min, média horária); regra do BrazilGrid.

Vertimento RER (Peru)

Energia (MWh) = Σ MW das meias horas ÷ 2   — soma das colunas do COES da central
Dia com corte = dia com alguma meia hora > 0 (hora de Lima)
Mês = soma dos dias; dia não publicado fica fora (não é zero)

A meia hora publicada é o dado; o “Total diario” da própria planilha é conferido à parte, e divergência vira aviso no registro da captura (em 21/06/2026 o total publicado era 0 com 37 MW nas meias horas).

Base: COES — IEOD, aba VERTIMIENTO RER; definição do Glosario do COES (Resolução Osinergmin N° 003-2025-OS/CD).

Taxa de restrição operativa (Uruguai)

Taxa = Σ RO ÷ (Σ RO + Σ geração), só nos meses com RO E geração publicadas pela ADME
RO e geração em MWh (hora = fim do intervalo; célula sentinela ou negativa fora da soma, contada)
Janela 12 m = os 12 últimos meses com os dois publicados (hoje 08/2025 → 07/2026)
FC = geração ÷ (potência MIEM 2019 × horas com dado)

É a mesma aritmética do hover do gridMap, por isso ficha, ranking e mapa dão o mesmo número (Pampa 3,94 %; país 3,86 %). O FC usa a potência do cadastro de 2019: se a central mudou depois, o fator não representa a de hoje, e ele não é calculado quando a geração passa de 115 % da potência.

Base: ADME (Decreto 59/015); cálculo BrazilGrid rotulado na tela.

Energia vertida e classe da hora (Argentina)

% vertido = vertida ÷ (gerada + vertida)   — vertida = a publicada pela CAMMESA (já com restrição)
FC = gerada ÷ (potência publicada × horas)   — não calculado se o pico horário > 1,15 × placa
Classe da HORA: todas as ordens da hora de rede → “rede”; só frequência → “frequência”; classes diferentes → “mista”; sem ordem → “sem ordem”

A hora não é rateada entre causas: é classificada inteira, e a frequência nunca entra em “rede”. Evento que vira a meia-noite conta só a parte do próprio dia.

Base: CAMMESA (PPO); classificação BrazilGrid da descrição publicada (regra D58, item 4).

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Chile — geração, corte e cadastro

Fonte e data
Coordinador Eléctrico Nacional (CEN): geração real horária, Reducciones ERV e cadastro InfoTécnica; IDE Energía para a ligação à rede.
Como obtemos e com que frequência
Geração todo dia (até D-1); ERV quando o CEN publica, com uns 3 meses de atraso (em 24/09/2026, até 06/2026). Cada quadro mostra o “dado até”.
Limitação
O CEN não publica a causa do corte nem vento ou irradiância por central. A ponte central → subestação cobre 1.020 centrais em 447 subestações (medido em 23/09/2026).

Chile — estações meteorológicas

Fonte e data
DMC e CEAZA (séries horárias); a AGROMET está só no catálogo.
Como obtemos e com que frequência
Coleta horária; em 23/09/2026, 133 estações DMC e 52 CEAZA tinham série.
Limitação
O cadastro das estações não mantém a “última leitura”: o frescor exibido sai da série medida.

Colômbia — geração, capacidade e reconciliação

Fonte e data
XM: Gene (geração real horária), CapEfecNeta (capacidade efetiva líquida, diária) e RecoNegEner (reconciliação negativa, horária).
Como obtemos e com que frequência
Coleta diária; a XM publica com uns 3 dias de atraso (em 24/09/2026, dado até 21/09/2026).
Limitação
A XM não publica zero nem a causa da reconciliação. Ainda não há ponte recurso → subestação na Colômbia: por isso lá não existem “Geração associada”, “Caminho até a rede” nem “Corte por subestação”.

Colômbia — topologia

Fonte e data
UPME (linhas e subestações).
Como obtemos e com que frequência
Carga do BrazilGrid com a data exibida no quadro (24/09/2026).
Limitação
783 linhas e 960 pernas com o outro extremo resolvido (medido em 23/09/2026); terminal sem casamento fica sem raio.

Previsão e clima

Fonte e data
Open-Meteo (previsão, CC BY 4.0) e ERA5 (climatologia).
Como obtemos e com que frequência
A previsão do ponto sai da série horária que o app já busca para a ficha (sem chamada extra); o clima por trecho só busca quando o quadro é aberto, com cache de 1 hora e orçamento de chamadas por hora.
Limitação
Com o orçamento esgotado, o quadro diz isso em vez de esperar; ponto sem célula climatológica a até 40 km não é avaliado.

Peru — cadastro, despacho e preço

Fonte e data
Osinergmin: GIS MapaSEIN_Operacion (centrais, subestações e linhas) e ELECTRICIDAD_TOTAL (posição indireta). COES: IEOD — despacho executado, custo marginal por barra e vertimento RER.
Como obtemos e com que frequência
GIS em retrato (a data é a da nossa consulta); catálogo do COES todo dia às 21:53 UTC; IEOD todo dia, com repescagem. O despacho vai de 01/04/2026 em diante (carga retroativa de 25/09/2026); o custo marginal, de 18/09/2026 em diante.
Limitação
O GIS operacional filtra as maiores centrais (a posição indireta cobre 39 % da energia); 35 das 235 barras do COES não têm subestação (com o motivo); sem motor meteorológico no Peru (sem alerta de tempo nem clima por trecho).

Argentina — cadastro

Fonte e data
Secretaría de Energía — datos.energia.gob.ar (CKAN): estações transformadoras, linhas de transporte, centrais e projetos renováveis.
Como obtemos e com que frequência
Carga do BrazilGrid consultada em 22/09/2026 06:53 UTC; a data de modificação de cada arquivo aparece como metadado.
Limitação
Atucha I fora do GIS (entra por fonte indireta rotulada, não pelo cadastro) e sem província publicada (a tela a deriva da coordenada pelos limites do IGN); sem comprimento publicado das linhas. Série por central só das renováveis do MEM (PPO da CAMMESA: geração e energia vertida); térmicas, grandes hidrelétricas e nucleares não têm série pública por central.

Uruguai — geração, restrição e rede

Fonte e data
ADME: Generación por central (97 centrais, 5 tipos, desde 2019), Restricciones Operativas e Precio Spot Sancionado. MIEM/DNE: Mapas Energéticos (KMZ) — rede de 500 e 150 kV, subestações, empresa e potência, retrato de 12/08/2019.
Como obtemos e com que frequência
Planilhas da ADME capturadas todo dia (última em 25/09/2026 07:29 BRT); rede do MIEM carregada uma vez por mês a partir dos mesmos arquivos do mapa, então ficha, mapa e alarme usam os mesmos ids.
Limitação
A UTE não publica GIS: a rede é de 2019 e não tem as obras depois disso; o departamento só aparece onde a fonte publica; ainda não há ligação central → subestação nem o intercâmbio Brasil–Uruguai na ficha.

Paraguai e Bolívia — centrais, série e rede

Fonte e data
Global Energy Monitor (cadastro e posição das centrais, CC BY 4.0), ONS (Itaipu por setor), CNDC (injeção horária da Bolívia; potência de 2025) e OpenStreetMap (rede, ODbL).
Como obtemos e com que frequência
Carga diária no fim da tarde (UTC), no mesmo cache do mapa; mesma base do OSM + mesmo seed = nada regravado. A data exibida é a da base do OSM e a da nossa carga.
Limitação
Nenhum dos dois países tem GIS oficial acessível e o Paraguai não tem operador publicando dado aberto (a ANDE está atrás de um bloqueio de robôs): potência e posição são fonte indireta rotulada. Na Bolívia, 8 centrais (2,2 % da energia do ano) não têm coordenada.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • Transmissora: traçado e SEO. A página da transmissora já existe no Chile e na Colômbia (desde 25/09/2026); falta desenhar no minimapa o traçado das linhas dela, como no Brasil, e levá-la ao Peru.
  • Caminho de mais de um nível. Seguir a rede de subestação em subestação até o sistema nacional pede o grafo da rede do Chile, que ainda não existe como tabela.
  • Colômbia: ponte recurso → subestação. Sem ela, a Colômbia não tem geração por subestação, caminho até a rede, corte por subestação nem centrais nas pontas da linha.
  • Previsão mais completa. Vento médio e tempestade (CAPE) no quadro previsto, e o perfil de relevo ao longo do traçado da linha.
  • Peru: próximas peças. Ponte declarada central → subestação (hoje o custo marginal da central pode ser “por proximidade”) e a congestão do COES por linha.
  • Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. A Argentina mostra geração e energia vertida por central renovável do MEM (PPO da CAMMESA, desde 25/09/2026) e o Uruguai a série horária da ADME (desde 26/09/2026); faltam, na Argentina, potência máxima demonstrada e série horária e, no Uruguai, a ligação central → subestação e o intercâmbio com o Brasil. Paraguai e Bolívia têm ficha desde 25/09/2026, com rede só do OpenStreetMap.
  • Animação. Esta seção ainda não tem vídeo: a etapa 1 tem os prints da tela de entrada dos apps dos sete países e os passos novos da etapa 2 (Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia) têm o print da tela descrita, todos com a data da captura e re-capturados todo dia do site público.

Abrir o app →

gridCurt — o corte do SIN e o relatório do seu parque

Guia interativo

revisado em 25/09/2026

Contador da energia eólica e solar cortada no SIN e do prejuízo a PLD, com a abertura por razão e um relatório técnico por conjunto, operador ou grupo.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: O acumulado da energia eólica e solar cortada no SIN desde 01/10/2021 e do prejuízo a PLD, na régua da apuração do ONS (por conjunto), aberto por razão do corte, com o que foi estimado e o que ficou sem medida, e um relatório técnico gratuito por conjunto.

Faça agora: Abra a home e leia Energia Cortada; depois digite “Caetité Norte” na busca — é o conjunto da Caetité D, a usina das outras trilhas.

O contador do SIN e o de um conjunto, pela busca. capturado em 22/09/2026 · gravação da tela pública de curtometro.brazilgrid.com · 14.1 s

Abrir o contador →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. Leia o topo: Energia Cortada e Prejuízo financeiro (PLD). A linha “Dados ONS de … a …” mostra a data e a hora do último dado publicado pelo ONS, em BRT; entre um dado e o seguinte o contador é projeção (etapa 4). O seletor de período troca a janela: tudo, um ano ou datas personalizadas. Abrir neste estado →

  2. Passe o mouse nos cartões de perda eólica, solar e total: o percentual é dos últimos 12 meses; TWh e R$ são do período inteiro. Abrir neste estado →

  3. Em POR QUE FOI CORTADO?, cada razão — Energética (ENE), Confiabilidade (CNF) e Elétrica (REL), os nomes que a tela dá aos códigos do ONS — traz energia, R$ e a etiqueta de ressarcibilidade. Quando o arquivo de razões do ONS atrasa, entra uma 4ª fatia CINZA — “razão a publicar pelo ONS” —, com a data do último arquivo oficial ao lado: o MWh já está apurado, falta só o nome da razão (na tela desde 20/09/2026). Abrir neste estado →

    As razões do corte e como o número do contador é feito. capturado em 24/09/2026 · gravação da tela pública de curtometro.brazilgrid.com · 14.9 s
  4. Em COMO O NÚMERO É FEITO, veja o corte estimado das usinas sem dado válido (somado ao contador), a lacuna dos conjuntos inteiros sem dado (não somada) e a diferença de método da soma por usina (não somada); passe o mouse em cada cartão para ler a regra. Em 25/09/2026, com dado do ONS até 23/09/2026 23:30 BRT: estimado +3,1 % (+2,6 TWh), lacuna de 104.105 semi-horas e diferença de método +3,4 % (2,9 TWh). Abrir neste estado →

  5. Escolha um conjunto na busca (ou pelo link com ?conjunto=): o contador passa a ser do conjunto e aparecem a faixa de compensação e a série CSV das semi-horas com falha de medição. A busca ignora acento e caixa. Abrir neste estado →

  6. Abra o relatório técnico: Baixar PDF (20 páginas com a memória de cálculo) e Baixar CSV (série mensal). O documento sai de um snapshot identificado — dois downloads iguais trazem o mesmo número. Abrir neste estado →

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

Energia Cortada e Prejuízo financeiro (PLD) Abrir neste estado →

O que significa
O acumulado do escopo escolhido: corte eólico e solar medido por conjunto, mais o corte estimado das usinas sem dado válido, e o valor dessa energia ao PLD do submercado na hora do corte, corrigido pelo IPCA.
Fonte e data
ONS (restrição por usina), CCEE (PLD horário) e IPCA. O dado do ONS chega com cerca de dois dias (em 19/09/2026: até 17/09/2026 23:30 BRT); a linha do topo mostra essa data.
Armadilha
O número anda na tela: entre um dado e o seguinte ele avança no ritmo médio dos últimos 12 meses. É projeção a partir do último dado, não medição ao vivo.

Perda eólica, solar e total Abrir neste estado →

O que significa
O percentual é o corte por conjunto ÷ geração estimada nos últimos 12 meses; os TWh e os R$ embaixo são do período inteiro, já com o corte estimado das usinas sem dado.
Fonte e data
ONS; tooltip de cada cartão.
Armadilha
Percentual e acumulado têm janelas diferentes no mesmo cartão.

Por que foi cortado? Abrir neste estado →

O que significa
A energia e o prejuízo por razão: REL (indisponibilidade externa de rede), CNF (confiabilidade elétrica) e ENE (sobreoferta), com a etiqueta de ressarcibilidade.
Fonte e data
Razão da restrição publicada pelo ONS em cada semi-hora.
Armadilha
A razão que mais corta em energia pode não ser a que mais custa em R$: o PLD muda de hora em hora (missão 1 da trilha abaixo).

Como o número é feito Abrir neste estado →

O que significa
Três cartões: o corte ESTIMADO da usina sem dado válido (rateio de capacidade, somado ao contador), a LACUNA de semi-horas com o conjunto inteiro sem dado (corte desconhecido, não somado) e a DIFERENÇA DE MÉTODO da soma por usina (não somada; a maior parte é erro de estimativa, não energia a mais).
Fonte e data
Cálculo do BrazilGrid sobre os dados do ONS; régua adotada em 24/09/2026 (B345).
Armadilha
Só o corte estimado está somado à Energia Cortada. A diferença de método não é perda e a lacuna não tem medida: somar qualquer uma das duas infla o número.

Relatório técnico (PDF e CSV) Abrir neste estado →

O que significa
Por conjunto: cortes por razão, valoração pela Portaria MME 140/2026 em três cenários (piso contábil, critério da portaria, referência PLD), contratos de leilão identificados por usina e o mapa norma ⟷ fórmula.
Fonte e data
Gerado na hora a partir do dado público; o código do snapshot fica impresso.
Armadilha
A apuração do relatório é por conjunto, como a do ONS; a tabela por usina é descritiva. Os números são anteriores à reapuração que a Portaria 140/2026 determina ao ONS.

E a água? · Custo reconhecido vs perda invisível Abrir neste estado →

O que significa
Dois contrapontos na visão Brasil: a energia hídrica vertida que poderia ter virado energia, e o que o sistema paga em encargos por restrição, comparado ao corte renovável a PLD.
Fonte e data
ONS (energia vertida turbinável) e CCEE InfoMercado (encargos), com a janela no rodapé de cada quadro.
Armadilha
São contas separadas: a água NÃO está somada ao contador, e os encargos da CCEE saem com defasagem.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Energia Cortada

Energia Cortada = Corte medido por conjunto (eólica + solar) + Corte estimado da usina sem dado
Corte medido = Σ_conjunto Σ_t max(Σ Est − Σ Ver_com dado ; 0) × 0,5 h, só nas semi-horas sob restrição (flag de geração restrita do ONS OU razão REL, CNF, ENE)
Corte estimado = Σ_t max(Σ Est_irmãs × Pot_sem dado ÷ Pot_irmãs − Ver_sem dado ; 0) × 0,5 h
   usina sem dado = flag de dado inválido 1 e geração estimada zero

O corte medido é o mesmo cálculo da apuração do ONS (GNRa), conjunto a conjunto, tirando a geração da usina sem dado para que ela não derrube o corte das irmãs. O corte da própria usina sem dado ninguém mede; ele é estimado pelo rateio da capacidade, o critério do item 5.2.2.11 (faixa provável 1,7–2,6 TWh na série; B344, 24/09/2026). Semi-horas com o conjunto inteiro sem dado ficam como lacuna, fora da soma. No SIN (gridCurt em produção, 24/09/2026 20:30 UTC): eólica 60,67 + solar 24,21 + estimado 2,61 = 87,49 TWh; lacuna de 104.191 semi-horas com 2,59 TWh gerados sob ordem. Até 24/09/2026 o contador somava por usina (90,24 TWh no mesmo dado).

Base: RO-AO.BR.13 (apuração por conjunto; itens 5.2.2.5 e 5.2.2.11); revisões BrazilGrid B343 e B344; consulta do contador do BrazilGrid.

Prejuízo a PLD

Prejuízo = Σ_t Corte_t (MWh) × PLD(submercado, hora t) × fator IPCA (mês do evento → hoje)
   hora sem PLD publicado → média do PLD válido dos últimos 45 dias
   mês sem IPCA publicado → fator 1
   corte estimado da usina sem dado → PLD médio ponderado do escopo

Cada MWh cortado vale o PLD da hora em que foi cortado, no submercado da usina. Por isso a mesma energia vale diferente conforme a razão: a sobreoferta (ENE) acontece quando sobra energia e o preço está baixo.

Base: CCEE (PLD horário por submercado); IPCA do IBGE via Banco Central; correção por IPCA como na Lei 15.269/2025 Art. 1º-B §4.

O ritmo do contador

Contador(agora) = Base + ritmo × (agora − carimbo do último dado)
ritmo = Corte dos últimos 365 dias × (1 + fração estimada da usina sem dado) ÷ segundos do ano
Período fechado (ex.: um ano passado): ritmo = 0

O contador é uma projeção honesta: parte do último dado publicado e anda no passo médio do último ano. Quando o dado novo chega, a base é refeita.

Base: Cálculo do BrazilGrid; carimbo do último dado no topo da página.

Percentual de perda e diferença de método

% perda = Corte por conjunto dos últimos 12 meses ÷ Geração estimada dos últimos 12 meses
Diferença de método = Σ_usina max(Est − Ver ; 0) − Σ_conjunto max(Σ Est − Σ Ver ; 0)   (informativa, não somada)

A diferença de método mostra quanto a soma por usina passa da apuração por conjunto. Ela não é perda escondida: a maior parte é erro da geração estimada de cada usina (B343, 24/09/2026). No SIN, série inteira: 3,4% (gridCurt em produção, 24/09/2026 20:30 UTC).

Base: RO-AO.BR.13; REN ANEEL 1.030/2022 Art. 16 §4º; revisão BrazilGrid B343.

Ressarcibilidade por razão e faixa da Portaria 140

REL: ressarcível acima da franquia anual (regime ordinário)
CNF: ressarcível só pela Lei 15.269/2025, eventos de 01/09/2023 a 25/11/2025 (suspenso)
ENE: não ressarcível
GESS = min[ max(Econt − Gver ; 0) ; Gfrust ]  → piso contábil do relatório

O relatório mostra três cenários: o piso contábil (só o déficit de contrato, pela fórmula GESS), o critério da portaria (contrato + PLD, sem teto) e a referência 100% a PLD, que não é teto.

Base: REN ANEEL 1.030/2022 (Art. 16 e 20-D); REN ANEEL 1.109/2024 (GESS); Lei 15.269/2025 Art. 1º-B; Portaria Normativa MME 140/2026; Despacho ANEEL 148/2026.

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Corte por usina

Fonte e data
ONS — Dados Abertos: restrição de operação por constrained-off de usinas eólicas e fotovoltaicas (semi-horária).
Como obtemos e com que frequência
Coleta automática diária; o contador lê a mesma tabela por usina do gridAssets. Dado até cerca de dois dias antes de hoje.
Limitação
O ONS reescreve meses fechados ao recalcular a referência; reingerimos as partições divergentes, e o acumulado pode mudar um pouco para trás.

PLD e encargos

Fonte e data
CCEE — PLD horário por submercado e InfoMercado (encargos de serviço do sistema).
Como obtemos e com que frequência
Coleta periódica dos dados públicos da CCEE.
Limitação
A CCEE publica depois do ONS: nas horas ainda sem PLD usamos a média dos últimos 45 dias, e o InfoMercado publica os encargos com defasagem.

IPCA

Fonte e data
IBGE, pela série do Banco Central.
Como obtemos e com que frequência
Coleta mensal.
Limitação
O mês ainda sem IPCA publicado entra sem correção.

Contratos (no relatório)

Fonte e data
Resultados públicos dos leilões regulados de energia (ANEEL).
Como obtemos e com que frequência
Casamento por usina a partir dos leilões publicados.
Limitação
Contrato bilateral no mercado livre não é público: sem contrato de leilão identificado, a parcela é tratada como descontratada e valorada a PLD.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • Contador mais perto do tempo real. Hoje o contador projeta pelo ritmo de 12 meses até o dado seguinte, que chega com cerca de dois dias; a geração em tempo real do ONS pode encurtar essa distância.
  • Corte estimado ao PLD da hora. Hoje o corte estimado da usina sem dado é valorado ao PLD médio ponderado do escopo; usar o PLD de cada semi-hora deixaria o R$ mais preciso.
  • Reapuração da Portaria 140. Quando o ONS publicar a reapuração que a Portaria MME 140/2026 determina, o relatório deve passar a usá-la no lugar da apuração anterior.

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gridMap — o mapa do sistema

Guia interativo

revisado em 04/10/2026

Geração, linhas, subestações, margem de escoamento e fenômenos ao vivo em um mapa só.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: O mapa do sistema elétrico: usinas, linhas, subestações e barras do SIN — e do Chile, da Colômbia, da Argentina, do Peru, do Uruguai, do Paraguai e da Bolívia —, com margem de escoamento, corte, fila de acesso e alertas ao vivo; cada camada diz a fonte e a data.

Faça agora: Digite “Igapora” na busca do topo (atalho: tecla /) e clique na SE IGAPORA III, na Bahia: o painel lateral mostra quem se conecta ali e a margem oficial do ONS.

Buscar uma SE e ler quem se conecta a ela (modo Rede). capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de bigsin.brazilgrid.com · 14.8 s

Abrir o mapa →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. Escolha o país no seletor do topo: Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Uruguai, Paraguai, Bolívia ou Mundo (o Peru entrou no seletor em 20/09/2026, o Uruguai em 24/09/2026 e o Paraguai e a Bolívia em 25/09/2026). O mapa enquadra o país e troca as camadas; a escolha vai para a URL (#escopo=) e o link abre no mesmo país. Abrir neste estado →

    Trocar de país no seletor: os 8 países do gridMap. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de bigsin.brazilgrid.com · 25.1 s
  2. À direita da busca, “Grupos e operadores” mostra no mapa só os ativos de quem você escolher — grupo econômico (G), operador (O) ou transmissora (T), um ou vários (soma). A busca ignora acento; cada escolha vira um chip sob a busca, com X e “Limpar”, e vai para a URL (#ag=), então o link abre já filtrado. Recorta usinas, conjuntos, SEs e LTs da Rede Básica; ativo sem grupo/operador no cadastro fica fora (desde 03/10/2026). Com a escolha feita, o mapa entra em modo foco (desde 04/10/2026): enquadra todos os ativos escolhidos (e reenquadra a cada um que você soma ou tira), deixa só eles — com um brilho — e os fenômenos meteorológicos, desliga alarmes, outras redes e camadas analíticas e mostra as LTs e SEs de outros donos esmaecidas, como referência. “Sair do foco” devolve as camadas como estavam e mantém o filtro; o link abre já enquadrado e em foco. Abrir neste estado →

  3. Aplique um preset no alto do painel de camadas — Operação, Vigilância, Clima, Renováveis, Planejamento, Desenvolvimento, Mercado ou Padrão. Cada um liga as camadas daquele uso; as ligadas aparecem como chips em ATIVAS, e o X do chip desliga. Abrir neste estado →

  4. Na lista de camadas: um clique liga ou desliga, clique duplo mostra a camada sozinha e a engrenagem (ou o botão direito) abre as opções — sub-camadas, colorir, filtrar e opacidade. “2/4” diz quantas sub-camadas estão ligadas; o outro número, quantas feições estão no mapa. Grupo sem camada ligada começa recolhido (desde 22/09/2026); “abrir grupos”, no topo do painel, abre todos. Abrir neste estado →

  5. No painel da direita, abra o quadro SEs Transmissão — desde 22/09/2026 os quadros nascem recolhidos e o cabeçalho resume o modo em uso (ex.: “kV”) — e escolha Colorir por: kV, Hub, Margem, Abre (margem que abre de 2027 em diante), Fila (pedidos de acesso) ou Corte (curtailment de 12 meses das usinas conectadas). A legenda, embaixo, tem uma linha por seção com a faixa de cores; “abrir todas” mostra rótulos, fonte e data. Abrir neste estado →

    Abrir o quadro, colorir as SEs por margem e por corte, abrir a legenda e aplicar um preset. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de bigsin.brazilgrid.com · 14.7 s
  6. Ligue Gás natural (EPE), no grupo Rede elétrica: gasodutos de transporte existentes (traço cheio), planejados (tracejado), pontos de entrega — os termelétricos na cor das térmicas — e as UPGN e terminais de GNL. Passe o mouse num duto para ver se ele existe, o diâmetro, a extensão e a transportadora. Abrir neste estado →

    A malha de gás natural da EPE: existente, planejada e pontos de entrega. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de bigsin.brazilgrid.com · 11.7 s
  7. Clique numa SE: o painel lateral abre com as abas Geral, Fila ONS, Barras, Leilões e Condomínio. No modo Rede (o link já traz ?rede=1), o quadro “Quem se conecta aqui” lista as usinas a montante e desenha as ligações; clicando numa usina, aparece o caminho dela até a rede básica. O ícone de download no cabeçalho do painel (“Baixar instante”) leva os atributos daquele ativo com a fonte e a data da camada: Excel, CSV com Leia-me, GeoJSON ou Ver como tabela. Abrir neste estado →

  8. Veja o que está acontecendo agora: o preset Vigilância liga raios, incêndios, chuva, convecção, rede fora (PDI), falhas de geração (COIG) e o alarme por trecho de LT. No Chile e na Colômbia, a camada “Alarme por ativo” avalia as linhas ponto a ponto. Clique num foco de incêndio: o popup diz se a frente pode avançar (velocidade, rumo, alcance em 1, 3 e 6 h e o que está no caminho) ou por que não há propagação calculada (detecção antiga, foco fraco, não confirmado, calmaria, úmido ou sem vento); no ponto de um grupo de focos, a “Última detecção” em BRT. A URL (#map, #layers, #escopo) guarda o estado para compartilhar. Abrir neste estado →

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

Painel de camadas Abrir neste estado →

O que significa
A lista fixa de grupos (Geração, Rede elétrica, GD distribuída, Hidrografia, Clima, Alertas tempo real, Medições, Eventos), com busca de camada, presets e chips das camadas ativas. Cada camada tem um inspetor (engrenagem) com sub-camadas, cor, filtro e opacidade. Desde 22/09/2026 o painel é enxuto: grupo sem camada ligada nasce recolhido, os quadros da direita (SEs Dist., SEs Tx, Barras, MMGD) nascem recolhidos com um resumo no cabeçalho e a legenda mostra uma linha por seção.
Fonte e data
Cada camada tem o bloco “Fonte & Atualização”: fonte, data do conteúdo, data da coleta e próxima atualização. Camadas ao vivo mostram a idade do dado.
Armadilha
O número ao lado da camada conta o que está carregado no mapa, não o cadastro inteiro; camada desligada ou fora do país escolhido não quer dizer que o ativo não existe. Quadro ou grupo recolhido não é camada desligada: o resumo no cabeçalho (“kV”, “Margem · filtros: 1”) diz o que está valendo no mapa.

Margem oficial ONS (painel da SE) Abrir neste estado →

O que significa
Quanto de geração nova a rede básica comporta naquele ponto, ano a ano (2027 a 2031+), por barra; “saturada” = 0 MW. Colorir por Margem pinta o mapa com o mesmo número; Abre mostra onde a margem cresce ao longo dos anos.
Fonte e data
ONS — Margem de escoamento (Margem Indicativa); a ficha diz a publicação vigente, a data do conteúdo, a da coleta e a próxima atualização (na Igaporã III em 19/09/2026: publicação 2026.2, conteúdo de 31/07/2026, coletada em 14/09/2026).
Armadilha
A margem é indicativa e por barra: não reserva capacidade para ninguém e muda a cada publicação. Compare sempre a data da publicação antes de comparar duas SEs.

Quem se conecta aqui (modo Rede) Abrir neste estado →

O que significa
As usinas que injetam na SE pela topologia, com a potência instalada e a confiança da ligação (alta, média, baixa). Numa usina, o mesmo modo mostra o caminho até a rede básica.
Fonte e data
Grafo do BrazilGrid sobre o cadastro do ONS, o SIGET da ANEEL, o deck DESSEM, a BDGD e o SINDAT; a data do build está no rodapé do quadro.
Armadilha
É o sentido da injeção pela topologia, não fluxo de potência. O traço reto no mapa é a ligação topológica, não o traçado da linha.

Colorir por Corte e por Fila Abrir neste estado →

O que significa
Corte = energia cortada em 12 meses das usinas eólicas e solares conectadas à SE; Fila = pedidos de acesso ainda vivos no ONS para aquele ponto (quantidade e MUST em MW).
Fonte e data
Corte: ONS (restrição × geração verificada), soma por usina, com “dado até” na ficha da SE — a mesma definição do quadro Corte do vizinho do gridAssets. Fila: pedidos de acesso do ONS, com a data da verificação.
Armadilha
O corte conta a semi-hora sob restrição pelo gate do ONS — flag de geração restrita ou razão publicada (REL, CNF, ENE), união em vigor desde 20/09/2026. Fila grande com margem zero não é oportunidade: é disputa pelo mesmo escoamento.

Alertas ao vivo Abrir neste estado →

O que significa
Raios, focos de incêndio, chuva intensa e convecção severa detectados por satélite; rede fora e falhas de geração informadas pelo ONS; e o alarme por trecho de linha de transmissão quando o fenômeno chega perto dela. Desde 23/09/2026 focos e propagação potencial são um item só no painel de camadas, “Incêndios”: ligar o item liga os focos e as camadas de propagação (envelope, eixo e arco de rajada, visíveis a partir do zoom 6).
Fonte e data
Satélite GOES-19 (fenômenos) e ONS (PDI — rede fora; COIG — falhas de geração); cada camada mostra a idade do dado e o critério no hover. A propagação é cálculo do BrazilGrid a cada 30 min (:19 e :49), com vento e secura da Open-Meteo por célula; o popup do foco carimba o instante do foco e o do cálculo.
Armadilha
Mapa sem raio quer dizer que o satélite não detectou descarga naquele instante, não que a operação está segura. O PDI é programação: pode trazer datas futuras. A propagação é potencial, no pior caso: não considera relevo, barreiras, combate nem aceiros.

Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Uruguai, Paraguai e Bolívia Abrir neste estado →

O que significa
O mesmo mapa com as camadas do país: geração, linhas e subestações e, no Chile e na Colômbia, o alarme por ativo — cada linha é avaliada em um ponto a cada 10 km do traçado, pelo mesmo motor de raios usado no Brasil. No Peru, no ar desde 20/09/2026, são 989 linhas, 718 subestações e 280 centrais, com alarme ao vivo por estrutura (subestação e central) de raio, fogo e convecção severa. Desde 23/09/2026 a Colômbia também alarma convecção severa, e o hover da Argentina e do Peru mostra rótulos traduzidos (potência em MVA, situação do Osinergmin) no lugar das chaves cruas da fonte. Desde 24/09/2026: o Uruguai mostra 91 centrais da ADME, a rede de 500 e 150 kV e 53 subestações do MIEM e a camada “Restrição operativa” — a energia que o despacho mandou não gerar, por central e por hora —, com a taxa de 2023, 2024 e 2025 de cada central (no país: 7,10 %, 9,07 % e 5,00 %); a Argentina passou a alarmar raio e fogo em 323 estações do transporte e 211 usinas; e o fogo que se repete ganhou no mapa o rótulo de fogo crônico (“5/7 d” = fogo em alerta em 5 dos últimos 7 dias) no Chile, na Colômbia, no Peru e na Argentina. Desde 25/09/2026: o Uruguai alarma raio e fogo em 144 estruturas (as 53 subestações do MIEM e as 91 centrais da ADME com coordenada), só no mapa; na Colômbia e no Peru, a camada opcional “Linhas sob tempestade” pinta cada linha pela contagem de descargas a menos de 5 km do traçado nas últimas 2 horas — densidade, sem nível de alarme (rodada de 24/09/2026 23:48 BRT: 121 linhas na Colômbia, a mais atingida Cerromatoso–Porce III 500 kV com 686 descargas, e 1 no Peru); o rótulo de fogo crônico chegou ao Brasil (69 estruturas marcadas no arquivo servido em 25/09/2026 02:54 UTC); e o Paraguai e a Bolívia entraram no mapa — no Paraguai, Itaipu partida (nos 30 dias até 22/09/2026, 3.242 MWméd dos 50 Hz ficaram no Paraguai, 69,1 %, e 1.452 foram cedidos ao Brasil) e 6 centrais; na Bolívia, 27 centrais com a injeção do CNDC no ano; nos dois, linhas e subestações do OpenStreetMap.
Fonte e data
Cada camada do país mostra a própria fonte (operador ou órgão do país) e a data em “Fonte & Atualização”; os fenômenos vêm do mesmo satélite. Uruguai: ADME (restrição operativa e geração por central, até 07/2026), MIEM/DNE (rede, retrato de 12/08/2019) e o OpenStreetMap só como geometria de 8 centrais. Paraguai: ONS (geração de Itaipu por setor) e Global Energy Monitor (posição das centrais). Bolívia: CNDC (injeção por central, até 23/09/2026) com posição do Global Energy Monitor ou do OpenStreetMap, por central. Nos dois, a rede é do OpenStreetMap (consultado em 24/09/2026 23:16 UTC), com a tensão rotulada “OSM, tensão não confirmada”.
Armadilha
A cobertura muda de país para país: a Argentina e o Uruguai alarmam só raio e fogo, e o Uruguai fica fora do bot (está no mapa e, desde 28/09/2026, no painel ao vivo e no quadro da página do país; num dia de frente fria, 27/09/2026, 44 % das estruturas ficaram em alarme); o Peru alarma por estrutura, não por linha; o Paraguai e a Bolívia alarmam só raio e fogo desde 28/09/2026, sobre as usinas e as subestações do OpenStreetMap que têm nome, e também ficam fora do bot. Camada que não existe num país não aparece — isso não é “zero ocorrências”. “Linhas sob tempestade” é contagem, não alarme: linha sem descarga fica sem cor. No Uruguai, restrição operativa não é o corte do Brasil: a ADME não separa rede de sobreoferta, e 2024-11, 2024-12 e 2025-01 ficam fora da taxa porque a ADME não publicou. Na Argentina, o GIS da Secretaría de Energía tem o parque do MEM desde a republicação de 22/09/2026, e Atucha I (ausente dele) entra por fonte indireta rotulada: sem alarme não diz nada sobre uma central fora do cadastro. Na Bolívia, 8 centrais (2,2 % da energia do ano) não têm coordenada e não são desenhadas; o OSM não tem toda a rede, e linha sem tag de tensão fica fora. O ponto do alarme erra até 5 km ao longo da linha. Os sete países têm o chip “Visão analítica” para a ficha do gridAssets do país (Paraguai e Bolívia desde 25/09/2026, Uruguai desde 26/09/2026) — ver a seção “gridAssets · país” deste manual.

Traçado da linha e posição da subestação Abrir neste estado →

O que significa
Como a linha é desenhada no mapa e onde o ponto da SE é colocado. Em 20/09/2026, 1.614 das 1.865 LTs do cadastro têm traçado real (86,54%, contra 83,75% antes); os 12 bipolos HVDC seguem a rota do próprio bipolo; e 57 SEs (38 de transmissão + 19 coletoras) passaram a ser desenhadas no pátio real, de 0,5 a 4,9 km do ponto do cadastro. Na ficha da LT, o rodapé do minimapa diz de onde veio a geometria: traçado real (1.301), circuito paralelo (375), reta do cadastro (104), reta entre terminais (53) ou esparsa (32).
Fonte e data
ONS (cadastro de linhas e de subestações, e o km oficial da linha), OpenStreetMap (geometria), SIGEL/ANEEL e o R4 dos leilões; a ficha da LT carimba fonte e data.
Armadilha
A posição da SE é de EXIBIÇÃO: o cadastro do ONS não muda, e o ponto original fica guardado ao lado. O slider de km da ficha da LT usa o km do CADASTRO, não o do desenho (358 LTs têm os dois com mais de 10% de diferença), e some nas linhas de geometria reta ou esparsa acima de 30 km (109 LTs) — aí o ponto no traçado não representaria o caminho real.

Usina futura com posição aproximada Abrir neste estado →

O que significa
Usina outorgada que a ANEEL publica sem latitude/longitude no SIGA entra no mapa por fonte indireta, com selo e a linha “Posição aproximada — fonte X (data); até ~N km”. No geojson servido em 24/09/2026: 81 das 2.237 futuras — município (28), usinas irmãs do complexo (24), localidade atendida do leilão dos sistemas isolados (12), instalação anfitriã (7), subestação de conexão (5) e licença ambiental (5). Desde 25/09/2026 entra um método a mais: a posição do ATO DE OUTORGA — a coordenada que o agente declarou no anexo do despacho da ANEEL, com o selo “Posição do ato de outorga (despacho ANEEL)” e a fonte “Despacho ANEEL nº X/2026, Anexo”. Com ele o arquivo servido passou de 2.237 para 2.242 futuras (Dom Basílio I, II e III, Ventos de Santo Orestes 05 e Brasbio Uruçuí).
Fonte e data
ANEEL (SIGA de 21/09/2026) e, conforme o método, malha do IBGE, WebMap da EPE, informe de vencedores do leilão dos sistemas isolados (EPE), certificados de licença da SEMAD-MG e a SE de conexão do RALIE; a feição traz fonte, data e erro máximo.
Armadilha
É posição de EXIBIÇÃO, conferida contra o município declarado (malha do IBGE, tolerância de 1 km); não é o ponto do empreendimento. Sete usinas ficam fora do mapa por falta de fonte que feche em menos de 40 km. A coordenada do ato é a DECLARADA pelo agente: quando o anexo repete a sede do município (caso de Santo Orestes 3 e 4, na sede de Casa Nova), ela não entra — o guard do centroide corta.

Gás natural (EPE) Abrir neste estado →

O que significa
A malha de gás natural sob um item só, desligada por padrão: 90 trechos de transporte existentes (10.093,9 km, traço cheio), 39 trechos planejados (13.495,8 km, tracejado, com Autorizado pela ANP e Indicativo do PDE/PNIIGB em cores distintas), 165 pontos de entrega — 21 deles termelétricos — e 40 UPGN mais 12 terminais de GNL. Na tela desde 22/09/2026.
Fonte e data
EPE — WebMap, Infraestrutura de Gás Natural (licença CC BY 4.0, com atribuição), atualizada todo mês. A data vem do próprio dado da EPE: transporte set/2025, pontos set/2026, UPGN e GNL ago/2026 — a legenda mostra mês e ano, sem inventar dia.
Armadilha
57,2% da extensão desenhada NÃO existe: é planejamento, por isso o tracejado. O ponto de entrega do mapa é o cadastro da EPE; o quadro “O combustível chegou?” do gridAssets usa o ponto da ANP — são fontes diferentes. A própria EPE avisa que o dado não serve para fins legais, de engenharia ou de levantamento.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Colorir por Margem

Cor da SE = margem oficial do ONS no horizonte 2031+ (MW)
   0 → vermelho (saturada) · < 200 → laranja · < 500 → amarelo
   < 1.000 → verde · ≥ 1.000 → ciano · sem margem publicada → cinza

O número é o publicado pelo ONS para a barra da SE, não um cálculo nosso; o painel da SE mostra o ano a ano, de 2027 a 2031+.

Base: ONS — Capacidade Remanescente para Escoamento de Geração (Margem Indicativa); faixas de cor do gridMap (critério interno).

Colorir por Abre — onde a margem cresce

Δ = margem 2031+ − margem 2027 (MW)
   sem margem → cinza · zona saturada (já corta hoje) → vermelho · Δ ≤ 0 → cinza-azulado
   Δ > 0 com corte observado na barra ou na UF → âmbar
   Δ > 0 em zona limpa → verde-limão (< 500), verde (< 1.200), ciano (≥ 1.200)

Os outros modos pintam o nível; este responde onde a margem abre ao longo do horizonte. O ciano é limite inferior: a publicação do ONS tem um teto.

Base: Mesma fonte da Margem; zonas de corte do BrazilGrid (critério interno).

Colorir por Corte e por Fila

Corte da SE = Σ curtailment (gate do ONS: flag de geração restrita ∪ razão) dos últimos 12 meses fechados das eólicas e solares que chegam à SE (GWh)
   0 → cinza-azulado · < 10 verde · < 100 amarelo · < 500 laranja · < 1.500 vermelho · ≥ 1.500 vermelho-escuro
Fila da SE = Σ MUST (MW) dos pedidos de acesso vivos e com protocolo vigente
   0 → cinza-azulado · < 100 verde · < 500 amarelo · < 1.500 laranja · ≥ 1.500 vermelho

O corte usa a mesma definição da ficha da usina no gridAssets. SE sem usina mapeada, ou sem pedido ligado a ela, fica cinza (“sem dado”) — isso não é zero.

Base: ONS (restrição e geração por usina; fila de acesso do SGAcesso); faixas de cor do gridMap.

Quem se conecta aqui (grafo)

Montante(SE) = usinas cujo caminho de injeção, pela topologia, termina na SE
Potência a montante = Σ potência instalada dessas usinas

O grafo liga usina → SE coletora → linhas → SE de rede básica. Cada ligação tem uma confiança (alta, média ou baixa) conforme a fonte que a sustenta. É topologia, não fluxo de potência.

Base: Grafo do BrazilGrid sobre o cadastro do ONS, o SIGET da ANEEL, o deck DESSEM, a BDGD e o SINDAT.

Alerta de raio (motor IEC 62793)

Cada estrutura tem três raios: TA (aproximação) ⊂ SA (área sensível) ⊂ MA (área monitorada)
Nível 1: descarga dentro do SA
Nível 2: descarga mais perto que a distância crítica  OU  nº de descargas no SA ≥ mínimo
   SE de transmissão: SA 4 km · MA 15 km · crítica 1,5 km · mínimo 2
   Parque eólico: SA 5 km · MA 25 km · crítica 2 km · mínimo 3
   Parque solar: SA 4 km · MA 20 km · crítica 1,5 km · mínimo 3
Linha (Chile e Colômbia): um ponto a cada 10 km do traçado; erro de posição até 5 km

As descargas vêm do GLM, o sensor óptico de relâmpagos do satélite GOES-19. A linha é avaliada ponto a ponto e o mapa mostra o pior ponto dela.

Base: IEC 62793:2020 (sistemas de alerta de tempestade); regras ativas em produção lidas em 19/09/2026 16:14 UTC.

Malha de gás: o que é desenhado e com que erro

Existente × planejado = campo de situação da EPE (existente → traço cheio; Autorizado ANP e Indicativo PDE/PNIIGB → tracejado)
Traçado simplificado por Douglas-Peucker, tolerância 0,0002° → desvio máximo medido 22,3 m
Data da camada = a mais recente citada no campo Fontes da EPE, descartando datas no futuro

O original tinha 273.737 vértices (um a cada ~9 m num duto de 700 km); simplificado, o arquivo cai de 6,5 MB para 160.580 B comprimidos, com o desvio máximo gravado no próprio arquivo. O “2034” de “PDE 2024-2034” é horizonte de plano, não data de publicação — por isso fica fora do carimbo.

Base: EPE — WebMap, Infraestrutura de Gás Natural (CC BY 4.0); ETL do gridMap de 22/09/2026 (etl/45).

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Margem de escoamento

Fonte e data
ONS — painel público de Capacidade Remanescente para Escoamento de Geração (Margem Indicativa), por barra.
Como obtemos e com que frequência
Coletada a cada publicação do ONS; a ficha da SE mostra a publicação, a data do conteúdo e a da coleta (Igaporã III em 19/09/2026: 2026.2, conteúdo de 31/07/2026, coletada em 14/09/2026).
Limitação
É indicativa e por barra: não reserva capacidade para ninguém e muda a cada publicação.

Linhas, subestações e barras

Fonte e data
ONS (cadastro de linhas, SEs e barras), ANEEL (SIGET) e deck DESSEM do ONS; traçado das linhas do OpenStreetMap.
Como obtemos e com que frequência
Coleta periódica. O OpenStreetMap entra só como geometria: tensão, capacidade e dono vêm das fontes oficiais.
Limitação
Em 20/09/2026, 1.614 das 1.865 LTs do cadastro (86,54%, contra 83,75% antes) aparecem com traçado real; os 12 bipolos HVDC passaram a usar a rota do próprio bipolo (Madeira e Itaipu não se misturam mais). Onde não há traçado, a ligação aparece como reta ou como traçado esparso tracejado, rotulado como tal — a reta não é o caminho real da linha.

Fila de acesso

Fonte e data
ONS — pedidos de acesso (SGAcesso).
Como obtemos e com que frequência
Verificação periódica; a ficha diz a data (Igaporã III: verificada em 28/07/2026).
Limitação
Pedido sem SE identificada não entra na conta da SE. Fila é intenção de conexão, não obra.

Alertas ao vivo

Fonte e data
Satélite GOES-19 (raios GLM, fogo FDCF, chuva RRQPEF, convecção DSIF), INPE (queimadas) e ONS (PDI e COIG).
Como obtemos e com que frequência
Coleta contínua; cada camada mostra a idade do dado.
Limitação
Detecção por satélite tem incerteza de posição e pode perder eventos: mapa sem raio não quer dizer operação segura.

Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Uruguai, Paraguai e Bolívia

Fonte e data
Chile: Coordinador Eléctrico Nacional. Colômbia: XM. Argentina: Secretaría de Energía; a série da CAMMESA (PPO) está na ficha do gridAssets Argentina, não no mapa. Peru: Osinergmin (GIS do MapaSEIN); despacho, custo marginal e vertimento do COES estão na ficha do gridAssets Peru, não no mapa. Uruguai: ADME (restrições operativas e geração por central, até 07/2026) e MIEM/DNE (rede, retrato de 12/08/2019). Paraguai: ONS (Itaipu) e Global Energy Monitor. Bolívia: CNDC e Global Energy Monitor. Rede do Paraguai e da Bolívia: OpenStreetMap, só geometria.
Como obtemos e com que frequência
Cada camada do país mostra a fonte e a data em “Fonte & Atualização”.
Limitação
A cobertura muda de país para país: a Argentina e o Uruguai alarmam só raio e fogo, o Peru alarma por estrutura, não por linha, e o Paraguai e a Bolívia alarmam só raio e fogo (desde 28/09/2026), sobre as usinas e as subestações do OpenStreetMap que têm nome. A rede do Uruguai é um retrato de 2019 (a UTE não publica GIS); a do Paraguai e da Bolívia é colaborativa (nenhum GIS oficial acessível nos dois países).

Malha de gás natural

Fonte e data
EPE — WebMap, Infraestrutura de Gás Natural (serviço ArcGIS público, licença CC BY 4.0 com atribuição).
Como obtemos e com que frequência
Coleta mensal automática; o aviso de responsabilidade e a declaração de modificação da EPE viajam no próprio arquivo servido.
Limitação
Um dos serviços da EPE devolve os 165 pontos de entrega sem geometria e sem erro; lemos o serviço gêmeo, e a coleta aborta se alguma feição vier sem geometria.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • Aviso de busca carregando. No primeiro uso, a busca leva cerca de 30 s enquanto o índice de camadas carrega, sem aviso na tela (medido em 19/09/2026).
  • Uma data só para a margem. Na Igaporã III, em 19/09/2026, o quadro da margem dizia “CSV 04/2026” e o Fonte & Atualização, publicação 2026.2 de 31/07/2026. Vale o Fonte & Atualização; unificar o rótulo evita a dúvida.
  • Link direto para a usina. ?ceg= sozinho ainda não abre o painel da usina; use ?se= com a SE de conexão.
  • Fluxo de potência. O modo Rede mostra topologia. O fluxo pela rede do deck DESSEM está em estudo — ele diria por onde a energia passa, não só quem se liga a quem.
  • Argentina, Peru, Uruguai, Paraguai e Bolívia. Alarme por linha, como já existe no Chile e na Colômbia (na Argentina, o teste de 7 dias segue em relatório); e o Uruguai no bot, com uma regra que não sature num dia de frente (no painel ao vivo ele está desde 28/09/2026).
  • Do ponto de gás à ficha da térmica. O ponto de entrega termelétrico no mapa (EPE) ainda não abre a ficha da usina nem o quadro “O combustível chegou?” (ANP) do gridAssets; ligar os dois cadastros pediria o mesmo par curado que o gridAssets usa.

Abrir o app →

gridOne — mapa e analítica na mesma tela

Guia interativo

revisado em 26/09/2026

Para quem quer o mapa e os números do ativo lado a lado, sem trocar de aba.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: O mapa do gridMap e a analítica do gridAssets na mesma tela: o painel da direita acompanha o que está visível no mapa — soma geração, curtailment e prejuízo das eólicas e solares monitoradas na vista — e o clique em qualquer ativo abre a ficha dele sem trocar de aba. Fora do Brasil, nos sete países convidados, o painel lista os ativos da vista e leva à ficha do gridAssets do país.

Faça agora: Abra o app, aproxime o mapa da Bahia até o painel listar as usinas da vista e troque o seletor do painel de Lista para Agregado: os números passam a ser do recorte que você está vendo.

Aproximar o mapa e trocar o painel de Lista para Agregado. capturado em 24/09/2026 · gravação da tela pública de unificado.brazilgrid.com · 14.5 s

Abrir o gridOne →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. Navegue no mapa (arraste e role). No modo Lista, o padrão, o painel mostra os ativos visíveis por categoria — usinas eólicas, solares, hidrelétricas e térmicas, conjuntos, SEs, LTs, grupos econômicos e controladores — e a lista acompanha o zoom. Clique num item para abrir a ficha. Abrir neste estado →

  2. Troque para Agregado: geração, fator de capacidade, curtailment, prejuízo (geração frustrada), potência instalada e medições inválidas das eólicas e solares monitoradas na vista, com razões do corte, composição, maiores prejuízos, alarmes na vista e a série mensal. O botão “● seguindo” trava o recorte (“⏸ travado”) para você mover o mapa sem perder a soma.

  3. Clique numa usina, conjunto, SE ou LT: o painel vira a ficha do ativo. Na usina aparecem as LTs de escoamento e, quando a linha é gargalo monitorado no DESSEM, o carregamento do circuito; na LT, as usinas conectadas atrás dela. “← voltar ao agregado” desfaz.

    Clicar numa linha da lista abre a ficha do ativo no painel. capturado em 24/09/2026 · gravação da tela pública de unificado.brazilgrid.com · 9.8 s
  4. Ligue Áreas geoelétricas e escolha colorir por Capacidade, Subsistema ou Curtailment. O clique numa área trava o painel nela: os KPIs passam a ser da área de carga do ONS.

  5. No modo Agregado, leia SIN ao vivo: a geração do SIN minuto a minuto por subsistema e fonte, a carga e a nossa previsão de carga para as próximas 24 horas, com o erro dos últimos 7 dias ao lado.

  6. Use os botões de tamanho do painel: expandir leva o painel à tela inteira (vira o gridAssets); esconder deixa só o mapa (vira o gridMap).

  7. Fora do Brasil: escolha o país no seletor (ou abra o card gridOne na página do país na landing, que já leva #escopo=). O painel da direita lista as centrais, subestações e linhas que o mapa desenha na vista, com a contagem por tipo; o clique no nome (ou no ativo no mapa) voa até ele e abre a ficha do gridAssets do país no próprio painel, como no Brasil (desde 07/10/2026); o ↗ abre a mesma ficha em outra aba. No Uruguai, em 25/09/2026, com o país inteiro na tela: 91 centrais, 53 subestações e 81 linhas. Abrir neste estado →

    Tela do gridOne no escopo Uruguai: mapa da rede e, à direita, a lista das centrais, subestações e linhas na vista
    Tela do gridOne no escopo Uruguai: mapa da rede e, à direita, a lista das centrais, subestações e linhas na vista print capturado em 30/10/2026 · tela pública de unificado.brazilgrid.com
    Tela do gridOne no escopo Paraguai: mapa da rede e, à direita, a lista das centrais, subestações e linhas na vista
    Tela do gridOne no escopo Paraguai: mapa da rede e, à direita, a lista das centrais, subestações e linhas na vista print capturado em 30/10/2026 · tela pública de unificado.brazilgrid.com

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

Agregado da vista Abrir neste estado →

O que significa
A soma das eólicas e solares monitoradas pelo ONS dentro do recorte do mapa (ou da área, conjunto, controlador ou grupo travado), no mês indicado no cabeçalho do painel.
Fonte e data
ONS — geração, geração estimada e restrição por usina, a mesma base do gridAssets; o cabeçalho diz o mês (“Análise mensal · …”).
Armadilha
Só entra renovável monitorada: hidrelétricas e térmicas aparecem na composição de ativos, não nos KPIs. E mover o mapa muda o número — trave a vista antes de comparar.

Prejuízo · ger. frustrada Abrir neste estado →

O que significa
O curtailment da vista valorado ao PLD da hora e do submercado de cada usina.
Fonte e data
CCEE — PLD horário por submercado.
Armadilha
Hora sem PLD publicado entra a R$ 150/MWh e não há correção pelo IPCA; por isso o R$ daqui não bate com o do gridCurt, que usa a média do PLD de 45 dias e corrige pelo IPCA.

Med. inválidas Abrir neste estado →

O que significa
A fração das semi-horas da vista com telemetria silenciada: flag de dado inválido 1 e geração estimada zero.
Fonte e data
Flag publicado pelo ONS semi-hora a semi-hora.
Armadilha
Não é dado ruim: a usina pode ter gerado e o corte daquela semi-hora saiu da conta. A leitura completa (cores da validez e recuperação SAGER) está na ficha da usina e na etapa 4 do gridAssets.

SIN ao vivo Abrir neste estado →

O que significa
Geração do SIN minuto a minuto por subsistema e fonte e a carga; a MMGD entra como fatia própria, dentro da barra e do total; ao lado, a carga prevista por nós e o erro medido. Medido em 19/09/2026 às 12:00 BRT: com a MMGD o total sai de 51,9 para 80,5 GW e o buraco contra a carga cai de 29,0 para 0,4 GW.
Fonte e data
ONS — tempo real (tr.ons.org.br), atualizado a cada ~5 minutos; carga ao vivo quando o feed do minuto responde, senão a última semi-hora verificada, marcada “publicada”; MMGD da série própria do ONS (estimativa, média da meia hora), rotulada “MMGD (estimativa ONS)”.
Armadilha
O “ao vivo” é do SIN inteiro. A geração por usina tem defasagem de 1 a 3 dias (tooltip “última leitura ONS”). A MMGD é estimativa do ONS, não medição: em 04/09/2026 ela saiu do “solar” do tempo real e ganhou série própria, por isso aparece como fatia separada; a carga mostrada é bruta (já tem a MMGD dentro). Se a série de MMGD não responde, o painel diz “sem MMGD no feed” e o total fica sem ela.

Gargalo de escoamento (DESSEM) Abrir neste estado →

O que significa
Na ficha da usina: as LTs atrás das quais ela está e, para as que são gargalo monitorado, o carregamento do circuito no deck do DESSEM, com a restrição de segurança que o limita e o corte de rede (REL + CNF) contra o de sobreoferta (ENE) dos últimos 6 meses.
Fonte e data
Cadastro de linhas do ONS e deck DESSEM publicado pelo ONS, com a data do deck no quadro.
Armadilha
Vínculo topológico não diz que aquela LT carrega o fluxo. E o gargalo explica só a parte de rede do corte: ENE é sobreoferta, não linha.

Áreas geoelétricas — Curtailment Abrir neste estado →

O que significa
O percentual de energia cortada das eólicas e solares monitoradas de cada área de carga do ONS, no mês da legenda.
Fonte e data
Mesma base mensal por usina; mapeamento usina → área pelo estado e, na Bahia, pela longitude.
Armadilha
A Bahia é dividida em oeste (BAOE) e leste com Sergipe (BASE) na longitude −42°. Área sem renovável monitorado aparece “sem renovável monitorado”, não com 0%.

Lista da vista fora do Brasil Abrir neste estado →

O que significa
Nos sete países convidados (Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Uruguai, Paraguai e Bolívia) o painel não tem os KPIs do SIN: mostra a lista do que o mapa desenha, com as 80 maiores por potência (usina) ou tensão (SE e LT) e o resto em ordem alfabética, e o link para a ficha do gridAssets do país.
Fonte e data
As camadas do próprio mapa, com a fonte de cada país em “Fonte & Atualização” do gridMap; nome, potência e link saem do mesmo registro de países do mapa.
Armadilha
A lista conta o que o mapa desenha AGORA: camada desligada ou fora do zoom não entra, então o número muda com a vista e não é o total do país. No Paraguai e na Bolívia, trecho de linha do OSM sem nome não tem ficha e fica sem ↗.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Os KPIs do agregado

Geração = Σ_usinas da vista Geração verificada (MWh)
Curtailment = Σ_u Σ_t max(Est − Ver ; 0) × 0,5 h
   só nas semi-horas sob restrição pelo gate do ONS (flag de geração restrita OU razão REL, CNF, ENE)
   e fora das semi-horas silenciadas
FC = Geração ÷ (Potência instalada × horas médias com dado)   (teto 100%)
Med. inválidas % = semi-horas com flag 1 e estimada 0 ÷ semi-horas do período

É a mesma soma por usina do gridAssets, aplicada ao conjunto de usinas do recorte. As horas do FC são a média das horas com dado entre as usinas que têm dado: uma usina que entrou no meio do mês não derruba o fator da vista.

Base: Definição de curtailment da etapa 4 do gridAssets (gate do ONS: flag de geração restrita ∪ razão, desde 20/09/2026); apuração semi-horária da RO-AO.BR.13 (ONS).

Prejuízo (geração frustrada)

Prejuízo = Σ_t Curtailment_t (MWh) × PLD(submercado, hora t)
   hora sem PLD publicado → R$ 150/MWh
   sem correção pelo IPCA

O valor é gravado junto com o corte, semi-hora a semi-hora, e o painel só soma. É uma régua de ordem de grandeza para comparar recortes entre si; o prejuízo corrigido e com a regra de ausência de PLD do contador está no gridCurt.

Base: CCEE (PLD horário por submercado); regra de preenchimento do BrazilGrid.

Curtailment % da área geoelétrica

Curtailment % = Σ Curtailment ÷ Σ Geração estimada, das eólicas e solares monitoradas da área, no mês
BAOE = BA com longitude < −42° · BASE = SE + BA com longitude ≥ −42°
ALPE = AL + PE · PBRN = PB + RN · TON = TO · demais áreas = a própria UF

São as 25 áreas-folha de carga do ONS. O clique numa área aplica o mesmo filtro aos KPIs e à série mensal do painel.

Base: Áreas de carga do ONS (código da área de carga); mapeamento próprio usina → área.

Carregamento do gargalo e capacidade da LT

Carregamento = pico |fluxo| do circuito ÷ capacidade do circuito, no deck DESSEM
Capacidade da LT (MVA) = √3 × kV × A ÷ 1000   (o cadastro do ONS publica a capacidade em ampère)

O percentual é do circuito; a restrição de segurança que o deck nomeia pode ser um somatório de fluxos. O corte de rede (REL + CNF) ao lado é o que o gargalo pode explicar; o ENE não.

Base: Deck DESSEM do ONS (fluxos e limites por circuito); cadastro de linhas de transmissão do ONS, dados abertos, convertido de ampère para MVA pelo BrazilGrid desde 13/09/2026.

Carga prevista e o erro ao lado

nMAE (7 dias) = média |Carga prevista − Carga verificada| ÷ média da Carga verificada
   ponderado pela carga dos 4 subsistemas
   o mesmo cálculo para a carga programada do ONS, lado a lado
Cor: verde ≤ 3% · âmbar ≤ 6%

A previsão é nossa, não a programada do ONS, e o erro aparece junto do número para você saber quanto confiar. Sem 7 dias medidos, o quadro diz “sem régua medida”.

Base: Modelo próprio (gradient boosting em pilha por área geoelétrica, rodada das 12:30 UTC); carga verificada e programada do ONS.

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Geração, estimada, restrição e flag por usina

Fonte e data
ONS — Dados Abertos (restrição por constrained-off de eólicas e solares, semi-horária).
Como obtemos e com que frequência
Coleta automática diária, somada por usina e por mês; é a mesma tabela dos outros apps.
Limitação
Só eólicas e solares monitoradas pelo ONS têm KPIs. O dado chega com 1 a 3 dias, e o ONS reescreve meses fechados — números podem mudar um pouco para trás.

Geração e carga ao vivo do SIN

Fonte e data
ONS — painel de tempo real (tr.ons.org.br) e carga verificada.
Como obtemos e com que frequência
Leitura a cada ~5 minutos.
Limitação
Vem por subsistema e fonte, nunca por usina; quando o feed do minuto falha, a carga cai para a última semi-hora verificada, marcada “publicada”.

Rede: SEs, LTs e gargalos

Fonte e data
ONS (cadastro de SEs e linhas; deck DESSEM diário) e OpenStreetMap para o traçado.
Como obtemos e com que frequência
Coleta diária do deck; o cadastro periodicamente. O traçado do OSM é casado com a linha do ONS por inferência, com a confiança indicada na ficha.
Limitação
O OSM entra só como geometria; atributo (tensão, capacidade, dono) é sempre o do ONS. O vínculo usina → LT é topológico.

PLD

Fonte e data
CCEE — PLD horário por submercado.
Como obtemos e com que frequência
Coleta periódica dos dados públicos da CCEE.
Limitação
A CCEE publica depois do ONS; nas horas ainda sem PLD o prejuízo usa R$ 150/MWh.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • Prejuízo com a régua do gridCurt. Usar a média do PLD de 45 dias e a correção pelo IPCA do contador faria o R$ do painel bater com o do gridCurt.
  • KPIs das convencionais. Hidrelétricas e térmicas entram só na composição de ativos; a geração horária delas, que o ONS publica por usina, pode entrar nos KPIs da vista.
  • Navegação cruzada nas fichas leves. Os links das fichas de SE, LT e MMGD ainda abrem no gridAssets em vez de trocar o painel.
  • Mais vídeos. A etapa 1 tem o vídeo da troca Lista → Agregado (19/09/2026) e a etapa 2, o do clique numa linha da lista abrindo a ficha (20/09/2026); falta o das áreas geoelétricas.

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gridBESS — armazenamento

Guia interativo

revisado em 24/09/2026

Onde a bateria faz sentido: capacidade, receita potencial e o contexto do leilão.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: O hub do 1º leilão de baterias do Brasil (LRCAP 2026 — Armazenamento): os 129 barramentos do Anexo II com bônus locacional, ranqueados por curtailment medido, fila de acesso e rede; a calculadora de ROI por barramento; e o caminho até os leilões de 02 e 04/12/2026.

Faça agora: Abra o Ranking Anexo II. Na ordem padrão (Score realizado), o topo são as duas barras de Janaúba 3 (MG, 230 e 138 kV), com 1.860,9 GWh cortados em 2025 na SE (produção, 19/09/2026). Passe o mouse na Nota BG — ou clique na linha, que abre a ficha da barra — para ver as cinco subnotas.

O Ranking Anexo II e a ficha da barra do topo, com as subnotas da Nota BG. capturado em 23/09/2026 · gravação da tela pública de bigbess.brazilgrid.com · 12.1 s

Abrir o Ranking Anexo II →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. No Hub, leia os números do Anexo II (barramentos bonificados, quantos têm corte medido, GWh cortados em 2025, margens saturadas, fila de geração) e o cronograma oficial; “O que mudou na régua oficial” traz as notas do ONS com data e fonte. Abrir neste estado →

  2. No Ranking Anexo II, filtre por UF, tensão e tier (ALTA, PROSPECTIVO, SEM SINAL, SEM BARRA) e ordene por Score realizado, Corte 2025, Pipeline, Fila, MISCR ou Nota de Rede. Clique na linha para abrir a ficha da barra: suporte de tensão, margens e as subnotas da Nota. Abrir neste estado →

  3. Clique no ícone de calculadora da linha (ou abra Calculadora ROI e busque a SE): a página do barramento simula um BESS com receita fixa do LRCAP em 2 h, 4 h e 6 h, com TIR, payback, VPL e lance-piso. Troque o Regime entre “Contratado no LRCAP” e “Merchant” e edite as premissas. Desde 02/10/2026 cada bloco da página (corte e preço na SE, premissas, cenários, risco, financiamento, degradação, Monte Carlo, metodologia) é um quadro com barra própria: clique no título para recolher e reabrir; todos começam abertos, exceto a lista de usinas conectadas, que já nascia fechada. Abrir neste estado →

    A calculadora de ROI: trocar o regime e ler os cenários de 2 h, 4 h e 6 h. capturado em 22/09/2026 · gravação da tela pública de bigbess.brazilgrid.com · 11.1 s
  4. Em Onde Atacar, o ranking cruza valor × viabilidade de conexão ÷ competição para indicar onde o lance tem mais chance de ganhar. Abrir neste estado →

  5. Em Requisitos e em Caminho até o leilão: 30 MW, 4 h de descarga, RTE ≥ 85%, grid-forming, contrato de 15 anos, e os marcos — NT-02 do LRCAP até 30/09, Edital em 29/10, habilitação técnica em 17/11 e leilões em 02 e 04/12. Abrir neste estado →

  6. Em Projetos & Parceiros, a vitrine pública de projetos BESS publicados pelos próprios donos, ordenada pela faixa da Nota de Rede; o contato passa pelo balcão da BRIK e o teaser é anônimo por padrão. Abrir neste estado →

  7. Em Meus projetos, cadastre o seu projeto BESS: cada campo diz a unidade, a faixa e um exemplo, os obrigatórios vêm marcados e o rascunho fica no navegador. Anexe os documentos do cadastramento — a plataforma lê o arquivo e sugere os campos, com a origem e a confiança de cada sugestão, para você confirmar. Abrir neste estado →

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

Corte 2025 e tier Abrir neste estado →

O que significa
O curtailment renovável medido em 2025 na SE, atribuído à barra pela ponte usina → barra. Tier ALTA = corte medido; PROSPECTIVO = sem corte, mas com pipeline de outorga; SEM SINAL = nenhum dos dois; SEM BARRA = SE nova fora do cadastro de barras.
Fonte e data
ONS (restrição por usina); régua recalculada da base de produção em 26/08/2026, carimbada no cabeçalho da coluna.
Armadilha
Barras-irmãs da mesma SE (ex.: 230 e 138 kV) herdam o mesmo valor. E SEM SINAL não é lacuna: o Anexo II foi escolhido por estabilidade (MISCR), não por corte.

Nota de Rede BG Abrir neste estado →

O que significa
Síntese 0–100 de quanto a bateria ajudaria a REDE naquele ponto, em cinco eixos (alívio de corte, escoamento, estabilidade, congestionamento nodal, demanda local), em percentil entre os 129.
Fonte e data
Metodologia BrazilGrid sobre dados do ONS, da EPE e dos casos ANAREDE; toda revisão fica carimbada na página (a última: eixo de demanda local, 16/09/2026).
Armadilha
Não é atratividade para o investidor nem régua oficial do leilão. Nota feita com menos eixos traz a cobertura ao lado — compare notas com a mesma cobertura.

Margem SAE (est.) e Margem Indicativa ONS Abrir neste estado →

O que significa
A estimativa BrazilGrid da margem que vale para o BESS (descarga no patamar noturno de déficit, validada pela recarga) e, na sub-linha, a margem oficial do ONS.
Fonte e data
Motor próprio de fluxo de potência (versão v2a-nt, 10/07/2026) sobre os casos ANAREDE; Margem Indicativa ONS, ciclo 2026.2 (31/07/2026), coletada em 14/09/2026.
Armadilha
No Anexo II inteiro a oficial é 0 MW ou sem dado. A nossa estimativa erra sempre para o lado otimista: aferida em 01/09/2026, viés de +44 MW, 9 falsos-positivos em 100 e nenhum falso-negativo.

MISCR e SCC Abrir neste estado →

O que significa
MISCR: índice de robustez elétrica da própria EPE — quanto menor, mais frágil a barra frente a inversores. SCC: potência de curto-circuito trifásica na barra.
Fonte e data
MISCR da memória de cálculo da metodologia locacional da EPE (NT-086, caso PDE 2030); SCC calculada pela IEC 60909 sobre a base ANAFAS do ONS (configuração MAR/2026).
Armadilha
Os dois apontam em sentidos opostos: MISCR baixo = barra frágil, onde um BESS grid-forming vale mais para a rede; SCC alto = conexão robusta, bom para o projeto. Por isso a Nota usa só o MISCR e o SCC fica informativo.

Fila (MW) Abrir neste estado →

O que significa
O MUST de geração firme com protocolo vigente na fila de acesso da mesma SE; o ícone marca data centers na fila.
Fonte e data
ONS — SGAcesso (fila de acesso). A data da varredura está no carimbo da tela — “dado de DD/MM/AAAA BRT · varredura manual”, desde 23/09/2026; lida em 24/09/2026: dado de 28/07/2026.
Armadilha
O MUST de carga não é publicado: carga aparece só em número de solicitações. A fila não altera os tiers.

Calculadora ROI — Regime Abrir neste estado →

O que significa
Contratado: você venceu o leilão e a receita é a fixa do contrato (CRCAP). Merchant: o mesmo ativo sem contrato, vendendo no mercado — aí o curtailment recuperado entra como receita.
Fonte e data
Portaria MME 136/2026, art. 9º, §5º, IV (a receita fixa remunera todo uso que o ONS fizer do ativo); PLD horário da CCEE; corte semi-horário do ONS agregado na SE.
Armadilha
No regime contratado a energia de curtailment aparece como volume e custo de recarga, não como receita. E o preço inicial do LRCAP só sai no Edital: a receita fixa é premissa sua.

Meus projetos — cadastro e leitura dos documentos Abrir neste estado →

O que significa
O seu cadastro de projeto BESS, privado por usuário: cada campo traz instrução, unidade, faixa e exemplo, os obrigatórios vêm marcados, e o rascunho fica no navegador — se a sessão cair, o texto não se perde. Anexos (até 25 MB por arquivo, 25 documentos e 150 MB por projeto) são lidos pela plataforma, que sugere os campos.
Fonte e data
Os documentos que você mesmo envia — ficha AEGE, parecer ou diagnóstico de acesso, memorial, planilha. Cada sugestão traz a origem (aba, célula ou página) e a confiança; nada é gravado sem a sua confirmação.
Armadilha
Sugestão não é dado conferido: onde a unidade é de outra grandeza a plataforma CALA em vez de converter. O tipo do arquivo é lido pelos bytes, não pela extensão — arquivo com extensão trocada é recusado. E quando o servidor falha, a tela mostra um código de 8 caracteres: é ele que identifica o caso no suporte, nenhum dado seu vai para o log.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Nota de Rede v2

Nota = Σ peso_i × subnota_i ÷ Σ pesos dos eixos com dado
   alívio de corte 0,30 · escoamento 0,25 · estabilidade 0,20 · congestionamento 0,15 · demanda local 0,10
Disjuntor da barra já superado → Nota × 0,7

Eixo sem dado sai da média e os pesos são renormalizados — ausência nunca vira zero. Exemplo, Janaúba 3 230 kV em 19/09/2026: 0,30 × 98,1 + 0,25 × 48,0 + 0,20 × 37,2 + 0,15 × 87,5 + 0,10 × 27,2 = 64,7 (escoamento ainda na régua anterior a 01/10/2026).

Base: Metodologia própria BrazilGrid (v2, 25/08/2026; eixo de demanda local revisto em 16/09/2026); não é critério oficial do leilão.

As cinco subnotas

Alívio de corte = percentil do corte 2025 atribuído à barra (entre os 129)
Escoamento = percentil da capacidade remanescente OFICIAL da NT-02 do LRCAP, efetiva = min(barra ; subárea ; área), entre as barras avaliadas pela NT (valores iguais = mesmo percentil; barra fora da NT = sem dado)
Estabilidade = (130 − posição no ranking de MISCR) ÷ 129 × 100
Congestionamento = percentil de |CMO da barra − CMO médio do subsistema|
Demanda local = 0,5 × pct carga (SE + SEs a 1 LT) + 0,3 × pct déficit de entrega 12 m + 0,2 × min(1 ; data centers na fila ÷ 3)

O percentil compara as barras entre si, não com um absoluto. Na Janaúba 3, em 19/09/2026 (critério de escoamento anterior a 01/10/2026, margem SAE estimada ÷ 300 MW): escoamento 144 ÷ 300 = 48,0; estabilidade (130 − 82) ÷ 129 = 37,2. Corte e estabilidade são eixos separados porque medimos que não se substituem: o MISCR não ordena o curtailment (ρ = +0,083 entre as SEs que cortam). A diferença de CMO entre a barra e o subsistema é o congestionamento: PLD e CMO sem rede não o enxergam.

Base: Corte do ONS; capacidade remanescente da NT-ONS DPL 0095/2026 (NT-02 do LRCAP, ONS/EPE, 30/09/2026), base do escoamento desde 01/10/2026 — antes era a margem SAE estimada pela BrazilGrid, que a NT mostrou pessimista; MISCR da EPE (NT-086); CMO por barra do DESSEM desde 26/03/2026; carga dos casos ANAREDE mensais do ONS.

Margem SAE — a régua do BESS

Margem SAE = min(margem de descarga no patamar NOTURNO de déficit ; margem de carga no DIURNO de sobra renovável)
Margem de injeção (a que limita) = margem de descarga
Potência contratável = min(potência ; energia ÷ 4 h), mínimo 30 MW

A NT-01 define a margem do SAE pela descarga; a recarga só valida — se ela viola a rede, a margem de descarga é reduzida ou anulada. Medimos que quem limita é a injeção: a menor margem de carga do universo é 31,21 MW, enquanto 38 de 82 SEs têm margem de descarga abaixo de 30 MW.

Base: NT-01 ONS/EPE (03/07/2026); Portaria MME 136/2026, art. 11, §§10–13; motor BrazilGrid (térmico N-1 + tensão N-0) sobre os casos ANAREDE JUL26, 3Q26 e ANO30.

ROI do BESS e lance-piso

Receita anual = receita fixa LRCAP (R$/MW·ano, premissa) × potência contratável
   + curtailment recuperado × PLD da hora de descarga   (só no regime merchant)
VPL = Σ_t (Receita_t − OPEX_t) ÷ (1 + WACC)^t − CAPEX   (termos reais, 15 anos, com degradação)
TIR = taxa que zera o VPL · Lance-piso = menor receita fixa com VPL = 0 no seu WACC
Indisponibilidade: −1% da parcela mensal por hora sem entregar a potência, até 30% no mês

O BESS carrega quando há corte local (energia a custo zero, limitada pela potência) e descarrega nas horas de maior PLD do dia; só a energia efetivamente vendida conta, sem dupla contagem do prejuízo evitado. TIR e payback são sobre o CAPEX integral, sem alavancagem; a alavancagem está no quadro de financiamento.

Base: Portaria MME 136/2026 (receita fixa em 12 parcelas, 15 anos, ciclo de referência de 4 h, indisponibilidade); minuta do CRCAP (CP ANEEL 22/2026); série semi-horária do ONS e PLD horário da CCEE.

Bônus locacional e ordenação dos lances

Etapa inicial: lances ordenados por preço (menor vence), com o fator locacional β = 0,9 nos 129 barramentos do Anexo II (bônus de 10%)
Desempate: maior disponibilidade ofertada → ordem de submissão
Etapa contínua: descenso de preço até a quantidade demandada, dentro da capacidade de escoamento por subárea (NT-02 do LRCAP)

O bônus é igual para os 129 barramentos; o que os diferencia é a rede. A lista saiu do critério de fragilidade elétrica da EPE (MISCR, com corte no P30 e triagem de margem), não do curtailment.

Base: Portaria MME 136/2026 (sistemática e art. 11, §4º); memória de cálculo da metodologia locacional da EPE (NT-086).

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Lista do Anexo II, regras e cronograma

Fonte e data
Portaria MME 136/2026; minutas de edital e contrato (CP ANEEL 22 e 23/2026); EPE (AEGE, notas técnicas).
Como obtemos e com que frequência
Leitura das normas e publicações; os marcos da EPE são vigiados por um watchdog que carimba a data em que o documento apareceu.
Limitação
O preço inicial do leilão só sai no Edital (29/10/2026): até lá a receita fixa da calculadora é premissa.

Curtailment por SE

Fonte e data
ONS — restrição por constrained-off por usina (semi-horária).
Como obtemos e com que frequência
Mesma base diária dos outros apps; o corte é levado à barra pela ponte usina → barra verificada, e a régua do ranking é recalculada e carimbada (última: 26/08/2026).
Limitação
O corte é medido na SE: barras-irmãs herdam o mesmo valor, e barra sem atribuição fica sem o eixo de maior peso da Nota.

Rede: margens, estabilidade e congestionamento

Fonte e data
ONS (casos ANAREDE mensais, base ANAFAS MAR/2026, CMO por barra do DESSEM, Margem Indicativa 2026.2, NT-ONS DPL 0083/2026, equipamentos de controle reativo) e EPE (MISCR).
Como obtemos e com que frequência
Coleta dos arquivos públicos do ONS e da EPE; margem própria calculada pelo nosso motor de fluxo de potência.
Limitação
O motor ainda não modela os limites de intercâmbio (ExpNE/ExpNNE) que a NT 0083 usa para zerar o Nordeste — é a causa conhecida do viés otimista da Margem SAE.

Fila de acesso e pipeline de outorga

Fonte e data
ONS — SGAcesso (fila de acesso); ANEEL — RALIE (outorgas com Parecer de Acesso válido).
Como obtemos e com que frequência
Varredura do SGAcesso; a data aparece na Home, no Ranking e em Onde atacar (em 24/09/2026: 28/07/2026).
Limitação
A cobertura da varredura não é medida — o total da fonte na varredura de 28/07/2026 não ficou guardado, por isso a tela não diz mais “~87%”. A fila não traz o MUST de carga.

Custos e financiamento

Fonte e data
Referência de CAPEX da EPE (faixa em R$ mil/kW), mercado de mai/2026 e linhas do portal do BNDES para o LRCAP (01/09/2026).
Como obtemos e com que frequência
Curadoria manual, com data em cada quadro.
Limitação
Dados de referência educacionais: não substituem cotação, engenharia de implantação nem estruturação financeira.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • NT-02 do LRCAP na régua. Quando a EPE e o ONS publicarem a NT-02 de quantitativos do leilão (prazo 30/09/2026), a régua “Onde cabe” troca o proxy BrazilGrid pela nota oficial.
  • Intercâmbio no motor de margem. A versão v2b, que acrescenta o limite de intercâmbio ExpNNE, roda em paralelo e rotulada; ainda não é a régua servida.
  • Preço inicial do Edital. Trocar a premissa de receita fixa pelo preço inicial quando o Edital sair (29/10/2026).
  • Nota com cobertura desigual. Parte das barras é pontuada com 2 de 5 eixos; atribuir o corte das barras sem atribuição deixaria as notas comparáveis.
  • Mais vídeos. A etapa 1 tem o vídeo do Ranking e da ficha da barra (19/09/2026) e a etapa 2, o da calculadora de ROI (20/09/2026); falta o de Meus projetos, com a leitura dos documentos.
  • Mais campos lidos do documento. A leitura da ficha AEGE encontra 15 dos 17 campos preenchidos (medido em 20/09/2026); levar a mesma régua aos demais tipos de documento fecharia o resto.

Abrir o app →

gridAlerts — raios e tempo severo no Telegram

Guia interativo

revisado em 26/09/2026

Aviso de descarga atmosférica e tempo severo perto dos seus ativos, direto no celular.

Cada app é uma trilha em até seis etapas: comece usando a tela e aprofunde quanto quiser — até as fórmulas, a origem dos dados e o que ainda pode melhorar. Todos os apps deste manual já estão nesse formato.

1Etapa 1 — Usar e ler a tela (30 segundos)

O que é: Alarmes de raio, incêndio, chuva intensa, convecção severa e fumaça vistos pelo satélite GOES-19 sobre subestações e usinas do SIN, no padrão de zonas da IEC 62793, entregues pelo bot @raiosin_bot no Telegram — e uma página pública com os alarmes das últimas 24 horas e a previsão de qualquer ponto.

Faça agora: Abra a página, vá a Alarmes ao vivo e filtre Severidade: Só crítico. Em 19/09/2026 às 15:43 BRT havia 144 alarmes nas últimas 24 horas — 48 críticos, 134 de raio e 10 de incêndio, quase todos no Sudeste/Centro-Oeste.

Alarmes ao vivo filtrados por Severidade: Só crítico. capturado em 26/09/2026 · gravação da tela pública de raios.brazilgrid.com · 11.4 s

Abrir os alarmes ao vivo →

Próxima etapa 2: Funcionalidades ↓

2Etapa 2 — Funcionalidades, passo a passo

Cada passo tem um link que abre o app exatamente no estado descrito (ativo, mês e quadro).
  1. Abra o bot @raiosin_bot no Telegram, mande /start e escolha o que monitorar: todo o Brasil, um subsistema, um estado ou filtros avançados por agente ou parque. Abrir neste estado →

  2. Escolha a severidade mínima: Crítico (raio na zona interna do ativo), Alerta (anel de atenção) ou Monitoramento (tempestade na área de monitoramento). O alarme chega com a distância, os raios da célula de tempestade, os horários em BRT e a linha 🛰 evidência (descargas, detecções de fogo e FRP, ou AOD); quando a tempestade dissipa, chega o encerramento. Abrir neste estado →

  3. Em campo, mande um pin (📎 → Localização): o bot lista as estruturas num raio de 30 km e, com um toque, vigia o ponto num raio de 10, 25 ou 50 km — raios do satélite e também chuva e rajada de vento de superfície (a partir de 12 m/s). Localização ao vivo faz o pin acompanhar a equipe. Abrir neste estado →

  4. /previsao dá a previsão do ponto de campo: agora, próximas horas e os próximos 3 dias. A mesma previsão está na página: clique num ponto do mapa ou digite as coordenadas. Abrir neste estado →

  5. /ativo <nome> monitora um parque inteiro (raios, chuva, vento e cheia do complexo); /menu muda filtros e severidade; /pause 22 6 silencia das 22h às 6h BRT; /stop cancela e apaga os seus dados. Abrir neste estado →

  6. Na página, Alarmes ao vivo mostra os mesmos alarmes do Telegram das últimas 24 horas, sem inscrição, com os filtros do bot (status, severidade, subsistema, fenômeno, estrutura) e atualiza a cada 5 minutos. Abrir neste estado →

  7. Fora do Brasil: no seletor de país de Alarmes ao vivo, escolha Chile, Colômbia, Peru ou Argentina (a escolha vai para a URL, #escopo=AR; a Argentina entrou em 25/09/2026). O painel troca “Subsistema” por “Região”, mostra a hora local do país e marca CRÔNICO a estrutura com fogo em alerta em pelo menos metade dos últimos 7 dias; desde 25/09/2026 a página inteira — painel, como funciona, regras, comandos e previsão — sai em português, inglês e espanhol (?lang=, ou a língua escolhida na landing; só a política de privacidade segue em português). No bot, /pais liga o aviso de um país vizinho — Chile, Colômbia, Peru ou Argentina (só crítico) — e /idioma troca a língua dessas mensagens (desde 24/09/2026). Abrir neste estado →

    Página do gridAlerts em inglês (?lang=en): título, resumo do serviço e navegação traduzidos, com o painel de alarmes ao vivo logo abaixo
    Página do gridAlerts em inglês (?lang=en): título, resumo do serviço e navegação traduzidos, com o painel de alarmes ao vivo logo abaixo print capturado em 30/10/2026 · tela pública de raios.brazilgrid.com

Próxima etapa 3: Aprofundar ↓

3Etapa 3 — Aprofundamento, quadro a quadro

O que cada quadro significa, de onde vem o dado e de quando é, e o erro de leitura mais comum.

Alarme Crítico, Alerta e Monitoramento Abrir neste estado →

O que significa
Os três níveis da IEC 62793: Crítico = raio na zona interna ou muitos raios no anel de atenção; Alerta = raio no anel de atenção; Monitoramento = tempestade na área de monitoramento.
Fonte e data
GLM do satélite GOES-19 (NOAA), que publica descargas a cada 20 segundos; o pipeline processa a cada 5 minutos. Horários em BRT.
Armadilha
O alarme chega tipicamente 2 a 7 minutos depois da descarga: é aviso de tempestade próxima, não previsão do próximo raio.

Encerramento (✅) Abrir neste estado →

O que significa
A mensagem de fim do alarme, quando o satélite fica o tempo de encerramento sem novos eventos na área.
Fonte e data
Tempo de encerramento da regra de cada fenômeno: 30 minutos para raio, incêndio e convecção; 60 minutos para chuva e fumaça.
Armadilha
Encerramento quer dizer que o satélite não viu novos eventos, não que a tempestade acabou — o GLM enxerga do espaço e não detecta toda descarga. A decisão de retomar trabalho em altura é da equipe.

Anti-spam Abrir neste estado →

O que significa
A mesma estrutura não re-alarma na mesma severidade dentro de 1 hora; só a escalada (Alerta → Crítico) fura esse intervalo. Fogo que volta ao mesmo ativo em até 24 h chega sem som; o crítico toca (desde 24/10/2026).
Fonte e data
Regra do despachante do bot.
Armadilha
Não receber de novo em 1 hora não quer dizer que a tempestade saiu: abra /alarmes para ver o que está ativo agora.

Pin de campo Abrir neste estado →

O que significa
O seu ponto vigiado: raios do satélite sobre as estruturas ao redor, chuva de qualquer intensidade (trabalho energizado) e rajada a partir de 12 m/s (trabalho em altura), cada evento com início e fim.
Fonte e data
GOES-19 para os raios; Open-Meteo (modelo numérico de tempo, CC BY 4.0), atualizado cerca de 1 vez por hora, para chuva e vento.
Armadilha
Chuva e vento do pin são de modelo numérico em grade de quilômetros, não de um anemômetro no seu ponto: rajada local em crista de serra pode passar do valor.

Incêndio, chuva, convecção e fumaça Abrir neste estado →

O que significa
Fenômenos além do raio que só alarmam em nível crítico, perto da estrutura e com evidência forte (fogo visto 2 vezes, chuva com raio), para não virar ruído.
Fonte e data
Produtos do GOES-19 ABI: focos de fogo (FDCF, confirmados por INPE), chuva estimada (RRQPEF, com raio do GLM), índices de estabilidade (DSIF) e aerossol (ADP/AOD).
Armadilha
Satélite não é superfície: o GOES-19 só enxerga chuva convectiva forte e não mede vento. Para o ponto de trabalho, use o pin. Calor de painel solar ao meio-dia e fonte fixa (indústria, chama de gás, vulcão) não alarmam: aparecem no mapa com o motivo.

Painel de país — Chile, Colômbia, Peru e Argentina Abrir neste estado →

O que significa
Os alarmes do país nas últimas 24 horas. Fora do Brasil o painel espelha o mapa do país, não o Telegram: raio em qualquer nível; fogo e tempo (vento, chuva, calor, frio) em alerta ou crítico a qualquer distância; convecção severa só crítica e perto. “Ativo” = último evento dentro da janela viva do mapa do país (raio 2 h, fogo 12 h).
Fonte e data
GOES-19 e INPE sobre o cadastro de cada país (Chile: CEN; Colômbia: XM; Peru: COES/Osinergmin; Argentina: GIS da Secretaría de Energía); tempo no Chile por estação DMC-CEAZA (ou Open-Meteo, sem estação perto) e na Colômbia por Open-Meteo. Às 16:19 BRT de 24/09/2026: 412 alarmes no Chile, 375 na Colômbia e 228 no Peru nas 24 horas; na Argentina, 65 às 23:53 (hora de Buenos Aires) de 24/09/2026, só raio e fogo.
Armadilha
O rótulo da norma muda por card: só o raio segue a IEC 62793; fogo, chuva, convecção e fumaça são regra própria do BrazilGrid, e o tempo usa limiar de referência brasileiro. “Crônico” marca, não silencia. Na Argentina o painel alarma só raio e fogo e cobre só o que o GIS da Secretaría de Energía tem (323 estações de transporte e 211 usinas, sem as grandes hidrelétricas e nucleares). O Uruguai está no seletor desde 28/09/2026, só com raio e fogo, e fora do bot: num dia de frente fria (27/09/2026) 44 % das estruturas ficaram em alarme.

Próxima etapa 4: Teoria e fórmulas ↓

4Etapa 4 — Teoria e fórmulas

Como cada número é calculado, com a norma ou o critério por trás — e o que ele deixa de fora.

Zonas e níveis da IEC 62793 para raios

Crítico (Level 2): distância mínima < d2  OU  raios na zona de alerta ≥ N2
Alerta (Level 1): distância mínima < raio da zona de alerta (SA)
Monitoramento (pré-alarme): raios na área de monitoramento (MA) ≥ N1
   SE: SA 4 km · MA 15 km · d2 1,5 km · N2 2 · N1 1
   eólica: SA 5 km · MA 25 km · d2 2 km · N2 3 · N1 2
   solar: SA 4 km · MA 20 km · d2 1,5 km · N2 3 · N1 1
   demais usinas: SA 3 km · MA 20 km · d2 1,5 km · N2 2 · N1 1

Cada estrutura tem zonas concêntricas; a regra conta os raios da célula de tempestade e mede a distância do mais próximo. Os valores acima são os da tabela de regras em produção em 19/09/2026 (conferida por leitura no servidor às 18:50 UTC).

Base: IEC 62793:2020 — Thunderstorm warning systems (áreas-alvo, de vigilância e de monitoramento; níveis de alarme); regras parametrizadas por tipo de estrutura.

Célula de tempestade e energia do raio

Célula = hexágono H3 (resolução 6) × janela de 15 minutos
Se a maior energia óptica da célula > percentil 99 dos últimos 7 dias → nível sobe 1 (teto: Crítico)
O pré-alarme (Monitoramento) não sobe

Agrupar por célula transforma dezenas de raios numa mensagem só, e raios na mesma célula sobre várias estruturas de um complexo viram um alarme multi-estrutura. A energia excepcional sinaliza tempestade mais forte que a média da semana.

Base: Regra do BrazilGrid sobre a energia óptica medida pelo GLM; indexação hexagonal H3.

Correção de paralaxe

Posição do raio no solo = interseção da linha satélite → topo da nuvem (elipsoide do GLM, ~14 km) com o elipsoide WGS84 à altitude 0
Se a correção não se aplica (perto da borda do disco), usa-se a posição publicada

O GLM localiza a descarga no topo da nuvem, não no chão; sem correção, o raio aparece deslocado de 3 a 15 km no Brasil, mais no Sul que no Norte — a mesma ordem de grandeza das zonas de alarme.

Base: Documentação do GLM (GOES-R, navegação no elipsoide de raios); correção geométrica do BrazilGrid (21/04/2026).

Encerramento e anti-spam

Encerramento quando: último evento + tempo de encerramento < agora
   30 min (raio, incêndio, convecção) · 60 min (chuva, fumaça)
Re-alarme da mesma estrutura na mesma severidade: bloqueado por 60 min (só a escalada passa)

É o ciclo bifásico da norma: um aviso de início e um de fim, sem repetir a cada rodada de 5 minutos.

Base: IEC 62793:2020 (tempo de encerramento, fim do alarme); regra do despachante do bot.

Critérios dos outros fenômenos (só nível Crítico)

Incêndio: foco de calor a < 1 km, visto em 2 imagens do GOES ou por 2 satélites
Chuva intensa: taxa ≥ 30 mm/h a < 2 km, com ≥ 10 raios a até 10 km
Convecção severa: CAPE ≥ 4.000 J/kg e LI ≤ −6 a < 5 km, com raio no mesmo ativo
Fumaça (usinas solares, de dia): AOD ≥ 1,5 a < 10 km, com fogo perto do mesmo ativo

AOD 1,5 corresponde a cerca de 70% de perda de irradiância numa usina solar. A distância é o filtro que decide: o motor também marca crítico um foco com FRP ≥ 150 MW (visto 2 vezes) ou chuva ≥ 60 mm/h com raio longe da estrutura, mas o bot e o feed só enviam o que estiver dentro do raio acima. Calor de painel solar ao meio-dia e fonte fixa de calor não alarmam.

Base: Produtos GOES-19 ABI nível 2 (FDCF, RRQPEF, DSIF, ADP/AOD) e GLM; tabela de regras, motor e despachante do bot conferidos em produção em 19/09/2026; fogo, chuva e fumaça com as regras de 24/10/2026.

Próxima etapa 5: Origem dos dados ↓

5Etapa 5 — De onde vêm os dados

A fonte de cada dado, como e com que frequência o obtemos e a limitação que você precisa conhecer.

Raios

Fonte e data
NOAA — GOES-19 GLM (Geostationary Lightning Mapper), nível 2, repositório público.
Como obtemos e com que frequência
Arquivos novos a cada 20 segundos; baixamos e processamos a cada 5 minutos.
Limitação
Ainda não há comparação 1:1 com uma rede terrestre de detecção: a tabela para isso existe, mas está vazia (0 linhas em produção em 19/09/2026).

Incêndio, chuva, convecção e fumaça

Fonte e data
NOAA — GOES-19 ABI nível 2 (FDCF, RRQPEF, DSIF, ADP/AOD) e INPE (focos de queimada multissatélite).
Como obtemos e com que frequência
A cada 10 minutos (GOES) e 15 minutos (INPE).
Limitação
Aerossol só de dia; chuva estimada por satélite subestima chuva não convectiva.

Estruturas monitoradas

Fonte e data
ONS (subestações) e cadastro de usinas (ONS e ANEEL), com coordenadas.
Como obtemos e com que frequência
Atualizadas com o cadastro da plataforma.
Limitação
Estrutura sem coordenada no cadastro não recebe alarme; linhas de transmissão não entram no bot nem na página (o alarme por trecho de linha aparece no mapa do gridMap e do gridOne).

Chuva, vento e previsão do ponto

Fonte e data
Open-Meteo (modelos numéricos de tempo, CC BY 4.0).
Como obtemos e com que frequência
Consulta ao modelo para o ponto; atualiza cerca de 1 vez por hora.
Limitação
É modelo, não medição local; cobertura do território brasileiro.

Próxima etapa 6: Melhorias ↓

6Etapa 6 — Melhorias possíveis

O que o app ainda não faz, ou faz com ressalva, e o que está no radar. Sugestões são bem-vindas.
  • Validação contra rede terrestre. Comparar cada alarme com o raio observado por uma rede de detecção em solo daria a taxa de falso alarme e de detecção medidas, não só estimadas.
  • Linhas de transmissão no bot. No mapa do gridMap e do gridOne a linha já acende por trecho; o bot e a página ainda avisam só por subestação e usina. No Chile e na Colômbia o alarme por ativo ao longo da linha (um ponto a cada 10 km) já está no mapa.
  • Página e bot em inglês e espanhol. Desde 25/09/2026 a página inteira sai em português, inglês e espanhol, na língua escolhida na landing (o painel Alarmes ao vivo e as mensagens de país do bot já saíam desde 24/09/2026); o bot do Brasil segue só em português.
  • Conferir a tabela da página com as regras. A tabela “O que o sistema alarma” da página resume os raios de cada zona; ela deve ser conferida contra a tabela de regras em produção sempre que uma regra mudar.
  • Mais vídeos. A etapa 1 já tem o vídeo do filtro de Alarmes ao vivo (capturado em 19/09/2026); falta o da previsão de um ponto.

Abrir o app →

Trilhas por perfil — missões com resposta

Cada trilha é uma sequência curta de missões. A missão abre o app no ponto certo, faz uma pergunta que você responde lendo a própria tela e depois mostra a resposta medida, com fonte e data. Janela móvel muda os números com o tempo; a data da medição está em cada resposta.

Perfil: Desenvolvedor de projeto

Um ponto de conexão herda quanto corte?

Para quem avalia onde conectar um projeto novo: primeiro ler o corte de uma usina que já opera, depois o da vizinhança elétrica inteira.

  1. Missão 1

    Na Caetité D (BA), em agosto de 2026, qual razão responde pela maior parte do corte da usina — REL, CNF ou ENE?

    Onde olhar: Quadro KPIs, rosca “Razão do Corte” (passe o mouse para ver a legenda). Abrir neste estado →

    Conferir a resposta

    ENE (razão energética, sobreoferta): 72% do corte da usina no mês; os outros 28% são REL. O curtailment do mês aparece como 7,3 GWh.

    Medido: gridAssets em produção, lido em 19/09/2026 ~10:40 BRT; dado do ONS até 31/08/2026 23:30 BRT. Mês fechado: só muda se o ONS republicar o mês.

    Por que importa: ENE não é ressarcível; REL é, acima da franquia anual (REN ANEEL 1.030/2022). A mesma energia cortada vale diferente conforme a razão.

  2. Missão 2

    Na SE Ourolândia II (BA), quadro Corte do vizinho, janela de 12 meses: qual barra concentra o corte das usinas conectadas, e que parcela do total ela leva?

    Onde olhar: Tabela por barra dentro do quadro; clique na linha da barra para abrir as usinas dela. Abrir neste estado →

    Conferir a resposta

    Barra 6071, 230 kV: 654,5 GWh de 1.097,4 GWh — 59,6% do corte da SE, com 33 usinas. Na SE inteira a razão dominante é ENE (74,9%).

    Medido: gridAssets em produção (/api/se/BAOUR/corte-vizinho), lido em 19/09/2026 ~10:51 BRT; janela out/2025–set/2026, dado do ONS até 17/09/2026 23:30 BRT. Janela móvel: os GWh mudam a cada dia; a barra líder tende a se manter.

    Por que importa: Projeto novo pendurado na mesma barra herda o padrão de corte dela — é o primeiro filtro antes de olhar a margem de escoamento no gridMap.

  3. Missão 3

    E a SE de conexão da própria Caetité D, Igaporã III (BA)? No Corte do vizinho, janela de 12 meses: que parcela da energia possível as usinas conectadas perderam, e a Caetité D ficou acima ou abaixo disso?

    Onde olhar: Quadro Corte do vizinho da SE: total e taxa no topo; a tabela por barra abre as usinas. Abrir neste estado →

    Conferir a resposta

    728,0 GWh cortados contra 1.553,6 GWh gerados: 31,9% da energia possível das 31 usinas (ENE 53,7%, REL 33,5%, CNF 12,8%). A Caetité D perdeu 65,7 GWh, 30,3% — um pouco abaixo da SE.

    Medido: gridAssets em produção (/api/se/BAIGT/corte-vizinho?janela=12m), lido em 19/09/2026 ~11:25 BRT; janela out/2025–set/2026, dado do ONS até 17/09/2026 23:30 BRT, modelo carregado em 19/09/2026 01:03. Janela móvel: os GWh mudam a cada dia.

    Por que importa: Com a SE inteira perdendo quase um terço, o problema é a vizinhança elétrica, não a usina — a trilha seguinte confirma no mapa por quê.

  4. Missão 4

    Na LT 345 kV Xavantes – M. Fornasaro C1 (SP): quantas outras LTs ativas saem de cada ponta — e a ponta Xavantes é a SE de São Paulo ou a homônima de Goiás?

    Onde olhar: Esquema do topo da ficha: o texto embaixo de cada nome de SE; o clique no nome mostra aonde ele leva. Abrir neste estado →

    Conferir a resposta

    Xavantes +6 LTs ativas e M. Fornasaro +3; a ponta Xavantes leva a /se/SPXAV (São Paulo). Até 25/09/2026 o casamento por nome mandava para a GOXAV (Goiás) — era uma das 56 pontas de LT ativa em SE homônima de outra UF que o grafo corrigiu.

    Medido: gridAssets em produção, lido na tela em 26/09/2026 ~03:50 UTC; cadastro de LTs do ONS pelo grafo da rede (B306). Muda quando uma LT entra ou sai de operação numa das duas SEs.

    Por que importa: Quem avalia um ponto de conexão precisa saber o que MAIS sai de cada ponta da linha: é por ali que a energia tem alternativa quando uma LT sai.

  5. Missão 5

    Na ficha da Caetité D você sente falta de um quadro. Por onde pede, precisa deixar e-mail — e, se fechar o formulário sem enviar, a entrada some como sumia a aba antiga?

    Onde olhar: Borda direita da tela, no meio da altura. Abrir neste estado →

    Conferir a resposta

    Pela aba vertical “Sugestão”, que está em todos os apps. O e-mail é opcional (só se quiser resposta); o texto vai de 3 a 2.000 caracteres e leva junto o endereço da página. Cancelar ou Esc fecham só o formulário — a aba continua lá. Só não aparece em app embutido (minimapa, card da landing, ?embed=).

    Medido: Entrada fixa do shared-ui no ar desde 30/09/2026; bundles servidos de usinas.brazilgrid.com e uy.brazilgrid.com conferidos em 02/10/2026 07:49 BRT (10:49 UTC) — aba e formulário presentes; os apps de país enviam para usinas.brazilgrid.com/api/sugestao. Muda se a entrada mudar de lugar.

    Por que importa: A aba antiga (uma pesquisa de terceiro) sumia para sempre, em todos os apps, depois de um clique no “x”. A nova não tem “x” que aposente o canal — e é por ela que chega o pedido de quadro, de país ou de correção de dado.

Perfil: Analista de térmicas e de gás

Por que esta térmica gerou — e o gás chegou?

Na ficha de duas térmicas a gás do Rio de Janeiro: o que o ONS programou contra o que a usina gerou, quanto a restrição da rede pesou na CCEE e se o gasoduto acompanha a usina.

  1. Missão 1

    Na GNA II (RJ), em agosto de 2026: quanto a usina gerou, quanto o ONS programou e para que lado foi o desvio?

    Onde olhar: Específico térmica → Por que gerou: as barras Verificado e Programado pelo ONS e o chip “verificado − programado”. Abrir neste estado →

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    247,2 GWh verificados contra 439,7 GWh programados: chip −192,6 GWh, a usina ficou abaixo do programado. Nos dois lados, 100% por inflexibilidade pura.

    Medido: API do gridAssets em produção (/api/usina/UTE.GN.RJ.038173-0.01/specifico?mes=2026-08), lida em 22/09/2026; despacho do ONS até 31/08/2026. O mês é fechado: só muda se o ONS republicar.

    Por que importa: Inflexibilidade programada que não vira geração é energia contratada que não chegou à rede — o desvio aponta onde procurar (disponibilidade, combustível, restrição).

  2. Missão 2

    Na UTE Norte Fluminense (RJ), nos 12 meses do quadro: quanto de constrained-on, em quantas horas, e quanto de encargo?

    Onde olhar: Quadro “Restrição de operação — constrained-on e constrained-off (CCEE)”, nas duas colunas de cima. Abrir neste estado →

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    443 MWh de constrained-on em 3 horas, todas em fevereiro de 2026, com R$ 141 mil de encargo; constrained-off de 8.125 MWh e R$ 1,9 milhão. Energia até 07/2026, encargo até 02/2026.

    Medido: gridAssets em produção, janela 08/2025–07/2026, lido em 22/09/2026 21:49 BRT (/api/usina/UTE.GN.RJ.001544-0.01/restricao_operativa). Janela móvel: muda quando a CCEE publica mês novo.

    Por que importa: O encargo é líquido do PLD: dividir R$ 141 mil por 443 MWh não dá o preço de nada — é justamente a conta que o quadro proíbe.

  3. Missão 3

    Na mesma usina, em agosto de 2026: o ponto de entrega da ANP explica a geração? Quanto gás chegou contra o solicitado?

    Onde olhar: Quadro “O combustível chegou?”: o r de Pearson e os volumes Solicitado, Programado e Realizado. Abrir neste estado →

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    Sim: r = 0,995 em 2.066 dias pareados (“acompanha a usina”). Chegaram 34.262,2 mil m³ contra 33.579,1 mil m³ solicitados — alocação de 102% —, quase tudo pela Petrobras (33.174,9 mil m³) e o resto pela J&F.

    Medido: API do gridAssets em produção (/api/usina/UTE.GN.RJ.001544-0.01/gas_entrega?mes=2026-08), lida em 22/09/2026; ANP até 31/08/2026.

    Por que importa: Com r tão alto, volume zero no ponto em dia de despacho seria sinal a investigar; numa usina de r baixo, o mesmo zero não diz nada.

Perfil: Desenvolvedor de projeto

A rede aguenta mais um projeto neste ponto?

Continuação da trilha anterior, agora no gridMap: quem já injeta na SE de conexão da Caetité D e quanta margem o ONS publica para ela.

  1. Missão 1

    Com o modo Rede, abra a SE Igaporã III (BA): quantas usinas estão a montante dela e com quanta potência instalada? A Caetité D está entre as maiores?

    Onde olhar: Painel lateral da SE, quadro “Quem se conecta aqui (grafo)”. Abrir neste estado →

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    31 usinas, 665,7 MW, todas com ligação de confiança alta. A maior é justamente a Caetité D (50,4 MW), seguida da Brejinhos B (42 MW). Nenhum caminho continua depois da SE: ela é a SE de rede básica dessas usinas.

    Medido: gridMap em produção (/api/grafo/montante?se=BAIGT), lido em 19/09/2026 11:25 BRT; grafo de 18/09/2026. Muda quando o cadastro muda (usina nova, reconexão).

    Por que importa: É a vizinhança elétrica real do ponto: quem disputa a mesma saída quando a rede restringe.

  2. Missão 2

    Na mesma SE: qual a margem de escoamento oficial do ONS de 2027 a 2031+, e quantos pedidos de acesso estão na fila?

    Onde olhar: Painel da SE: quadro “Margem oficial ONS” e, na aba Geral, os atributos fila_viva_n e fila_viva_must_mw. Abrir neste estado →

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    0 MW em todos os anos, de 2027 a 2031+: saturada (barras ONS 6220 e 6221). Mesmo assim há 32 pedidos vivos na fila de acesso, somando 3.639,4 MW de MUST.

    Medido: gridMap em produção, painel da SE IGAPORA III, lido em 19/09/2026 11:24 BRT; margem: ONS Margem Indicativa 2026.2 (conteúdo de 31/07/2026, coletada em 14/09/2026); fila verificada em 28/07/2026. Muda a cada publicação do ONS.

    Por que importa: Margem zero, corte de quase um terço e fila cheia no mesmo ponto: projeto novo ali disputa um escoamento já saturado. Colorir por Margem ou por Abre mostra onde procurar.

Perfil: Comercializador e financiador

Energia cortada vale quanto — e o que o número oficial deixa de fora?

No gridCurt: primeiro o SIN inteiro, depois o conjunto da Caetité D. Energia e dinheiro contam histórias diferentes.

  1. Missão 1

    No SIN, com o período em “tudo” (desde outubro de 2021): qual razão responde pela maior parte da energia cortada — e qual responde pela maior parte do prejuízo em R$?

    Onde olhar: Cartões de POR QUE FOI CORTADO?: percentual e energia em cima, R$ ao lado da energia. Abrir neste estado →

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    Em energia, ENE: 53,9% (46,4 TWh), contra CNF 34,1% (29,4 TWh) e REL 12,1% (10,4 TWh). Em R$, CNF: R$ 5,1 bi, contra R$ 4,4 bi da ENE e R$ 1,3 bi da REL — ao PLD da hora, corrigido pelo IPCA. Por MWh, cerca de R$ 175 na CNF contra R$ 95 na ENE.

    Medido: gridCurt em produção (/api/brasil), lido em 19/09/2026 13:14 BRT (16:14 UTC); período de 01/10/2021 a 17/09/2026 23:30 BRT. O acumulado cresce a cada dia; a ordem das razões muda devagar.

    Por que importa: A sobreoferta (ENE) acontece quando sobra energia e o PLD está baixo; a restrição por confiabilidade (CNF) pega horas mais caras. Para valorar perda ou pleito, a razão que mais corta não é a que mais custa — e só REL e CNF têm via de ressarcimento.

  2. Missão 2

    Com o Conj. Caetité Norte (BA) selecionado: quanto vale o corte estimado das usinas sem dado e a diferença de método da soma por usina — e qual dos dois está somado à Energia Cortada?

    Onde olhar: Seção COMO O NÚMERO É FEITO; compare com a soma dos cartões POR QUE FOI CORTADO?. Abrir neste estado →

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    Corte estimado: +1,5% (+7,6 GWh). Diferença de método: +1,4% (+7,3 GWh). Só o estimado está somado: as três razões dão 509,4 GWh e a Energia Cortada do conjunto parte de 516,9 GWh = 509,4 + 7,6. A diferença de método não é energia a mais e não se soma.

    Medido: gridCurt em produção (/api/brasil?escopo=conjunto&id=CJU_BACTN), lido em 24/09/2026 17:41 BRT (20:41 UTC); período desde 01/10/2021, dado do ONS até 23/09/2026 23:30 BRT.

    Por que importa: Quem compara com o número oficial precisa saber o que está de cada lado: o corte medido é o mesmo cálculo do ONS por conjunto; o que o contador acrescenta é só o corte estimado da usina sem dado, rotulado como estimado.

Perfil: Analista de energia na América Latina

Chile e Colômbia: o que a ficha do ativo mostra

Três leituras nos gridAssets do Chile e da Colômbia: a potência que a usina já provou, onde o corte se concentra e como a Colômbia registra a restrição.

  1. Missão 1

    Na PFV Campos del Sol (Chile): qual a potência máxima sustentada por 2 horas, em que dia, e quanto isso é da placa?

    Onde olhar: Quadro “Potência máxima demonstrada”: o número grande e o chip. Abrir neste estado →

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    378,1 MW em 16/12/2025, das 13h às 15h (hora do Chile) — 103,9 % da placa de 363,8 MW; chip “demonstrou a potência do cadastro · 103.9%”.

    Medido: API do gridAssets Chile em produção (/api/central/1704/potencia_maxima), lida em 24/09/2026 19:22 UTC; geração do CEN até 23/09/2026. Só muda se a usina bater o próprio recorde.

    Por que importa: É a capacidade que a usina já provou entregar, não a do papel — a base para dimensionar contrato, armazenamento ou reforço de rede.

  2. Missão 2

    Na S/E Carrera Pinto (Chile): quanto de corte em 12 meses, e que central responde pela maior parte?

    Onde olhar: Quadro “Corte por subestação”: o total e a lista de centrais. Abrir neste estado →

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    294.771 MWh de 07/2025 a 06/2026; 257.085 MWh (87 %) são da PFV Campos del Sol, com 25,1 % cortado. Junho de 2026 teve só 2.346 MWh.

    Medido: API /api/subestacion/563/recorte em produção, lida em 24/09/2026 19:22 UTC; ERV do CEN até 06/2026. Muda quando o CEN publica um mês novo.

    Por que importa: Corte concentrado numa subestação aponta gargalo de rede local, não de sistema.

  3. Missão 3

    No recurso SNCR (Colômbia), em setembro de 2026: quantas horas de reconciliação negativa, e qual foi o maior evento?

    Onde olhar: Quadro “Linha do tempo de restrições (reconciliação negativa)”, com 09/2026 no seletor de mês. Abrir neste estado →

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    18 eventos, 365 horas e 161.727 MWh até 21/09; o maior foi de 10/09 22h a 16/09 0h (hora da Colômbia): 122 horas, 49.926 MWh.

    Medido: API /api/recurso/SNCR/restricciones?mes=2026-09 em produção, lida em 24/09/2026 19:22 UTC; XM até 21/09/2026. Mês aberto: cresce a cada publicação da XM.

    Por que importa: Na Colômbia a restrição aparece como reconciliação no mercado, não como corte físico — tomar uma pela outra é o erro mais comum ao comparar países.

  4. Missão 4

    Na central eólica Punta Lomitas (Peru): quanto o COES registrou de vertimento RER desde que a aba passou a sair, em quantos dias, e qual o máximo numa meia hora?

    Onde olhar: Quadro “Vertimento RER” na ficha da central: o número grande, os chips por mês e a tabela dos dias. Abrir neste estado →

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    774,7 MWh em 4 dias entre 17/04 e 23/09/2026 (maio 69,2, junho 69,1 e agosto 636,4 MWh), no máximo 41,85 MW numa meia hora; 159 dias publicados e 17 sem publicação na janela.

    Medido: API do gridAssets Peru em produção (/api/central/18%3A366/vertimiento), lida em 25/09/2026 02:51 UTC; IEOD do COES até 23/09/2026. Cresce se o COES registrar vertimento novo.

    Por que importa: O Peru também corta renovável, mas pouco e concentrado em Marcona e Ica — o contraste com as dezenas de TWh do Brasil diz onde a rede aperta.

  5. Missão 5

    No Uruguai, página “Restrição operativa”, janela de 12 meses: quanto o país teve de restrição, com que taxa, e que central lidera em MWh?

    Onde olhar: Os três números do topo e a primeira linha da tabela (ordem por restrição). Abrir neste estado →

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    197,6 GWh de 08/2025 a 07/2026, taxa de 3,86 %, 46 das 63 eólicas e solares com restrição. Lidera a Pampa (eólica, UTE): 16.495 MWh, taxa 3,94 % — a maior em MWh, mas só a 19ª em taxa; em taxa, Kiyú e Cuchilla del Peralta I passam de 8 %.

    Medido: API do gridAssets Uruguai em produção (/api/ranking/restriccion e /api/central/Pampa/serie), lida em 26/09/2026 03:41 UTC; restrição da ADME até 07/2026. Muda quando a ADME publicar 08/2026 (a janela anda um mês).

    Por que importa: MWh mede o tamanho da perda; a taxa mede a exposição da central. Para comparar parques de tamanhos diferentes, a taxa diz mais — e a ADME não separa rede de sobreoferta, então nenhuma das duas aponta a causa.

  6. Missão 6

    Na ficha da Pampa (Uruguai), use o seletor de período: quanto ela gerou em julho e em agosto de 2026 — e por que a restrição operativa de agosto não aparece?

    Onde olhar: Bloco Indicadores; a seta › do seletor passa de julho para agosto (veja a URL mudar para ?mes=2026-08). Abrir neste estado →

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    Julho: 39.729,9 MWh, FC 37,7 %, restrição operativa de 711,4 MWh em 8 horas (taxa 1,76 %). Agosto: 46.573,5 MWh, FC 44,2 %, e restrição “não publicada”: a ADME publicou a geração até 08/2026, mas a restrição só até 07/2026. É ausência, não zero.

    Medido: API do gridAssets Uruguai em produção (/api/central/Pampa/diario?periodo=2026-07 e 2026-08), lida em 02/10/2026 07:49 BRT (10:49 UTC); geração da ADME até 08/2026, restrição até 07/2026. Muda quando a ADME publicar a restrição de 08/2026.

    Por que importa: O período é o mesmo para todos os Indicadores, mas cada fonte publica no seu ritmo: comparar meses exige olhar se o quadro diz “não publicado” antes de ler o número como zero.

Glossário curto

Definições curtas. A fórmula e a norma de cada termo estão na etapa 4 do app indicado no link.

  • Curtailment (constrained-off): energia que a usina poderia ter gerado e não gerou por ordem de restrição. Calculado como a diferença entre a geração de referência e a verificada, quando positiva — só nas semi-horas sob restrição pelo gate do ONS: flag de geração restrita OU razão publicada (REL, CNF ou ENE), união em vigor desde 20/09/2026. ver a fórmula na etapa 4 →
  • Geração de Referência: quanto a usina teria gerado no período, na apuração do ONS. É ela que zera quando a medição falha. ver a fórmula na etapa 4 →
  • REL: restrição por indisponibilidade externa de rede. CNF: por requisito de confiabilidade elétrica. ENE: por razão energética (sobreoferta). ver a fórmula na etapa 4 →
  • Franquia: número de horas de indisponibilidade que não gera ressarcimento no regime ordinário, acumulado desde o início do ano civil — não é mensal. ver a fórmula na etapa 4 →
  • PLD e CMO: o preço de liquidação das diferenças e o custo marginal de operação. A diferença entre eles no mesmo intervalo é o congestionamento da rede. ver a fórmula na etapa 4 →
  • Fator de capacidade: geração no período dividida pelo que a potência instalada geraria naquele mesmo período. ver a fórmula na etapa 4 →

Dúvida sobre uma tela específica ou quer um dado que ainda não está aqui? Escreva — a maior parte do que existe hoje nasceu de pedido de quem opera.