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Como medimos: base de produção do BrazilGrid, 04/10/2026, sobre dados abertos do ONS e notícias datadas. Os números de "o que mudamos" são de backtest walk-forward (só usa o que se sabia em cada véspera): a melhoria está em sombra, não no ar.

Achado

Toda semana, mostramos onde as nossas previsões acertaram e erraram, com o porquê e o que mudamos. O pior erro abre a conta: para 19 e 20/09/2026, o curtômetro previu na véspera 123 e 118 GWh de corte de renováveis no SIN. O ONS verificou 340 e 342 GWh. Achamos a causa. Em backtest walk-forward, o estimador novo, em sombra, teria dito 310 e 291 GWh.

O pior erro: o corte de 19 e 20/09

Por que erramos (medido em produção, 04/10/2026):

🔧 O que mudamos — em sombra, ainda não está no ar (commit d87f1b92b):

Rede: queda de linha × alarme do mapa

Em 10/07–04/10/2026, achamos 4 desligamentos de transmissão com causa meteorológica noticiada (links consultados em 04/10/2026), contra o histórico horário de alarmes do BrazilGrid. São 7 eventos: caso a caso, não taxa de acerto.

Janela de trabalho em altura: véspera × vento medido no parque

Rajada = anemômetro do parque (ONS, dados abertos) × 1,20; evento ≥ 15 m/s.

Energia

O ajuste ao vivo da geração eólica do Sul errou 7,0% da capacidade instalada em 19/09/2026, contra 25,3% da previsão antes do ajuste (nowcast × verificada ONS, erro médio sobre a capacidade, 48 semi-horas).

Por que importa

Errar em público só vale se o erro mudar algo. O pior (o corte) virou um estimador novo, medido em backtest. O da janela era da nossa régua, e foi corrigido. Os da rede pedem gravar melhor o que previmos, e dizemos isso em vez de inventar uma taxa.

Como ver no app

O que não afirmamos

E que fique claro: isto é ponto de partida, não palavra final. É a nossa própria régua, sobre dado público, com premissas abertas no repositório. Use como bússola e faça a sua própria análise.

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